A Hipertensão Arterial Sistêmica (HAS) é definida como uma...
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A Hipertensão Arterial Sistêmica (HAS) é definida como uma...

A Hipertensão Arterial Sistêmica (HAS) é definida como uma condição clínica multifatorial, geralmente não associada a sintomas, caracterizada por elevação sustentada dos níveis pressóricos sistólicos ≥ 140 mmHg e/ou diastólicos ≥ 90 mmHg. Sobre as particularidades da HAS, assinale a alternativa INCORRETA.


A

Sempre que possível, o diagnóstico de HAS deve ser estabelecido em mais de uma visita médica: de 2 a 3 visitas, com intervalos de 1 a 4 semanas entre elas (dependendo do nível de pressão). O diagnóstico pode ser definido em uma única visita se a PA do paciente estiver maior ou igual a 180/110 mmHg e houver evidência de doença cardiovascular.


B

A pré-hipertensão é caracterizada pela presença de PAS entre 131 e 149 e/ou PAD entre 91 e 99 mmHg. Pacientes pré-hipertensos apresentam maior probabilidade de se tornarem hipertensos e de desenvolvimento de complicações cardiovasculares, quando comparados a indivíduos normotensos (PA ≤ 120/80 mmHg).


C

Pacientes com ou sem diagnóstico prévio de HAS podem apresentar episódios agudos, geralmente com pressão arterial sistólica (PAS) superior a 180 mmHg e pressão arterial diastólica (PAD) superior a 120 mmHg.


D

Ecocardiograma, ultrassom renal ou com doppler, hemoglobina glicada e albuminúria são exames complementares que podem ser solicitados durante a avaliação de pacientes com hipertensão arterial sistêmica.


E

O efeito do avental branco é definido pela diferença de pressão entre as medidas obtidas dentro e fora do consultório. A diferença deve ser ≥ a 20 mmHg na PAS e/ou ≥ 10 mmHg na PAD. O efeito do avental branco não muda o diagnóstico; se o indivíduo é normotenso, permanecerá normotenso, e se é hipertenso, permanece hipertenso. Contudo, pode alterar o estágio e/ou dar a falsa impressão de necessidade de adequações no tratamento.