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O estado de São Paulo registrou 139 casos de coqueluche até a 23ª semana epidemiológica deste ano, encerrada em 8 de junho, representando alta de 768,7% na comparação com mesmo período do ano passado, quando foram confirmados 16 registros.
(SP Notícias, Governo do Estado de São Paulo. Adaptado)
Assim sendo, o enfermeiro deve estar ciente de que
a coqueluche compromete especificamente o trato respiratório inferior e se caracteriza por paroxismos de tosse produtiva, principalmente na fase inicial da doença.
o período de incubação, em média, é de 5 a 10 dias, podendo variar de 4 a 21 dias, e chegando, raramente, até 42 dias.
o período de transmissibilidade se estende do segundo dia após a exposição do doente ao agente até 14 dias do início das crises paroxísticas.
a fase catarral se caracteriza por ser afebril e apresentar, como manifestação típica, os paroxismos de tosse, de início súbito, incontrolável, com cerca de cinco a dez tossidas em uma única expiração.
as vacinas pentavalente, tríplice viral, e dTpa possuem, em sua composição, o componente que possibilita a imunização contra a coqueluche, se aplicadas de acordo com o cronograma e as recomendações do Ministério da Saúde.