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Um paciente adulto, sem comorbidades conhecidas, deu entrada na unidade de pronto atendimento em parada cardiorrespiratória – PCR.
De acordo com os protocolos e diretrizes para esse tipo de atendimento, é correto afirmar que:
em caso de intubação, tanto a hiperventilação como o uso de pressão cricoide são recomendados, uma vez que não há presença de comorbidades que contraindiquem essas práticas;
entre as metas que devem ser alcançadas no atendimento pós-RCP a esse paciente, estão SpO₂ de 94% a 100% e PaCO₂ de 45 a 50 mmHg;
independentemente do tipo de desfibrilador utilizado na assistência a esse paciente, uma pá deve ser colocada abaixo da clavícula esquerda e a outra na lateral direita do processo xifoide;
em casos de assistolia e atividade elétrica sem pulso (ritmos não chocáveis), recomenda-se a administração precoce de epinefrina, de preferência em até 5 minutos após o início da PCR;
para todos os casos de parada cardiorrespiratória está indicada a administração de amiodarona, devendo ser iniciada com uma dose de 100 mg, aplicada logo após a primeira desfibrilação.