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Considerando os protocolos de atendimento de Parada Cardiorrespiratória (PCR) em pediatria, assinale a afirmativa correta.
A ventilação deve ser iniciada com cateter tipo óculos para evitar acidose respiratória.
A dose inicial de epinefrina deve ser administrada no 5º minuto após o início das compressões.
Em crianças com via aérea avançada, deve-se administrar uma ventilação a cada seis segundos.
A PCR deve ser iniciada se a criança, mesmo em oxigenação, apresentar frequência cardíaca < 60 batimentos por minuto.
O uso do desfibrilador deve ser evitado em crianças menores de 2 anos.
Durante uma ocorrência domiciliar, o técnico de enfermagem encontra um paciente inconsciente, sem respiração e sem pulso. Segundo os protocolos de suporte básico de vida, qual deve ser a conduta imediata?
Iniciar ventilação com ambu por 2 minutos antes de iniciar as compressões torácicas.
Realizar 30 compressões torácicas seguidas de 2 ventilações, acionando o desfibrilador automático externo (DEA) o mais rápido possível.
Iniciar massagem cardíaca apenas se o paciente apresentar sinais de cianose ou palidez extrema.
Posicionar o paciente em decúbito lateral para manter a via aérea pérvia.
Leia o texto a seguir:
Como componentes do suporte básico de vida pediátrico, os procedimentos de ressuscitação cardiopulmonar de alta qualidade se caracterizam por: compressão torácica com profundidade de ____________ e frequência de ____________ compressões por minuto, aguardando-se o retorno total do tórax da criança e minimizando-se as interrupções. Caso dois socorristas estejam realizando o atendimento, na aplicação das compressões torácicas, eles devem se alternar a cada ____________ minutos, ou antes, em caso de cansaço. Se a criança estiver sem via aérea avançada, a relação compressão-ventilação deve ser de ____________ .
Considere as recomendações contidas em Destaques das Diretrizes de RCP E ACE de 2020 da American Heart Association (Associação Americana de Cardiologia) e assinale a alternativa que completa, correta e respectivamente, as lacunas do texto.
no mínimo 2 cm … 120 a 140 … 5 … 15:2
pelo menos 1/3 do diâmetro torácico … 120 a 140 … 5 … 15:1
no mínimo 3 cm e no máximo 6 cm … 100 a 120 … 2 ... 30:2
pelo menos 1/3 do diâmetro torácico … 100 a 120… 2 ... 15:2
pelo menos 1/3 do diâmetro torácico … 80 a 120 … 10 … 30:2
Considerando as Diretrizes de Ressuscitação Cardiopulmonar (RCP) da American Heart Association, de 2020, é INCORRETO afirmar que:
são causas reversíveis de parada cardiorrespiratória no adulto (5H’s e 5T’s): hipóxia; hipovolemia; hipotensão arterial; acidose (H+); hipo e hipercalemia; trombose coronária; tromboembolismo pulmonar; tamponamento cardíaco; trauma torácico; e toxinas.
as causas reversíveis de parada cardiorrespiratória em crianças são categorizadas nos 6H’s e 5T’s, semelhantes às de adultos, com uma diferença importante: o sexto "H", no caso pediátrico, inclui hipoglicemia, que não é listado entre as causas principais em adultos.
na gestante, as possíveis causas de parada cardiorrespiratória são conhecidas pelo algoritmo ABCDEFGH. Cada letra representa uma potencial complicação que pode acontecer com a gestante: A- “Anestesia”; B-“Bleeding”, que traduzido significa hemorragias; C-“Cardiovascular”; D-“Drugs”, que traduzido significa medicamentos; E-“Embolia”; F-“Febre”; G-“Causas Gerais não obstétricas (5H’s e 5T’s)”; e H-“Hipertensão”.
os cuidados pós-parada cardiorrespiratória devem ser instituídos após retorno da circulação espontânea do paciente. Um deles é realizar o controle direcionado da temperatura se o paciente não estiver atendendo a comandos, mantendo a vítima entre 32°C a 36°C, durante 24 horas, usando um dispositivo de resfriamento com loop de feedback.
Conforme as diretrizes da Instituição American Heart Association (AHA), em uma situação de parada cardiorrespiratória de adulto, assinale a alternativa incorreta quanto às principais medidas a serem realizadas pela equipe de saúde.
Manter o desfibrilador preparado e próximo ao paciente; caso não tenha, solicitar um desfibrilador externo semiautomático (DEA)
Monitorizar o paciente
Colocar a vítima em decúbito (deitado) ventral horizontal em uma superfície macia e confortável
Manter a cabeça e o tórax no mesmo plano e iniciar o suporte básico de vida
S. F. P., 35 anos, foi encontrada inconsciente em via pública por um técnico de enfermagem que, diante da situação, iniciou o protocolo de suporte básico de vida com base na parada cardiorrespiratória extra-hospitalar, segundo a American Heart Association (AHA). Acerca da cadeia de sobrevivência que o profissional deve seguir, de acordo com AHA, assinale a afirmativa correta.
Desfibrilação; ressuscitação avançada; cuidados pós-PCR; recuperação; acionar o SAMU; e reanimação cardiopulmonar.
Acionar o SAMU; reanimação cardiopulmonar; desfibrilação; ressuscitação avançada; cuidados pós-PCR; e recuperação.
Ressuscitação avançada; cuidados pós-PCR; e recuperação; acionar o SAMU; reanimação cardiopulmonar; e desfibrilação.
Reanimação cardiopulmonar; acionar o SAMU; desfibrilação; ressuscitação avançada; cuidados pós-PCR; e recuperação.
Em um incidente com múltiplas vítimas, o socorrista utiliza o Método START (Simple Triage and Rapid Treatment) para realizar a triagem inicial dos pacientes. Qual das alternativas abaixo apresenta a sequência correta de avaliação no Método START para classificar as vítimas de acordo com a gravidade da situação?
Avaliar respiração, qualidade da perfusão periférica e nível de consciência.
Verificar a pressão arterial, frequência cardíaca e níveis de oxigênio no sangue.
Avaliar primeiro a respiração, depois a perfusão periférica, e, por último, a reação pupilar.
Avaliar primeiro a perfusão periférica, depois a respiração, e, por último, a capacidade de mover os membros.
O atendimento ao paciente politraumatizado requer uma abordagem sistematizada e rápida, baseada em protocolos que priorizam a identificação e o tratamento imediato de condições que ameaçam a vida. Acerca do assunto, registre V, para as afirmativas verdadeiras, e F, para as falsas:
(__)Diante de hemorragia externa maciça, é aceitável priorizar a conclusão da avaliação das vias aéreas e da ventilação antes de controlar ativamente o sangramento, porque o sangramento só causa choque em etapas posteriores.
(__)Na avaliação primária (ABCDE) do politraumatizado, a permeabilidade das vias aéreas deve ser assegurada com imobilização cervical, e a indicação de via aérea definitiva inclui Glasgow ≤ 8, fraturas maxilofaciais graves e risco de aspiração — situações em que deve-se considerar intubação orotraqueal ou via cirúrgica.
(__)No traumatizado em parada cardiorrespiratória, além da RCP básica, é imprescindível identificar e tratar causas reversíveis (ex.: pneumotórax hipertensivo, tamponamento, hemorragia maciça); entretanto, as compressões torácicas devem ser evitadas até que se consiga o controle cirúrgico das causas hemorrágicas.
(__)O item E (exposure) do ABCDE exige despir completamente o doente para busca de lesões ocultas, com proteção imediata contra hipotermia (cobertores, aquecer líquidos/gases), e a reavaliação deve ser contínua, retornando-se à letra A sempre que houver piora clínica.
Após análise, assinale a alternativa que apresenta a sequência correta dos itens acima, de cima para baixo:
V, F, F, F.
F, V, F, V.
F, F, V, V.
V, V, V, V.
Segundo as recomendações de 2020 da American Heart Association, para que a reanimação cardiopulmonar de alta qualidade ocorra, devem ser realizadas
compressões do tórax com força suficiente para afundá-lo pelo menos 3 cm.
interrupções mínimas durante a realização das compressões.
compressões lentas (60 a 90/min), aguardando o retorno parcial do tórax.
ventilações rápidas, para melhor oxigenação.
compressões 30 vezes e ventilação 2 vezes com via área avançada.
No atendimento em Suporte Básico de Vida (SBV), segue-se a ordem do CAB ou CABD, que se trata de um mnemônico, onde:
■ C: corresponde a Checar responsividade, Chamar por ajuda, Checar o pulso e a respiração da vítima, Iniciar Compressões.
■ A: abertura das vias aéreas.
■ B: boa ventilação.
■ D: desfibrilação, neste caso, com o desfibrilador externo automático (DEA).
Segundo a American Heart Association (Associação Americana do Coração) qual a relação correta entre compressões e ventilações no atendimento em Suporte Básico de Vida (SBV) em adultos?
2 compressões por 2 ventilações
15 compressões por 5 ventilações
20 compressões por 2 ventilações
30 compressões por 2 ventilações
50 compressões por 5 ventilações
Em relação aos aspectos fundamentais para o sucesso do atendimento de uma parada cardiorrespiratória (PCR), destaca-se a ênfase na Ressuscitação Cardiopulmonar (RCP). Quanto à RCP de alta qualidade em adultos, em ambiente extra-hospitalar, assinale V (verdadeiro) ou F (falso) diante de cada afirmativa a seguir.
( ) A frequência das compressões torácicas deve ser entre 100 a 120 compressões por minuto.
( ) A relação compressão/ventilação deve ser de 30:2.
( ) A profundidade mínima da compressão torácica é de 4 cm, não devendo ultrapassar 6 cm.
( ) A s compressões devem ser ininterruptas, inclusive durante as ventilações.
V, F, F, V.
F, V, V, F.
V, V, F, F.
F, F, V, V.
Durante uma emergência cardiovascular, a manobra a ser realizada se o paciente estiver inconsciente e não respirando, normalmente é
a manobra de valsalva
massagem cardíaca externa imediatamente
Esperar até que apareça um desfibrilador
Oferecer oxigênio suplementar
Com base no algoritmo de parada cardiorrespiratória (PCR) para adultos, assinale a afirmativa correta.
Para realizar uma RCP efetiva, comprima com força (pelo menos 3-4cm) e rápido (80 a 100/min) e aguarde o retorno do tórax.
Alterne os responsáveis pelas compressões a cada 3 minutos ou antes, se houver cansaço.
Sem via aérea avançada, relação compressão-ventilação de 15:2.
Quando houver uma via aérea avançada, administre 1 ventilação a cada 5 segundos com compressões contínuas.
Os 5 H's que estão descritos como causas reversíveis da PCR estão hipovolemia, hipóxia, hidrogênio (acidemia), hipo/hipercalemia e hipotermia.
Um paciente adulto dá entrada na sala de emergência (sala vermelha) com quadro de dor torácica súbita, seguida de perda de consciência. A equipe confirma a Parada Cardiorrespiratória (PCR) em ritmo chocável (Fibrilação Ventricular). O técnico de enfermagem assume as compressões torácicas enquanto o restante da equipe prepara o desfibrilador e a via aérea. Considerando as diretrizes atualizadas da American Heart Association (AHA) para Ressuscitação Cardiopulmonar (RCP) de alta qualidade em adultos.
Assim, analise as afirmativas a seguir.
I.O técnico deve realizar as compressões com uma frequência de 100 a 120 compressões por minuto, deprimindo o tórax em pelo menos 5 cm (e não mais que 6 cm), permitindo o retorno total do tórax após cada compressão.
II.Para evitar a fadiga e garantir a qualidade da RCP, o técnico responsável pelas compressões deve ser substituído a cada 5 minutos ou quando houver exaustão, minimizando as interrupções das compressões para menos de 30 segundos durante a troca.
III.Durante as compressões, o técnico deve apoiar-se sobre o tórax do paciente, mantendo os cotovelos flexionados para melhor absorção do impacto e para evitar lesões em seus próprios ombros e punhos.
IV. As interrupções nas compressões torácicas devem ser minimizadas, limitando-se a menos de 10 segundos para verificações de pulso, análise de ritmo ou administração de choques, garantindo uma fração de compressão torácica adequada.
Assinale a alternativa que apresenta somente as proposições CORRETAS:
I e IV.
II e III.
I, II e IV.
III e IV.
Considere as afirmativas a seguir sobre a reanimação cardiopulmonar (RCP) em adultos, de acordo com as Diretrizes da AHA. Em seguida, assinale V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas.
( ) A profundidade ideal das compressões torácicas em adultos deve ser de, no mínimo, 5 cm e não ultrapassar 6 cm.
( ) A verificação do pulso deve durar no máximo 10 segundos; se não houver certeza da presença de pulso, deve-se iniciar compressões torácicas.
( ) A frequência ideal das compressões torácicas durante a RCP em adultos é de 80 a 100 compressões por minuto.
( ) Após cada compressão, deve-se permitir o retorno completo do tórax, evitando apoiar-se no esterno.
A sequência está CORRETA em:
V – V – F – V
F – V – F – F
V – F – V – V
V – V – V – F
F – F – V – V
A cadeia de sobrevivência para parada cardiorrespiratória - PCR extra hospitalar para adultos é composta por seis elos, atualizados pelas diretrizes da American Heart Association (AHA - 2020). Assinale a alternativa que apresenta os seis elos na sequência correta:
Reconhecimento e prevenção precoce, acionamento do serviço móvel, desfibrilação, RCP de alta qualidade, desfibrilação, cuidados pós parada cárdio respiratória.
Prevenção, Acionamento do serviço móvel, RCP de alta qualidade, ressuscitação avançada, cuidados pós PCR e recuperação.
Reconhecimento e prevenção precoce, acionamento do serviço médico de emergência, RCP de alta qualidade, ressuscitação avançada, cuidados pós PCR e recuperação.
RCP de alta qualidade, acionamento do serviço médico de emergência, ressuscitação, desfibrilação, cuidados pós PCR e recuperação.
Reconhecimento e acionamento do serviço móvel, RCP de alta qualidade, desfibrilação, ressuscitação avançada, cuidados pós PCR e recuperação.
Tendo como referência as diretrizes atuais para a ressuscitação cardiopulmonar em pediatria, assinale a opção correta.
Após cada compressão, deve-se permitir que o tórax retorne, pelo menos, um terço do seu diâmetro anteroposterior, sendo necessário realizar a verificação de ritmo, com duração não superior a 10 segundos, a cada 2 minutos aproximadamente.
A taxa de compressão razoável para bebês e crianças é de aproximadamente 60-80 compressões por minuto.
Na ausência de via aérea avançada, é recomendada uma relação de compressão-ventilação de 30:2 caso haja dois socorristas, e de 15:2 caso haja apenas um socorrista.
Para bebês, deve-se comprimir o esterno com 2 dedos ou 2 polegares colocados logo abaixo da linha intermamária; quando a ressuscitação é realizada por um socorrista, é recomendada a técnica de envolver as mãos com os dois polegares.
É recomendado aplicar compressão que pressione o tórax aproximadamente em 4 cm para bebês e em 5 cm para crianças, o que corresponde a, pelo menos, um terço do diâmetro anteroposterior do tórax.
Qual das seguintes situações caracteriza uma parada cardiorrespiratória (PCR)?
Paciente com pulso fraco e pressão arterial baixa
Ausência de resposta, respiração e pulso
Paciente sonolento, mas com respiração normal
Pulso irregular, mas presença de sinais vitais
Durante a abordagem de um paciente em parada cardiorrespiratória, o enfermeiro precisou utilizar um dispositivo extraglótico (DEG) do tipo supraglótico para manutenção da via aérea avançada.
Um exemplo desse tipo de dispositivo é:
tubo laríngeo.
cânula faríngea.
máscara laríngea.
cateter orofaríngeo.
tubo traqueo-esofágico.
Em uma unidade de terapia intensiva, o paciente JICQ, adulto, 60 anos, já entubado, sofre uma parada cardiorrespiratória (PCR), e a equipe começa as manobras de reanimação cardiopulmonar. Nesse caso, é necessário
manter o paciente conectado ao ventilador mecânico, mudando para o modo controlado, com frequência respiratória de 15 respirações por minuto e FiO2 de 100%, sincronizada com as compressões torácicas.
interromper imediatamente a ventilação mecânica, desconectar o paciente do ventilador e realizar ventilação manual com bolsa-válvula-máscara (BVM) a cada 6 segundos, sincronizada com as compressões torácicas.
manter o paciente conectado ao ventilador mecânico, utilizando os parâmetros já pré-definidos, realizando ajuste somente na fração inspirada de oxigênio (FiO2) para 100%.
desconectar o paciente do ventilador mecânico e promover ventilação manual com bolsa-válvula-máscara a cada 10 segundos, sem necessidade de compressões torácicas.
manter o paciente conectado ao ventilador mecânico, ajustando os parâmetros para 6 respirações por minuto e fração inspirada de oxigênio (FiO2) para 95%.