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Mulher de 30 anos – negra, solteira, empregada doméstica...

Mulher de 30 anos – negra, solteira, empregada doméstica, com ensino fundamental incompleto, residente de uma comunidade do Rio de Janeiro – comparece semanalmente à Clínica da Família, há cerca de três meses, relatando mal-estar, palpitação e um “bolo na garganta”. Não apresenta ideação suicida. Nega uso de álcool e outras drogas. Diz que está conseguindo ir ao trabalho, mas sente medo de perder o emprego por causa da pandemia, o que a faz dormir muito mal. Em consulta com a enfermeira da equipe de saúde da família, não apresentou alterações no exame físico. Esse mês procurou o pronto-socorro, onde foi atendida por um clínico geral e realizou exames pertinentes à sintomatologia relatada. Sem fechar diagnóstico clínico, o médico liberou a paciente. Dois dias depois, ela retorna à Clínica da Família e é atendida pela enfermeira, que deve realizar esse acolhimento de forma mais efetiva ao:


A

encaminhar para o Centro de Atenção Psicossocial do território para iniciar acompanhamento psicoterápico e terapia medicamentosa


B

solicitar apoio matricial ao Núcleo de Atenção à Saúde da Família (NASF) com o objetivo de discutir e decidir o melhor encaminhamento do caso


C

agendar atendimento com o médico clínico geral da unidade de atenção básica, a fim de que este solicite novos exames para excluir hipóteses clínicas


D

estimular a fala sobre as dificuldades pessoais em espaços de apoio dentro da unidade da atenção básica, a fim de buscar a reestruturação da usuária do serviço