

Seu próximo nível começa aqui
Com a Assinatura Ilimitada, você tem tudo que precisa para sua aprovação.
Com a Assinatura Ilimitada, você combina prática, teoria e método em uma única assinatura com tudo que você precisa para sua aprovação.
A Reanimação Cardiopulmonar (RCP) em adultos por socorristas do Suporte Básico de Vida (SBV) deve seguir uma sequência de alta qualidade para maximizar as chances de sobrevida da vítima. A respeito do ciclo de RCP em um adulto, registre V, para as afirmativas verdadeiras, e F, para as falsas:
(__)O ciclo de RCP consiste em 30 compressões torácicas seguidas por 2 ventilações, tanto para um quanto para dois socorristas.
(__)As compressões devem ser realizadas a uma frequência de 100 a 120 por minuto e com uma profundidade de, no mínimo, 5 cm, permitindo o retorno completo do tórax.
(__)O procedimento deve ser interrompido a cada 30 segundos para checar o pulso e a respiração da vítima.
(__)Se um Desfibrilador Externo Automático (DEA) estiver disponível, ele deve ser utilizado o mais rápido possível, pois a desfibrilação precoce é o tratamento mais eficaz para a fibrilação ventricular.
Após análise, assinale a alternativa que apresenta a sequência correta dos itens acima, de cima para baixo:
V, V, F, V.
F, V, F, V.
V, F, V, F.
V, V, V, F.
F, F, V, V.
Assinale a alternativa que preenche CORRETAMENTE a lacuna do texto:
A reanimação cardiopulmonar (RCP) em adultos deve ser iniciada com a relação de compressões torácicas e ventilações de ______.
15:2
20:2
30:2
10:1
50:5
Sobre o procedimento de cesárea perimortem, assinale a alternativa incorreta.
A cesárea perimortem deve ser realizada até o 5º minuto de parada cardiorrespiratória
Não transportar para outros locais ou esperar equipamentos cirúrgicos para iniciar o procedimento, apenas um bisturi é necessário
Desvio manual do útero para a esquerda não deve ser realizado ao longo da cesárea perimortem
Não interromper a ressuscitação cardiopulmonar em nenhum momento
Assinale a alternativa correta sobre a manobra executada para remoção rápida de uma vítima de acidente automobilístico com suspeita de lesão na coluna cervical a ser realizada por um socorrista ou pessoal treinado, que permite a extricação da vítima por uma pessoa sem uso de equipamentos, desde que a vítima esteja no banco dianteiro e não encarcerada. Considerando que esta manobra só está indicada em casos de extrema necessidade de extricação do veículo como em parada cardiorrespiratória ou risco de incêndio.
Manobra de Pringle
Manobra de Leopold
Manobra de Fabere
Manobra Chave de Rauteck
Durante uma ocorrência em via pública, uma vítima adulta é encontrada inconsciente, sem respiração eficaz (ausente ou em gasping) e sem pulso central palpável. A equipe de Atendimento Pré-Hospitalar (APH) chega ao local. Considerando os protocolos atualizados de Suporte Básico de Vida (SBV), assinale a alternativa que apresenta a conduta indicada no caso.
Iniciar RCP com ciclos de 15 compressões torácicas e 2 insuflações eficientes, frequência de 80–100/min, profundidade de 4–5 cm, para priorizar a ventilação e reduzir fadiga do profissional.
Iniciar RCP imediatamente, começando pelas compressões torácicas, mantendo ciclos de 30 compressões e 2 insuflações eficientes, frequência de 100–120/min, profundidade de 5–6 cm, alternando os profissionais a cada 2 minutos e minimizando interrupções.
Iniciar RCP imediatamente, começando com 20 compressões torácicas e 2 insuflações eficientes, frequência de 90–110/min, profundidade de 5 cm, mantendo compressões contínuas por 2 minutos antes de realizar ventilação.
Caso o paciente apresente movimentos involuntários, interromper RCP e reiniciar apenas se o pulso carotídeo estiver ausente, mantendo ciclos de 30 compressões torácicas e 2 insuflações eficientes, frequência de 100–120/min, profundidade de 5 cm.
Se o pulso estiver ausente, iniciar ventilação isolada com bolsa-valva máscara em ciclos de 2 insuflações eficientes a cada 30 segundos, frequência de 12–15 insuflações/min, profundidade suficiente para elevação torácica visível.
De acordo com a Cadeia de Sobrevivência da American Heart Association para PCR em ambiente intra-hospitalar – PCRIH de pacientes adultos, é correto afirmar que
a desfibrilação deve ser realizada imediatamente, antes da RCP de alta qualidade.
a cadeia de sobrevivência só deve ser utilizada para pacientes que apresentem ritmo chocável.
a RCP de alta qualidade compreende, entre outras coisas, 100 a 120 compressões cardíacas por minuto.
os cuidados pós-PCR não são incluídos nesta cadeia, pois o paciente já está sendo monitorado.
a ressuscitação avançada é o principal elo da cadeia de sobrevivência para a PCRIH.
Na fase de estabilização inicial do paciente em parada cardiorrespiratória, a equipe de saúde realiza diversas atividades ao mesmo tempo. No entanto, se a priorização for necessária, as etapas a serem seguidas são:
Manejo da via aérea; Controle dos parâmetros respiratórios; Controle da pressão arterial sistólica > 90 mmHg.
Titulação da FiO2 para saturação de oxigênio entre 92% a 98%; Intervenção cardíaca urgente; Monitoramento contínuo da temperatura.
Iniciar intervenção com 10 ventilações/minuto; Manutenção da euglicemia; Monitoramento contínuo por eletroencefalograma.
Ventilação mecânica protetora; Intervenção cardíaca urgente; Resfriamento entre 32 ºC e 38 ºC durante 24 horas.
Manutenção de normoxia; Controle da pressão arterial média > 50 mmHg; Monitoramento com eletrocardiograma de 4 eletrodos.
Mundialmente, a doença cardíaca é a causa de altos índices de mortalidade. A parada cardiopulmonar é caracterizada pela ausência de atividade mecânica cardíaca e pulso periférico, apneia ou respiração ofegante agônica. “Cadeia de sobrevivência” é o termo utilizado para elencar um sistema de cuidados necessários para associar a vítima de parada cardíaca súbita à sobrevivência. Nesse sentido, assinale a alternativa que indica alguns dos elos da cadeia de sobrevivência intra-hospitalar para adultos mencionados no suporte avançado de vida em cardiologia.
Identificação antecipada, ativação de resposta a emergências e prevenção, desfibrilação rápida e reabilitação.
Reconhecimento precoce e prevenção, notificação e resposta, desfibrilação imediata e recuperação.
Reconhecimento, alerta de resposta a emergências, desfibrilação se necessária e reabilitação.
Identificação precoce, chamado a serviço de urgência e emergência, desfibrilação imediata e reabilitação.
Reconhecimento antecipado, chamado do time de resposta rápida, desfibrilação tardia e reabilitação.
Considerando as diretrizes atuais da American Heart Association (AHA) a serem aplicadas em uma vítima de parada cardiorrespiratória (PCR) assistida, analise as assertivas abaixo:
I. A profundidade das compressões torácicas deve deprimir cerca de 5 a 6 centímetros o tórax para garantir que o coração seja comprimido adequadamente e permitir a circulação do sangue. Após, é indicado deixar o tórax retornar à posição original.
II. Em caso de parada respiratória assistida, deve-se iniciar primeiro e imediatamente a manobra de hiperventilação boca a boca.
III. Os socorristas devem alternar a cada 5 minutos (compressão torácica – ventilação) para que a qualidade e a eficácia da manobra sejam mantidas.
IV. As compreensões torácicas devem ser firmes, rápidas e em uma frequência de 100 a 120 compressões por minuto.
Quais estão corretas?
Apenas I e IV.
Apenas II e III.
Apenas II e IV.
Apenas I, II e III.
Apenas II, III e IV.
Durante o atendimento a um paciente de 56 anos, vítima de mal súbito em via pública, inconsciente, sem pulso palpável e sem movimentos respiratórios, o profissional inicia a abordagem inicial de acordo com as diretrizes da American Heart Association (AHA) e do Ministério da Saúde. Nesse contexto, a conduta inicial mais adequada é
iniciar ventilação imediatamente, antes do posicionamento do paciente.
posicionar o paciente em decúbito lateral e aguardar o suporte avançado de vida.
administrar compressões torácicas intercaladas com ventilação apenas após dois minutos de observação da respiração.
iniciar compressões torácicas de alta qualidade imediatamente, após confirmar ausência de pulso e respiração, seguindo a sequência C-A-B.
realizar verificação pupilar antes do início das manobras de reanimação cardiopulmonar.
Um paciente em PCR em ritmo não chocável (assistolia) está recebendo RCP de alta qualidade. Segundo o protocolo de Suporte Avançado de Vida, qual é a medicação e a frequência de administração indicada para esse caso?
Adrenalina 1 mg a cada 3–5 minutos, o mais precocemente possível.
Amiodarona 300 mg em bolus, seguida de 150 mg após 3–5 minutos.
Lidocaína 1–1,5 mg/kg a cada 5 minutos até a reversão.
Atropina 1 mg a cada 3–5 minutos, máximo de 3 doses.
Bicarbonato de sódio 1 mEq/kg de rotina em todos os casos.
Para atuar na gestão das medicações utilizadas na parada cardiorrespiratória do adulto, é necessário que o docente possua segurança sobre protocolos para administração dos fármacos. Na parada cardiorrespiratória, a adrenalina deve ser administrada
antes de verificar se o ritmo é chocável, na dose de 1 mg a cada 3 a 5 minutos.
após verificar se o ritmo é chocável, na dose de 0,5 mg a cada 2 minutos.
antes de verificar se o ritmo é chocável, na dose de 1 mg a cada 2 minutos.
após verificar se o ritmo é chocável, na dose de 1 mg a cada 2 minutos.
após verificar se o ritmo é chocável, na dose de 1 mg a cada 3 a 5 minutos.
Ao atender um paciente em parada cardiorrespiratória, o técnico de enfermagem inicia o suporte básico de vida. Uma das prioridades na execução da reanimação cardiopulmonar é:
Alternar compressões torácicas com ventilação na proporção de 15:2.
Realizar a ventilação por meio de máscara facial antes de iniciar as compressões.
Garantir compressões torácicas eficazes com frequência entre 100 e 120 por minuto.
Administrar oxigênio em alta concentração antes de iniciar a massagem cardíaca.
Em uma parada cardiorrespiratória, o primeiro passo é:
Iniciar ventilação mecânica
Checar a responsividade do paciente e acionar ajuda
Administrar medicamentos imediatamente
Posicionar o paciente em decúbito lateral
Durante as compressões torácicas na reanimação cardiopulmonar (RCP) em adultos, a profundidade da depressão do tórax deve ser de pelo menos 7 cm, garantindo-se o retorno completo do tórax entre as compressões.
Certo
Errado
Um técnico em enfermagem do trabalho é chamado para atender um trabalhador que apresentou perda súbita da consciência, interrupção dos movimentos respiratórios e dos batimentos cardíacos. Para reconhecer se há uma PCR (Parada Cardiorrespiratória), esse técnico deverá
palpar a artéria carótida por 1 minuto para confirmar ausência de pulso.
checar, antes de iniciar a reanimação, se as pupilas estão midriáticas.
iniciar a massagem cardíaca imediatamente, caso o trabalhador esteja apresentando comunicação ineficaz, mas estiver sem pulso.
checar principalmente as artérias radial e braquial.
avaliar se há o padrão respiratório do tipo gasping.
Com relação às manobras de ressuscitação cardiopulmonar (RCP) em adultos vítimas de parada cardiorrespiratória (PCR), assinale a alternativa incorreta.
Para realizar as compressões torácicas, deve-se posicionar as duas mãos sobre a metade inferior do esterno.
Deve-se aguardar o retorno total do tórax entre as compressões torácicas e alternar os responsáveis pelas compressões a cada dois minutos.
As compressões torácicas devem fortes (pelo menos 4 cm) e rápidas (realizadas a uma frequência de 100 batimentos por minuto).
Em pacientes com via aérea avançada, deve-se administrar uma ventilação a cada seis segundos (10 ventilações/min).
Existem medidas que visam garantir boa qualidade na ressuscitação cardiopulmonar, especialmente nas manobras de compressão torácica. Sobre isso, analise os itens e assinale a alternativa correta.
I- A profundidade da compressão torácica em adultos deve ser de pelo menos 5 cm, sendo que se deve aguardar o retorno total do tórax para realizar nova compressão.
II- O responsável pela compressão torácica deve ser alterado a cada 5 minutos, evitando exaustão e compressões de baixa qualidade.
III- As compressões torácicas devem ser fortes e rápidas com uma frequência de 100-120 compressões/minuto.
Todos estão corretos.
Somente I e II estão corretos.
Somente I está correto.
Somente I e III estão corretos.
O sistema de classificação Bedside Pediatric Early Warning System (Bedside PEWS) é usado mundialmente para identificar pacientes pediátricos hospitalizados em risco de parada cardiorrespiratória. Para a realização do cálculo do score, são utilizados sete itens, que são:
frequência cardíaca, frequência respiratória, pressão arterial sistólica, tempo de enchimento capilar, esforço respiratório, saturação transcutânea de oxigênio e oxigenoterapia.
frequência cardíaca, frequência respiratória, temperatura axilar, tempo de enchimento capilar, esforço respiratório, saturação transcutânea de oxigênio e oxigenoterapia.
frequência cardíaca, frequência respiratória, pressão arterial sistólica, pressão arterial diastólica, esforço respiratório, saturação transcutânea de oxigênio e oxigenoterapia.
frequência cardíaca, frequência respiratória, pressão arterial sistólica, tempo de enchimento capilar, plaquetas < 20.000, saturação transcutânea de oxigênio e oxigenoterapia.
frequência cardíaca, frequência respiratória, temperatura axilar, plaquetas < 20.000, esforço respiratório, saturação transcutânea de oxigênio e oxigenoterapia.
A enfermagem desempenha um papel fundamental no atendimento a pacientes em situações de urgência e emergência. Os enfermeiros atuam de forma ágil e eficiente para garantir que os pacientes recebam os cuidados necessários no momento crítico, contribuindo para a estabilização e recuperação dos mesmos. Em relação ao algoritmo de PCR para adultos, dentro do atendimento intra-hospitalar, segundo a American Heart Association (2020), analise as afirmativas.
I. Os ritmos chocáveis de parada cardiorrespiratória são a fibrilação ventricular e taquicardia ventricular sem pulso, sendo orientada a aplicação da desfibrilação imediata.
II. A epinefrina e a amiodarona são orientadas como as drogas de referência na RCP.
III. Sem via aérea avançada, a relação compressão ventilação é de 15:2.
IV. As compressões torácicas de qualidade devem ser aplicadas em uma frequência entre 100 a 110 compressões por minuto e em uma profundidade entre 4 cm e 7 cm sobre o tórax da vítima.
V. São consideradas causas reversíveis de PCR: Hipovolemia, Hipotermia e Tamponamento cardíaco.
Está correto o que se afirma em:
I, III e IV, apenas.
II, III, IV e V, apenas.
I e IV, apenas.
I, II e V, apenas.
I, II, III, IV e V