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M. P. P., de 16 anos, 55 kg, obteve o diagnóstico de diabetes mellitus tipo 1, devido a...

M. P. P., de 16 anos, 55 kg, obteve o diagnóstico de diabetes mellitus tipo 1, devido a quadro de cetoacidose há um mês e está em uso de insulina NPH (12 U) e Regular (2 U), após o desjejum e às 18 horas. Veio para a avaliação médica na unidade básica de saúde (UBS), acompanhado de sua mãe. Na sala de pré-consulta com a equipe de enfermagem, a mãe relata que o filho utiliza as seringas de 1 ml (100 U) que recebe da farmácia municipal, porém tem dificuldade de preparar a “mistura” das insulinas na mesma seringa, e que todas as aplicações são feitas somente no abdome.

Mediante tal situação, qual intervenção a equipe de enfermagem deve fazer?


A

Explicar que a seringa em uso não é apropriada para aspirar corretamente a dosagem prescrita, uma vez que a seringa de 1 ml (100 U) possui escala de graduação em números ímpares.


B

Explicar que a primeira insulina a ser aspirada é a Regular, uma vez que a substância protamina, presente na formulação da insulina NPH, pode comprometer o perfil de ação da Regular.


C

Orientar o rodízio dos locais de aplicação que, além do abdome, são a região ventroglútea, face anterior do antebraço, região infraclavicular e vasto lateral da coxa.


D

Orientar que, pelo fato de as duas insulinas terem perfis de ação diferentes, não é indicada a sua mistura na mesma seringa.