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O transplante é definido como a remoção de órgãos e tecidos de um doador seguida pelo implante em um receptor, o que torna essencial a importância do conhecimento acerca do binômio doação-transplante pela equipe de profissionais de saúde atuantes em áreas críticas, possibilitando a compreensão das etapas que compõem esse processo e a assistência de enfermagem ao paciente transplantado. Com sustentáculo nessa abordagem, avalie com criticidade as alternativas seguintes e identifique a INCORRETA:
O manejo do paciente transplantado na fase pós operatória deve ser conduzido por meio de um plano assistencial focado na identificação precoce de alterações fisiológicas, pois a identificação das alterações clínicas e hemodinâmicas dissociada da imediata intervenção constitui fator determinante para o prognóstico do paciente transplantado.
O sucesso do transplante está diretamente associado à manutenção de potenciais doadores e de seus órgãos, selecionando-se aqueles com melhor estabilidade hemodinâmica, uso de baixas doses de fármacos vasoativos, com a volemia compensada e ausência de disfunções orgânicas e sepse.
O objetivo do tratamento imunossupressor é minimizar a possibilidade de rejeição aguda e /
A monitoração terapêutica dos imunossupressores é profícua no pós-enxerto orgânico, haja vista que o avanço nas pesquisas direcionadas à imunossupressão possibilitam o uso consciente e ajustado à individualidade de cada paciente, direcionando ao uso de doses menores.
As complicações pós transplantes podem ser resultantes da rejeição, que é mediada por células ou anticorpos, podendo ser aguda ou crônica. Podem acontecer alterações e complicações psicológicas, neurológicas, cardiovasculares, pulmonares, hepáticas, renais, pancreáticas, neoplasias e linfomas.