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Sobre o uso de emolientes na pele do recém-nascido prematuro, pode-se afirmar que:
Evitam a descamação do estrato córneo, mantendo a barreira cutânea.
Dificultam a prevenção da perda transepidérmica de água.
Aumentam o risco de hipotermia.
Causam ressecamento, quebras e fissuras, aumentando o risco potencial de colonização microbiana.