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Em um cenário clínico complexo, em relação à implementação da Teoria do Conforto de Katharine Kolcaba pela equipe de enfermagem no cuidado a pacientes com doenças crônicas avançadas, assinale a alternativa que apresenta corretamente a aplicação prática dessa teoria, levando em conta o contexto específico de pacientes em estágios avançados de doença crônica.
A equipe de enfermagem, ao aplicar a Teoria do Conforto de Kolcaba, foca prioritariamente a identificação e satisfação das necessidades de conforto físico, psicológico, sociocultural e espiritual do paciente, desenvolvendo um plano de cuidados individualizado que promova o conforto em todas essas dimensões. Esse plano é revisado e ajustado continuamente, em resposta às mudanças nas condições e necessidades do paciente
Na aplicação da Teoria do Conforto de Kolcaba, a equipe de enfermagem deve limitar suas intervenções ao alívio do desconforto físico, como dor e fadiga, dado que estas são as dimensões mais mensuráveis e, portanto, as mais relevantes para pacientes com doenças crônicas avançadas.
A Teoria do Conforto de Kolcaba é aplicada pela equipe de enfermagem exclusivamente por meio de intervenções médicas avançadas, como o manejo farmacológico da dor, ignorando as dimensões psicológica, sociocultural e espiritual do conforto, por serem consideradas menos impactantes na qualidade de vida do paciente.
Segundo a Teoria do Conforto de Kolcaba, o conforto do paciente é uma responsabilidade exclusiva do enfermeiro, e as necessidades de conforto devem ser atendidas sem envolver o paciente ou sua família no processo de cuidado, para não os sobrecarregar com decisões difíceis durante um período de vulnerabilidade.
A aplicação prática da Teoria do Conforto de Kolcaba em pacientes com doenças crônicas avançadas concentra-se unicamente na obtenção de conforto espiritual, subestimando a importância do conforto físico, psicológico e sociocultural, pois se acredita que a paz espiritual é o elemento mais crítico para pacientes em fase terminal.