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Atualmente a puericultura pauta-se pelas noções modernas de saúde colaborativa — o compartilhamento de poderes com as pessoas e suas circunstâncias, sob a forma de informação, engajamento e responsabilidade — e prevenção quaternária, que contempla tanto proteger o indivíduo da hipermedicalização, quanto filtrar, debulhar e propagar o conhecimento. No que concerne à puericultura na atenção primária à saúde, assinale a alternativa correta.
Não existem evidências científicas de que a inclusão de orientação sobre os riscos de traumas por causas externas inerentes a cada etapa do desenvolvimento é capaz de melhorar o conhecimento dos pais e a adoção de medidas de segurança.
O acompanhamento de saúde da criança, de forma integral e levando em consideração o binômio mãe-bebê, deve começar com a primeira consulta de puericultura, realizada preferencialmente nos primeiros 7 dias de vida do recém-nascido.
A Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP), desde 2010, recomenda 21 consultas de puericultura da primeira semana de vida até os 19 anos.
Há evidências convincentes de que a repetição de exames físicos completos constitui-se importante ferramenta da puericultura na atenção primária à saúde (APS).
Há evidencias convincentes de que a criança sem necessidades especiais de atenção – a chamada well-child dos protocolos de língua inglesa – pode ter somente três consultas de supervisão no primeiro ano de vida, sem detrimento à sua saúde.