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M.A., 28 anos, primigesta, com 12 semanas de gestação...

M.A., 28 anos, primigesta, com 12 semanas de gestação, compareceu à unidade básica de saúde acompanhada por seu marido, para consulta de enfermagem de pré-natal. Durante o atendimento, ao analisar os resultados de exames realizados recentemente, o enfermeiro constatou que a gestante era portadora do tipo sanguíneo A Rh– (negativo), fenótipo D fraco, e o seu marido portador do tipo sanguíneo A Rh+ (positivo). Frente a essa situação, é correto afirmar que o enfermeiro deve considerar que


A

é desnecessário aplicar protocolo de profilaxia para doença hemolítica perinatal (DHP).


B

a gestante deve ser encaminhada ao pré-natal de alto risco para acompanhamento.


C

na 28⁠ª semana de gestação, deverá ser administrada uma dose de 300 µg de imunoglobulina anti-D à gestante.


D

a gestante deverá realizar o teste de Coombs indireto, mensalmente, a partir da 24⁠ª semana de gestação.


E

a gestante deverá realizar o teste de Coombs direto imediatamente, repetindo-o mensalmente até o término da gestação.