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A ressuscitação cardiopulmonar (RCP) é um procedimento de emergência que salva vidas quando realizado corretamente e com rapidez. Em um hospital público chamado Max Saúde, o Técnico de Enfermagem presencia paciente em parada cardiorrespiratória e é acionado para participar da RCP. O profissional reconhece que RCP envolve compressões torácicas, ventilação artificial e desfibrilação quando disponível, e que cada segundo é crítico para sobrevivência do paciente. O Técnico de Enfermagem, sob supervisão do enfermeiro e médico, deve executar RCP conforme protocolos de emergência e diretrizes do Ministério da Saúde. Qual das seguintes opções descreve os componentes essenciais e sequência correta da RCP conforme diretrizes atualizadas?
Interromper RCP frequentemente para verificar pulso, mesmo que paciente não apresente sinais de recuperação.
Aguardar o médico chegar antes de iniciar qualquer procedimento de RCP no paciente em parada cardiorrespiratória.
Verificar responsividade, chamar ajuda, posicionar paciente, iniciar compressões torácicas profundas e rápidas, alternar com ventilação artificial.
Realizar apenas ventilação artificial sem compressões torácicas, pois compressões podem causar fraturas nas costelas.
Uma equipe de enfermagem é acionada para atender um homem de 62 anos, encontrado inconsciente em via pública. Ao exame inicial, verifica-se ausência de responsividade, ausência de movimentos respiratórios e pulso carotídeo não palpável. Um DEA (Desfibrilador Externo Automático) é disponibilizado no local em menos de dois minutos.
Considerando as diretrizes atuais de atendimento à PCR no adulto em ambiente extra-hospitalar, analise as alternativas a seguir e aponte a que está CORRETA.
Iniciar ventilação com bolsa-válvula-máscara por dois minutos antes de qualquer compressão torácica, priorizando a oxigenação inicial.
Realizar intubação orotraqueal imediata antes do início das compressões, visando proteger a via aérea.
Iniciar compressões torácicas imediatamente, acoplar o DEA assim que disponível e seguir suas orientações quanto à análise e choque.
Aguardar a chegada do suporte avançado para iniciar manobras, a fim de evitar compressões inadequadas.
Administrar medicação vasoativa antes da desfibrilação, considerando tratar-se possivelmente de assistolia.
Assinale a alternativa correta considerando as diretrizes atuais de Suporte Básico de Vida (SBV) para adultos.
As interrupções das compressões torácicas são recomendadas a cada minuto para reavaliação do pulso carotídeo.
Após cada compressão torácica, o socorrista deve manter pressão contínua sobre o tórax para melhorar a perfusão coronariana.
Na ausência de pulso e respiração normal, devem-se iniciar imediatamente compressões torácicas de alta qualidade, minimizando interrupções e utilizando o DEA assim que disponível.
As compressões torácicas devem ser realizadas com frequência de 60 a 80 compressões por minuto e profundidade aproximada de 2 cm.
Deve-se iniciar a ventilação de resgate por 2 minutos antes de iniciar as compressões torácicas.
Situações de urgência como parada cardiorrespiratória, traumatismos graves e convulsões exigem classificação adequada e acionamento rápido das equipes. O enfermeiro regulador precisa reconhecer sinais de gravidade a partir das informações fornecidas pelo solicitante. A comunicação eficaz é essencial para reduzir riscos. Assinale a alternativa correta:
A decisão deve ser postergada até confirmação hospitalar.
A identificação precoce de sinais de gravidade orienta o envio adequado de suporte básico ou avançado de vida.
O envio de unidade avançada independe da avaliação clínica inicial.
Todas as ocorrências devem ser classificadas como baixa complexidade inicialmente.
A sobrevivência de um paciente durante a PCR requer sistemas integrados e pessoas, protocolos, políticas e recursos, juntamente com a aquisição e revisão contínuas da cadeia de sobrevivência unificada para PCR. Um enfermeiro em seu plantão se deparou com uma emergência clínica com paciente adulto sem pulso e sem movimentos respiratórios. Com base em seus conhecimentos e nas ultimas atualizações do Protocolo e Diretrizes para RCP da American Heart Association – AHA ele tomou a decisão de agir prontamente, marque a alternativa que descreve corretamente a manobra de compressões torácicas realizadas pela equipe na cadeia de sobrevivência.
As compressões devem ser profundas, com 80 a 100 compressões por minuto e profundidade de 4 a 5 cm.
As compressões devem ser de qualidade, com 100 a 120 compressões por minuto e profundidade de 5 a 6 cm.
As compressões devem ser superficiais, com 120 a 140 compressões por minuto e profundidade de 3 a 4 cm.
As compressões devem ser de qualidade, com 140 a 160 compressões por minuto e profundidade de 6 a 7 cm.
As compressões devem ser profundas, com 60 a 80 compressões por minuto e profundidade de 7 a 8 cm.
Com base nas diretrizes mais recentes para o atendimento à parada cardiorrespiratória (PCR) em adultos, analise as afirmativas a seguir e assinale (V) para a verdadeira e (F) para a falsa.
( ) A cadeia de sobrevivência foi unificada, sendo recomendada uma única cadeia para o ambiente extra-hospitalar e intrahospitalar.
( ) A RCP precoce de alta qualidade e a desfibrilação imediata são consideradas as intervenções mais importantes associadas a melhores desfechos na PCR em adultos.
( ) Os ciclos de 30 compressões seguidas de duas ventilações antes da colocação de uma via aérea avançada são recomendados apenas para socorristas leigos, não devendo ser adotados por profissionais de saúde.
As afirmativas são, respectivamente,
V – F – V.
F – F – F.
V – V – F.
F – V – F.
V – V – V.
Dentre as intercorrências comuns em primeiros socorros estão os engasgos. Saber agir de forma adequada e assertiva minimiza complicações.
Assinale a alternativa que indica procedimento correto diante da ocorrência de engasgo em adultos.
3 pancadas nas costas (golpes dorsais) seguidas por 3 compressões abdominais (Heimlich), alternando os ciclos até a desobstrução ou inconsciência.
Diversas compressões abdominais (Heimlich) até a desobstrução ou inconsciência.
Iniciar por 5 compressões abdominais (Heimlich) seguidas por 5 pancadas nas costas (golpes dorsais), alternando os ciclos até a desobstrução ou inconsciência.
5 pancadas nas costas (golpes dorsais) seguidas por 5 compressões abdominais (Heimlich), alternando os ciclos até a desobstrução ou inconsciência.
3 compressões abdominais (Heimlich) seguidas de 3 pancadas nas costas (golpes dorsais), alternando os ciclos até a desobstrução ou inconsciência.
Segundo os destaques das Diretrizes de 2025 da American Heart Association para Ressuscitação Cardiopulmonar (RCP) e Atendimento Cardiovascular de Emergência, entre os cuidados pós-parada cardiorrespiratória (pós-PCR), recomenda-se manter uma pressão arterial média (PAM) de, no mínimo,
55 mmHg.
65 mmHg.
75 mmHg.
90 mmHg.
Para início imediato das manobras de suporte básico de vida, o TE deve estar apto a reconhecer um quadro de parada cardiorrespiratória (PCR), que se caracteriza por
presença de pulso fraco associada a respiração irregular e superficial.
ausência de pulso carotídeo e apneia.
rebaixamento do nível de consciência com sinais de má perfusão.
presença de respiração irregular ou ofegante, mesmo sem resposta ao estímulo.
hipotensão importante associada a alteração do estado geral.
Na cadeia de sobrevivência da parada cardiorrespiratória extra-hospitalar (PCREH), cada elo representa uma etapa essencial do atendimento. Assinale a alternativa que corresponde ao elo imediatamente anterior ao início da RCP de alta qualidade.
Reconhecimento da PCR e acionamento do sistema de emergência.
Cuidados pós-parada cardiorrespiratória.
Desfibrilação precoce.
Suporte avançado de vida.
Considerando a técnica PCR, em adultos com parada cardiorrespiratória, a profundidade recomendada das compressões torácicas é:
pelo menos 2 cm.
cerca de 3 cm.
pelo menos 5 cm e no máximo 6 cm.
exatamente 7 cm.
compressões superficiais para evitar fraturas.
Analise as assertivas.
I. O reconhecimento precoce da parada cardiorrespiratória favorece o início oportuno da ressuscitação.
PORQUE
II. O atraso no reconhecimento pode reduzir as chances de sobrevivência do paciente.
As assertivas I e II são falsas.
A assertiva I é verdadeira e a II é falsa.
A assertiva I é falsa e a II é verdadeira.
As assertivas I e II são verdadeiras, mas a II não justifica a I.
As assertivas I e II são verdadeiras, e a II justifica a I.
(IBED) Em parada cardiorrespiratória de adulto, quando não há via aérea avançada instalada, a ressuscitação cardiopulmonar realizada por profissional treinado utiliza ciclos de trinta compressões para duas ventilações.
Certo
Errado
Um atendimento adequado em situações de Parada Cardiorespiratória (PCR) influencia sobremaneira na recuperação da vítima.
Assinale a alternativa que indica corretamente a cadeia da sobrevivência no atendimento de PCR, seja intra ou extra-hospitalar, em ordem cronológica.
Reconhecimento e Ativação de emergência, RCP de alta qualidade, Desfibrilação, Ressuscitação avançada, Cuidados pós-PCR, Recuperação e Sobrevivência.
Reconhecimento e Ativação de emergência, Ventilação de alta qualidade, Ressuscitação avançada, Cuidados pós-PCR, Recuperação e Sobrevivência.
Ventilação de alta qualidade, Desfibrilação, Ressuscitação avançada, Cuidados pós-PCR, Recuperação e Sobrevivência.
RCP de alta qualidade, Compressão adequada, Desfibrilação, Ressuscitação avançada, Cuidados pós-PCR, Recuperação e Sobrevivência.
Reconhecimento e Ativação de emergência, RCP de alta qualidade, Desfibrilação e Ressuscitação avançada.
Durante atendimento em uma Unidade de Pronto Atendimento (UPA), um paciente adulto apresenta colapso súbito, ausência de responsividade e ausência de pulso central palpável. O monitor cardíaco evidencia fibrilação ventricular. A equipe inicia imediatamente compressões torácicas de alta qualidade, com monitorização contínua e preparo do desfibrilador. Nesse contexto clínico, considerando as recomendações de Suporte Avançado de Vida e das competências legais do enfermeiro no contexto da parada cardiorrespiratória, a intervenção indicada determina que:
identificado ritmo chocável, a desfibrilação deve ser realizada prontamente, com retomada imediata das compressões torácicas e nova análise do ritmo após cerca de dois minutos, minimizando interrupções
identificado ritmo chocável, recomenda-se completar previamente dois minutos de compressões torácicas antes da primeira desfibrilação, independentemente do momento da identificação do ritmo no monitor
a coordenação da equipe durante a parada cardiorrespiratória constitui atribuição privativa do médico presente, sendo o enfermeiro responsável apenas por executar intervenções previamente prescritas
após cada desfibrilação realizada, é obrigatória a verificação imediata do pulso central antes da retomada das compressões, a fim de confirmar possível retorno da circulação espontânea
Durante o atendimento a uma PCR no contexto do suporte avançado de vida em adultos (ACLS), a abordagem das vias aéreas deve respeitar princípios que priorizam a manutenção da perfusão cerebral e coronariana. Considerando as recomendações atuais, assinale a alternativa INCORRETA sobre a priorização da intubação orotraqueal durante a ressuscitação cardiopulmonar.
A intubação orotraqueal deve ser realizada apenas se puder ser executada sem interrupções prolongadas das compressões torácicas.
A ventilação com bolsa-válvula-máscara é uma estratégia aceitável e eficaz nas fases iniciais da RCP.
A instalação da via aérea avançada não deve comprometer a qualidade, profundidade e frequência das compressões torácicas.
A intubação orotraqueal deve ser priorizada imediatamente, mesmo que haja necessidade de interromper repetidamente as compressões.
A decisão pela via aérea avançada deve considerar experiência da equipe, tempo de parada e resposta à RCP inicial.
Com base nos componentes da Ressuscitação Cardiopulmonar (RCP) de alta qualidade para bebês e crianças em parada cardiorrespiratória (PCR), avalie as afirmativas a seguir e assinale (V) para a verdadeira e (F) para a falsa.
( ) Para bebês e crianças, recomenda-se minimizar as interrupções durante a RCP, mantendo as pausas nas compressões torácicas inferiores a 10 segundos.
( ) Na compressão torácica em bebês, recomenda-se comprimir o esterno usando a técnica dos dois polegares, com as mãos circundando o tórax ou a base de uma das mãos.
( ) A tradicional técnica de 2 dedos para RCP em bebês menores de 1 ano não é mais recomendada, visto que não alcança a profundidade ideal de compressão.
As afirmativas são, respectivamente,
V – F – V.
F – V – F.
V – V – V.
F – F – F.
V – V – F.
A agilidade e a precisão no Suporte Básico de Vida (SBV) para adultos com parada cardiorrespiratória são determinantes para a sobrevivência e a redução de danos neurológicos. Sobre as recomendações atuais para a reanimação cardiopulmonar, analise as afirmações a seguir:
I. A frequência das compressões torácicas deve ser de, no mínimo, 100 compressões por minuto.
II. A relação de compressão-ventilação para um socorrista atuando em um paciente adulto deve ser de 15 compressões para 2 ventilações.
III. A profundidade adequada das compressões torácicas em um adulto deve ser de, no mínimo, 5 centímetros, permitindo o retorno total da parede torácica entre as compressões.
Está CORRETO o que se afirma em:
Apenas I.
Apenas II e III.
Apenas I e III.
I, II e III.
Apenas III.
Durante atendimento pré-hospitalar em via pública, uma equipe de suporte básico de vida é acionada para atendimento de um homem de 62 anos, encontrado caído ao solo. Ao chegar ao local, o Enfermeiro realiza avaliação primária, identificando ausência de resposta a estímulos verbais e dolorosos, ausência de movimentos respiratórios, pulso carotídeo não palpável e pele fria e diaforética. Testemunhas relatam início súbito do quadro há poucos minutos. A cena é considerada segura, e a equipe dispõe de desfibrilador externo automático (DEA) e materiais básicos de suporte à vida. Considerando as diretrizes atuais de Suporte Básico de Vida (SBV) e a priorização das intervenções na parada cardiorrespiratória (PCR), assinale a alternativa que descreve a conduta CORRETA.
Priorizar a monitorização do paciente e obtenção de acesso venoso antes do início das compressões torácicas, garantindo melhor avaliação clínica inicial e preparo para intervenções avançadas.
Iniciar imediatamente compressões torácicas de alta qualidade, com frequência de 100 a 120 compressões por minuto e profundidade adequada, associando ventilação conforme protocolo, minimizando interrupções, e utilizar o DEA o mais precocemente possível para análise do ritmo e desfibrilação, se indicada.
Aguardar a chegada de equipe médica para confirmação diagnóstica da parada cardiorrespiratória antes de iniciar qualquer manobra de reanimação, a fim de evitar intervenções desnecessárias.
Realizar transporte imediato do paciente ao serviço de emergência mais próximo, priorizando deslocamento rápido em detrimento do início das manobras de reanimação no local.
De acordo com os Destaques das Diretrizes de Ressuscitação Cardiopulmonar (RCP) e Atendimento Cardiovascular de Emergência (ACE) da American Heart Association (2020), a prioridade no atendimento à parada cardiorrespiratória em adultos é:
O início rápido de compressões torácicas em adultos realizadas com frequência inferior a 80 compressões por minuto, profundidade aproximada de 2 cm e profundidade de 5 a 6 cm.
A identificação imediata da causa da parada.
O início rápido de compressões de alta qualidade.
A intubação orotraqueal antes do início da RCP.
A ventilação com bolsa-válvula-máscara antes das compressões.