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Um recém-nascido de 32 semanas de gestação é internado na Unidade de Terapia Intensiva Neonatal com quadro de distensão abdominal, dificuldade respiratória e sinais de instabilidade hemodinâmica após a introdução precoce da alimentação enteral. Ao exame físico, observa-se aumento do perímetro abdominal, presença de sangue nas fezes e sinais de irritabilidade. O médico suspeita de enterocolite necrosante (ECN) e solicita exames complementares. Como enfermeiro responsável pelo atendimento, a conduta mais apropriada diante deste quadro é:
continuar com a alimentação enteral conforme prescrição médica, monitorar os sinais vitais, e, caso o quadro piore, iniciar antibióticos de amplo espectro, aguardando a avaliação médica para decidir pela necessidade de intervenção cirúrgica
imediatamente iniciar a administração de líquidos por via intravenosa, manter o suporte ventilatório conforme necessário, interromper a alimentação enteral e monitorar sinais de septicemia. Além disso, deve ser preparado para encaminhar o recém-nascido para uma cirurgia de emergência caso a ECN seja confirmada
suspender imediatamente a alimentação enteral, manter hidratação intravenosa, realizar vigilância rigorosa dos sinais vitais, especialmente da pressão arterial e temperatura, além de monitorar a função renal e sinais de septicemia, em conjunto com a equipe médica
administrar a alimentação enteral com volumes reduzidos, manter hidratação intravenosa, e realizar controle rigoroso da temperatura, já que a ECN é uma condição benigna e com resolução espontânea na maioria dos casos