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AUXILIAR SUSPEITA DE TROCAR SORO POR VASELINA DÁ DETALHES DO ATENDIMENTO
“Stephanie Teixeira, de 12 anos, morreu ao ter vaselina injetada na veia.
Ela tinha ido a hospital de SP para se tratar de uma virose”.
Fonte: http://g1.globo.com/sao-paulo/noticia/2010/12/auxiliar-suspeita-de-trocar-soro-por-vaselina-da-detalhes-do-atendimento.html. Atualizado em 12/12/2010.
A segurança na administração de medicamentos é uma importante questão presente no cotidiano da prática da equipe de enfermagem. O enfermeiro e sua equipe deve considerar as vias de administração e a partir de sua peculiaridade direcionar os conhecimentos e habilidades que permitam o sucesso da terapêutica aplicada.
É INCORRETO afirmar sobre vias de administração de medicamentos:
As apresentações em suspensão devem ser sempre agitadas antes do preparo e da administração por via oral, para que haja a homogenização.
Os locais mais apropriados para a injeção subcutânea são as faces externa e posterior do braço, abdome, face lateral da coxa e região infraescapular, devendo haver alternância dos locais.
A administração intramuscular é contraindicada para pacientes com distúrbios de coagulação ou em uso de anticoagulantes assim como na região da prótese para pacientes em uso de prótese.
Os modos e tempos de administração intravenosa podem ser classificados em bolus (realizada em até um minuto), infusão rápida (realizada entre 1 e 30 minutos), infusão lenta (realizada entre 30 a 60 minutos), infusão contínua (realizada em tempo superior a 60 minutos, não contínua) e infusão interminente (realizada em tempo superior a 60 minutos, de forma ininterrupta).
O volume na administração intradérmica não pode ser superior a 0,5 ml e os locais indicados para sua aplicação são a face anterior do antebraço e a região subescapular.