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A oxigenoterapia pode ser aplicada por dois tipos de sistemas, o de alto fluxo de oxigênio e baixo fluxo de oxigênio, fator este que direciona qual dispositivo utilizar e assim fornecer o mais adequado à necessidade do paciente. Podemos citar como exemplo desses dispositivos o cateter nasal (CN), a máscara de venture (MV) e o tubo orotraqueal (TOT).
A respeito dos dispositivos respiratórios, é correto afirmar que:
O uso de O2 por CN é relativamente simples, sendo necessário apenas a fonte de oxigênio para o seu uso.
A cânula nasal ou cateter tipo óculos (pronga) pode fornecer um fluxo de oxigênio de 10 a 15 litros com concentração de 50 a 75% de O2.
A máscara facial é um dispositivo que para seu pleno funcionamento exige uma fonte de oxigênio, o fluxômetro, frasco umidificador com água e circuito de conexão.
A MV libera uma concentração variável de oxigênio que é escolhida de acordo com o volume administrado.
A máscara simples libera uma maior concentração de O2, e a máscara de alto fluxo de “não reinalação” libera menos concentração de O2.