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As situações de urgência e emergência chegam a qualquer ponto de Atenção podem ocorrer a qualquer hora, em qualquer lugar da rede de atenção à saúde, por ocorrências no domicílio ou em vias públicas. Segundo a Cadeia de Sobrevivência da American Heart Association (AHA), o primeiro elo no atendimento extra-hospitalar à Parada Cardiorespiratória (PCR) é:
Administração de medicamentos vasoativos.
Desfibrilação precoce.
Reconhecimento imediato da PCR e acionamento do serviço de emergência.
Transporte imediato ao hospital.
Um servidor público de 55 anos, sexo masculino, sofreu uma Parada Cardiorrespiratória (PCR) durante o turno de trabalho e foi imediatamente socorrido pela equipe de saúde presente no local, que iniciou imediatamente os procedimentos de ressuscitação cardiopulmonar.
Nesse caso, de acordo com as diretrizes para Ressuscitação Cardiopulmonar (RCP), assinale a opção que indica a conduta correta.
Realizar compressões torácicas contínuas com profundidade de 5 a 6 cm e frequência de 100 a 120 por minuto, minimizando as interrupções durante o atendimento.
Aplicar cinco ventilações iniciais de resgate antes das compressões torácicas, retornando à avaliação do pulso e da respiração a cada ciclo da ressuscitação.
Aplicar a cadeia de sobrevivência para vítimas de PCR em ambiente extra hospitalar priorizando a ressuscitação avançada com administração precoce de epinefrina.
Iniciar as manobras de ressuscitação pela desfibrilação, seguida das compressões torácicas e das ventilações mecânicas.
Checar o pulso por, pelo menos, 15 segundos, antes de iniciar as compressões torácicas, garantindo confirmação inequívoca da ausência de circulação.
Em parada cardiorrespiratória no adulto, após identificar inconsciência, ausência de respiração normal e ausência de pulso central, a ação imediata prioritária é:
administrar oxigênio sob máscara reservatório.
solicitar via venosa calibrosa.
posicionar cânula orofaríngea.
preparar fármaco vasopressor.
iniciar compressões torácicas de alta qualidade.
Uma ambulância foi acionada para uma ocorrência numa academia, onde um homem apresentou mal súbito no momento do treino. Os socorristas identificaram que a vítima sofreu uma parada cardiorrespiratória (PCR). Segundo a American Heart Association (AHA, 2025), qual é a sequência correta das intervenções?
Iniciar ventilação com bolsa-válvula-máscara, seguida de 100-120 compressões torácicas por minuto.
Aplicar compressões torácicas e ventilações de num intervalo de 15:2, havendo mais de um socorrista.
Aplicar compressões torácicas e ventilações num intervalo de 30:2, com a utilização precoce do desfibrilador externo automático (DEA).
Iniciar com compressões torácicas, seguida por administração de adrenalina endovenosa.
Um técnico de enfermagem, atuando em uma unidade de emergência, depara-se com um paciente adulto que subitamente apresenta perda de consciência e ausência de respiração e pulso carotídeo detectável. O profissional imediatamente inicia as manobras de Reanimação Cardiopulmonar (RCP) de alta qualidade enquanto aguarda a chegada do carro de parada e do restante da equipe. A eficácia da RCP depende diretamente da adesão estrita às diretrizes atuais de Suporte Básico de Vida (SBV). Acerca dos componentes da RCP de alta qualidade em adultos, marque V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas.
(__)A frequência das compressões torácicas deve ser mantida rigorosamente entre 100 e 120 compressões por minuto.
(__)A profundidade das compressões deve ser de, no mínimo, 5 cm (2 polegadas), não devendo exceder 6 cm (2,4 polegadas).
(__)O profissional deve permitir o retorno completo do tórax após cada compressão, evitando apoiar-se sobre o peito do paciente.
(__)As interrupções nas compressões, como as necessárias para ventilação ou checagem de ritmo, devem ser minimizadas e não ultrapassar 10 segundos.
Após análise, assinale a alternativa que apresenta a sequência correta dos itens acima, de cima para baixo:
V, F, V, F
V, V, F, F
V, V, V, V
F, V, F, V


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Nos primeiros socorros em casos de parada cardiorrespiratória, a sequência inicial de atendimento básico recomenda prioritariamente
administração imediata de oxigênio suplementar.
realização de compressões torácicas eficazes.
obtenção de acesso venoso periférico.
monitorização cardíaca contínua.
aferição da pressão arterial.
Durante o plantão noturno em uma unidade de internação, um paciente de 68 anos, com histórico de insuficiência cardíaca e hipertensão, apresentou súbita perda de consciência e ausência de pulso carotídeo, configurando parada cardiorrespiratória (PCR). Após rápida identificação da PCR e acionamento imediato da equipe de resposta, o próximo passo – segundo elo da cadeia de sobrevivência – é
RCP de alta qualidade.
desfibrilação.
ressuscitação avançada.
recuperação e sobrevivência.
instalação de via aérea avançada.
A capacidade de reconhecer parada cardiorrespiratória e iniciar manobras de reanimação é essencial para o técnico de enfermagem em qualquer serviço de saúde. O domínio da sequência de compressões torácicas, do uso do DEA, da avaliação de ritmos e do cumprimento das diretrizes atuais aumenta significativamente a sobrevida. Conforme orientações da American Heart Association (AHA) e do Ministério da Saúde, qual conduta deve ser adotada ao reconhecer parada cardiorrespiratória em adulto?
Realizar compressões torácicas em ritmo de 60 a 80 por minuto, com profundidade reduzida, seguindo parâmetros utilizados em versões anteriores do protocolo de reanimação.
Aguardar a chegada de médico para iniciar reanimação, evitando compressões imediatas até avaliação profissional para maior segurança do atendimento.
Iniciar compressões torácicas no centro do tórax, com frequência de 100 a 120 por minuto e profundidade de 5 a 6 cm, solicitando o DEA assim que estiver disponível para análise do ritmo.
Realizar apenas ventilação sem compressões até a chegada do DEA, permitindo avaliação do ritmo antes do início das compressões no atendimento inicial.
Realizar ventilação boca a boca por 2 minutos antes de iniciar compressões torácicas para garantir oxigenação adequada do paciente conforme protocolo de reanimação.
"No Suporte Básico de Vida em pediatria, para bebês e crianças em parada cardiorrespiratória (PCR), é necessário minimizar as interrupções na ressuscitação cardiopulmonar (RCP), e as pausas nas compressões torácicas devem ser inferiores a __________ segundos."
Assinale a alternativa que corretamente preenche a lacuna no excerto:
25.
10.
5.
20.
15.
De acordo com as diretrizes atuais da American Heart Association (AHA), analise as assertivas a seguir sobre o Suporte Básico de Vida em adultos durante a Parada Cardiorrespiratória (PCR) e a Ressuscitação Cardiopulmonar (RCP):
I.Ao administrar ventilações em um paciente adulto em parada respiratória, é aceitável que o profissional de saúde administre uma ventilação a cada seis segundos.
II.A RCP em adultos obesos que estão em PCR deve ser administrada da mesma forma que em pacientes não obesos.
III.Em adultos com obstrução de vias aéreas por corpo estranho grave, devem ser executados ciclos repetidos de cinco golpes nas costas, seguidos de cinco compressões abdominais, até que o objeto seja expelido.
É correto o que se afirma em:
I e II, apenas.
III, apenas.
I, apenas.
II e III, apenas.
I, II e III.


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O atendimento de urgência e emergência, especialmente nos casos de parada cardiorrespiratoria (PCR), exige conhecimento técnico apurado do profissional de enfermagem no Suporte Básico de Vida. Considerando isso, analise as assertivas abaixo e julgue-as em Verdadeiras (V) ou Falsas (F):
( ) A sequência de reanimação cardiopulmonar prioriza as compressões torácicas antes da abertura de vias aereas, na ordem C-A-B.
( ) A frequência das compressões torácicas em vítimas adultas deve ser de, no mínimo, 100 compressões por minuto.
( ) A profundidade adequada das compressões torácicas no adulto é de, no máximo, 2 centímetros para evitar danos e fraturas de costelas.
Qual alternativa preenche, CORRETAMENTE, de cima para baixo, os parênteses acima?
V-F-V.
F-V-F.
V-V-F.
F-F-V.
Durante o atendimento ao paciente em PCR, o procedimento a ser tomado é:
punção venosa central realizada no início das manobras de reanimação cardiopulmonar, principalmente por se tratar de um paciente com obesidade
ventilação em pacientes com obesidade, fornecendo um volume corrente suficiente para produzir uma elevação invisível do tórax
reanimação cardiopulmonar no paciente com obesidade, sendo realizadas as mesmas técnicas para pacientes não obesos
aumento dos ciclos de compressões seguidas de ventilações devido à obesidade
Em uma ocorrência, o paciente apresenta-se não responsivo, porém com movimentos respiratórios presentes. Segundo o Protocolo de Suporte Avançado de Vida do Ministério da Saúde, a conduta adequada é:
Iniciar compressões torácicas imediatamente.
Garantir a permeabilidade das vias aéreas e considerar suporte ventilatório.
Administrar drogas vasoativas precocemente.
Realizar intubação orotraqueal obrigatoriamente.
Assinale a alternativa correta sobre a assistência de enfermagem ao paciente adulto em parada cardiorrespiratória no contexto do suporte básico de vida.
O segundo passo do suporte básico de vida é determinar se a vítima está respirando, o que é verificado mediante a medição da saturação de oxigênio por meio de um oxímetro de pulso.
Quando se verifica que uma vítima está desacordada, não respondendo a estímulo verbal e leve toque no ombro, bem como apresentando ausência de respiração, constata-se que está em Parada Cardiorrespiratória somente após a verificação de ausência de pulsos centrais.
O objetivo principal da Reanimação Cardiopulmonar no suporte básico de vida é iniciar a respiração artificial, seguida de compressões torácicas.
Na Reanimação Cardiopulmonar, o posicionamento correto das mãos sobre o tórax da vítima é essencial para evitar lesões internas decorrentes das compressões torácicas. A recomendação orienta posicionar as mãos no centro do tórax em pacientes adultos.
O primeiro passo na sequência do suporte básico à vida é determinar a responsividade da vítima, chamando a vítima pelo nome quando se conhece a pessoa ou como “Senhor” ou “Senhora” quando é desconhecida. Também se dá leves toques no ombro enquanto se chama verbalmente.
Paciente em Parada cardiorrespiratória (PCR) com fibrilação ventricular. Após 1º choque, deve-se:
Suspender atendimento para reavaliação.
Iniciar compressões torácicas por 2 minutos.
Checar pulso central e ritmo cardíaco para verificar reversão da fibrilação.
Administrar bicarbonato de sódio intravenoso para correção de acidose metabólica associada à PCR.


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Durante uma Parada Cardiorrespiratória (PCR) em um paciente adulto na UTI, a qualidade das compressões torácicas é determinante para o retorno da circulação espontânea. Assinale a alternativa que indica a frequência e a profundidade corretas das compressões segundo as diretrizes da American Heart Association (AHA).
Frequência de 100 a 120 por minuto e profundidade máxima de 4 cm.
Frequência de 80 a 100 por minuto e profundidade de 3 a 4 cm.
Frequência de 60 a 80 por minuto e profundidade de 2 a 3 cm.
Frequência de 100 a 120 por minuto e profundidade de 5 a 6 cm (pelo menos 5 cm).
Frequência de 120 a 140 por minuto e profundidade maior que 6 cm.
De acordo com as diretrizes do Suporte Básico de Vida (SBV) para adultos, qual é a frequência e profundidade recomendada para as compressões torácicas durante a Ressuscitação Cardiopulmonar (RCP) de alta qualidade?
Frequência de 60 a 80 compressões por minuto e profundidade de 2 a 3 cm.
Frequência de 100 a 120 compressões por minuto e profundidade de 5 a 6 cm.
Frequência de 100 compressões por minuto e profundidade de 3 a 4 cm.
Frequência de 120 a 140 compressões por minuto e profundidade máxima de 5 cm.
O enfermeiro, como membro essencial da equipe multiprofissional no atendimento à Parada Cardiorrespiratória (PCR), deve dominar as diretrizes atualizadas da American Heart Association (AHA – 2025), para garantir intervenções rápidas, seguras e eficazes. No manejo da PCR em adultos com ritmo chocável — Fibrilação Ventricular (FV) ou Taquicardia Ventricular sem Pulso (TVSP), a atuação do enfermeiro envolve liderança, organização da equipe, monitorização contínua e execução de condutas críticas. Nesse contexto e, considerando essas recomendações, é INCORRETO afirmar que a conduta inicial do enfermeiro deva ser:
após o primeiro choque, retomar imediatamente as compressões por 2 minutos e considerar a administração de amiodarona após o terceiro choque, conforme protocolo.
garantir compressões torácicas com frequência de 100 - 120/min, profundidade de 5 - 6cm, permitindo retorno completo do tórax e minimizando interrupções, além de realizar o primeiro choque o mais precocemente possível.
iniciar imediatamente compressões torácicas de alta qualidade por 2 minutos, providenciar desfibrilação assim que o desfibrilador estiver disponível e retomar as compressões imediatamente após o choque.
administrar adrenalina 1mg intravenoso/intraóssea, antes da primeira desfibrilação, visando aumentar precocemente a perfusão coronariana e cerebral.
utilizar desfibrilação precoce com carga recomendada pelo fabricante (geralmente 200 J bifásico), seguida da retomada imediata das compressões, sem checagem de pulso logo após o choque.
Durante atendimento a um adulto encontrado inconsciente em via pública, a equipe inicia avaliação conforme as diretrizes da American Heart Association e do International Liaison Committee on Resuscitation. O paciente não responde a estímulos, não apresenta respiração normal (apneia com gasping) e não há pulso carotídeo palpável em até 10 segundos. Considerando o protocolo atualizado de Suporte Básico de Vida para adultos, assinale a alternativa correta:
Deve-se iniciar ventilação com bolsa-válvula-máscara por 2 minutos antes de iniciar compressões torácicas, priorizando oxigenação.
As compressões torácicas devem ser realizadas na frequência de 80 a 100 compressões por minuto, com profundidade aproximada de 3 cm.
A sequência correta é CAB (Compressões, Abertura de vias aéreas, Ventilação), com compressões na frequência de 100–120/min e profundidade de 5–6 cm, permitindo retorno completo do tórax.
A checagem de pulso deve ser repetida a cada 30 segundos para reavaliar ritmo e eficácia das compressões.
O desfibrilador externo automático (DEA) somente deve ser utilizado após 5 ciclos completos de RCP, independentemente da disponibilidade imediata do equipamento.
Sobre o Suporte básico de vida em adultos e as recomendações no atendimento de Parada cardiorespiratória (PCR), é correto afirmar que:
A RCP precoce de alta qualidade e a desfibrilação imediata são as intervenções mais importantes associadas a melhores desfechos na PCR em adultos.
No caso de adultos com traumatismo na cabeça e pescoço, se não for possível abrir a via aérea com a anteriorização da mandíbula, os socorristas não devem abri-la realizando a inclinação da cabeça – elevação do queixo – pelo risco de lesão medular.
Recomenda-se que os socorristas leigos e os profissionais de saúde realizem a RCP em ciclos de 15 compressões seguidas de 2 ventilações antes da colocação de uma via aérea avançada.
Em adultos com obstrução de vias aéreas grave, devem ser executadas 5 compressões abdominais até que o objeto seja expelido ou a vítima fique inconsciente.
A RCP precoce de alta qualidade e a ventilação efetiva são as intervenções mais importantes associadas a melhores desfechos na PCR em adultos.