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Considere a seguinte situação:
Durante a avaliação do trabalho de parto de uma gestante primigesta, o enfermeiro obstetra nota que o progresso da dilatação cervical está mais lento do que o esperado. Apesar das contrações regulares, a paciente relata desconforto persistente e não houve mudança na dilatação cervical nas últimas duas horas. Diante disso, é necessário avaliar a possível causa desse atraso no trabalho de parto.
Considerando a situação descrita, assinale a alternativa CORRETA:
a gestante provavelmente está apenas experimentando uma dilatação cervical lenta normal, e não há necessidade de intervenção adicional neste momento;
a administração de analgésicos potentes, como opioides, é a primeira linha de tratamento para dor e desconforto durante o trabalho de parto, o que deve acelerar a progressão da dilatação cervical;
uma possível causa de dilatação cervical lenta pode ser a posição fetal subótima, como a posição occipitoposterior, que pode exigir manobras para correção da posição fetal;
o uso de ocitocina sintética é contraindicado em casos de dilatação cervical lenta, pois pode aumentar o risco de complicações maternas e fetais;
a administração de tocolíticos, como o sulfato de magnésio, é indicada para relaxar o útero e permitir uma dilatação cervical mais rápida.