

Seu próximo nível começa aqui
Seu desenvolvimento não pode ter limites. Garanta sua Assinatura Ilimitada e libere uma preparação completa com os melhores professores do Brasil.
Em um hospital, uma paciente transgênero de 28 anos foi admitida na unidade de emergência após um acidente. Durante a avaliação inicial, a equipe de enfermagem, composta por profissionais recém-formados, começa a discutir de forma inadequada sobre a identidade de gênero da paciente, questionando o nome e o sexo designado ao nascimento. A enfermeira responsável pela equipe, embora não tenha participado diretamente dessa conversa, opta por não intervir e segue com os procedimentos de atendimento sem esclarecer a situação para a equipe. Considerando a ética profissional e a legislação vigente, a postura mais adequada da enfermeira responsável diante dessa situação deve ser:
orientar a equipe sobre os princípios de respeito à identidade de gênero, assegurando a continuidade do atendimento sem discriminação e correndo o risco de gerar desconforto entre os profissionais
se abster de intervir, considerando que o comportamento da equipe é resultado de sua falta de experiência e que isso pode ser resolvido com o tempo, à medida que os profissionais se tornem mais capacitados
focar apenas no cuidado técnico e clínico da paciente, deixando de lado questões relacionadas à identidade de gênero, pois este não é um aspecto relevante para o tratamento de emergência
tomar medidas imediatas para garantir que o nome e a identidade de género da paciente sejam respeitados, explicando para a equipe que qualquer forma de discriminação é incompatível com a ética profissional e com os direitos da paciente