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C.C., 54 anos, sexo feminino, procurou o enfermeiro solicitando ajuda para entender o resultado da mamografia de rastreamento para câncer de mama. Informou que não tinha queixas e que o exame fora realizado como procedimento de rotina. Ao consultar o laudo do exame, o enfermeiro constatou que o resultado apontava “Categoria BI-RADS 2”. Para esse caso, a interpretação (I), o risco de câncer (R) e a conduta (C) são:
I = achados provavelmente benignos; R = < 2%; C = solicitar ultrassom da mama e encaminhar C.C. para uma unidade de referência especializada para investigação e acompanhamento.
I = sem achados; R = 0%; C = controle radiológico de rotina (a cada 2 anos).
I = achados provavelmente benignos; R = < 2%; C = controle radiológico por três anos, com repetição do exame a cada 6 meses.
I = achados provavelmente benignos; R = 0%; C = controle radiológico de rotina a cada 2 anos.
I = achados provavelmente benignos; R = < 2%; C = controle radiológico por três anos, com repetição anual do exame.