A Atenção Básica compreende um “[...] conjunto de ações de saúde individuais, familiares e coletivas [...]” (Brasil, 2017, p.2), voltadas para o cuidado ofertado à população. Nesse contexto, a Saúde da Família emerge como estratégia prioritária para expandir e consolidar a Atenção Básica.
Em relação à Atenção Básica (AB) e à Estratégia Saúde da Família (ESF), é correto afirmar que
a AB deve considerar a pessoa em sua singularidade e inserção sociocultural, buscando produzir atenção integral em saúde.
a AB é pouco resolutiva na medida em que as ações realizadas são voltadas, exclusivamente, para a população adscrita presente no território.
no contexto da AB, os determinantes e condicionantes da saúde desempenham papel irrelevante para o planejamento das ações a serem realizadas.
a articulação entre Vigilância em Saúde e Atenção Básica deve ser desestimulada, a fim de preservar a hierarquização prevista para o sistema de saúde.
o modelo proposto pela ESF desestimula a construção de vínculos entre as equipes de saúde e os usuários, a fim de preservar a autonomia dos sujeitos.