

Seu próximo nível começa aqui
Com a Assinatura Ilimitada, você tem tudo que precisa para sua aprovação.
Com a Assinatura Ilimitada, você combina prática, teoria e método em uma única assinatura com tudo que você precisa para sua aprovação.
Em 2025, o Ministério da Saúde publicou o documento "Estratégia de vacinação contra o vírus sincicial respiratório em gestantes". Acerca da administração da vacina VSR A e B recombinante em gestantes, julgue as alternativas a seguir:
I. A vacina deve ser administrada a partir da 28ª semana de gestação, em dose única, sem restrição de idade materna.
II. A vacina deve ser administrada por via intramuscular, em dose de 0,5 ml.
III. A vacina VSR A e B recombinante pode ser administrada concomitantemente às vacinas sazonais de influenza e às vacinas de mRNA contra covid-19. Para a vacina dTpa, recomenda-se a administração em períodos distintos.
Marque a opção que indica as alternativas corretas:
I.
I e II.
II e III.
I, II e III.
Uma gestante de 20 anos, primigesta, com 16 semanas de gestação, comparece à consulta de pré-natal de enfermagem na UBS. Durante a anamnese, relata nunca ter recebido a vacina dTpa (difteria, tétano e coqueluche) e questiona a necessidade de vacinação durante a gravidez. O Enfermeiro verifica o cartão vacinal e confirma a ausência do imunobiológico. Considerando o Calendário Nacional de Vacinação do Programa Nacional de Imunizações (PNI) e as recomendações do Ministério da Saúde para gestantes, assinale a alternativa CORRETA.
A vacinação da gestante é contraindicada no primeiro e segundo trimestres, devendo a dTpa ser aplicada após a 36a semana, mediante avaliação médica individualizada.
A vacina dTpa é recomendada a cada gestação, conforme recomendação vigente do Programa Nacional de Imunizações, com o objetivo de proteger a mãe e conferir proteção passiva ao recém-nascido contra a coqueluche nos primeiros meses de vida.
A vacinação contra difteria, tétano e coqueluche em gestantes é indicada apenas para aquelas que nunca foram vacinadas anteriormente na infância, sendo dispensável nas demais.
Gestantes com esquema vacinal completo para dTpa na infância estão dispensadas de receber nova dose durante a gestação, independentemente do intervalo entre a última dose e a gestação atual.
Durante uma consulta de enfermagem, uma gestante de 26 anos comparece para início do pré-natal, relatando dúvidas sobre a vacinação na gestação, a proteção do recém-nascido e a necessidade de atualização vacinal de familiares que convivem diretamente com o bebê. O Enfermeiro realiza a avaliação do cartão vacinal e as orientações baseadas no Calendário Nacional de Vacinação do Ministério da Saúde, enfatizando a importância da prevenção de doenças imunopreveníveis e redução do risco de transmissão vertical e horizontal de agravos infecciosos. Com base nas recomendações atuais do Programa Nacional de Imunizações (PNI), analise as assertivas abaixo e julgue-as em Verdadeiras (V) ou Falsas (F):
( ) A vacina dTpa (difteria, tétano e coqueluche acelular) é recomendada durante cada gestação, independentemente do histórico vacinal anterior da mulher, com objetivo adicional de proteção passiva do recém-nascido contra coqueluche.
( ) O Calendário Nacional de Vacinação do SUS contempla imunizações voltadas ao público infantil e adolescente, sendo adultos, gestantes e idosos vacinados apenas em campanhas sazonais específicas.
( ) Adultos e idosos possuem esquemas vacinais próprios no SUS, incluindo vacinas como influenza, hepatite B, dT e COVID-19, conforme faixa etária, condições clínicas e situação epidemiológica.
Qual alternativa preenche, CORRETAMENTE, de cima para baixo, os parênteses acima?
V-F-V.
V-V-F.
F-V-V.
V-F-F.
O enfermeiro atua no pré-natal realizando consultas de risco habitual, focando no acompanhamento clínico (exame físico, palpação obstétrica, ausculta do BCF, altura uterina), solicitação de exames, educação em saúde, imunização e suporte emocional. Em uma consulta de acompanhamento na atenção primária à saúde, uma gestante no 1º trimestre apresentou exames laboratoriais cujos resultados apresentavam IgG NÃO reagente e IgM NÃO reagente. Qual conduta deve ser orientada à paciente?
Orientar que é suscetível e reforçar medidas preventivas alimentares e higiene.
Orientar que é imune e pode consumir carnes cruas.
Orientar que possui imunidade remota.
Orientar infecção recente ou IgM falso positivo.
Uma puérpera com fator Rh negativo e Coombs indireto negativo deu à luz a um recém-nascido Rh positivo. Nessa situação, qual medicamento deve ser administrado à puérpera para prevenir a isoimunização Rh?
Vitamina K.
Imunoglobulina anti-D.
Imunoglobulina humana intravenosa.
Imunoglobulina anti-hepatite B.
A respeito da Resposta Imune Adaptativa Passiva e Imune Adaptativa Ativa, analise as alternativas e assinale V para as VERDAEIRAS e F para as FALAS:
( ) Os componentes resultantes da resposta imune adaptativa podem ser transferidos de um indivíduo imunizado para outro indivíduo (não imune). Quando isto é realizado tem-se a resistência ou proteção ao determinado patógeno ou substância que tenha conferido a ativação celular no doador. Esta transferência de células ou anticorpos é chamada de resposta imune passiva.
( ) A transferência de anticorpos da mãe para o feto durante a gestação, transferência de anticorpos e diversos outros componentes imunológicos da mãe para a criança durante a amamentação e o uso de soros específicos em casos de acidentes com animais peçonhentos são exemplos clássicos de uma resposta imune passiva.
( ) Quando se estimula o sistema imune por meio da apresentação de um determinado antígeno ou outra substância que inicie uma ativação celular, tem-se a resposta imune ativa. A infecção natural que acontece durante a vida ou a vacinação (forma artificial de estimular os componentes imunológicos) são exemplos desta resposta.
( ) Tanto a resposta imune passiva quanto a resposta imune ativa conferem imunidade e são específicas ao determinado agente. No entanto, apenas a resposta imune passiva pode conferir memória imunológica pelo fato de que as células foram ativadas e se diferenciaram em células efetoras.
Assinale a sequência CORRETA:
V – V - F – V
F – V - V - V
F – V - V - F
V – V - V - F
No que se refere às diretrizes e boas práticas do processo vacinal, avalie as afirmativas abaixo:
I. O Enfermeiro deve conferir indicação, situação vacinal, contraindicações e oportunidade de vacinação conforme faixa etária e condição clínica.
II. A manutenção da cadeia de frio é irrelevante quando a vacina permanece dentro de equipamento refrigerado, ainda que sem controle formal de temperatura.
III. A vacinação da gestante integra as estratégias de proteção materna e neonatal.
IV. O registro adequado da dose aplicada é parte da segurança do processo vacinal.
Pode-se afirmar que:
Apenas l, III e lV estão corretas.
Apenas II e III estão corretas.
Apenas I e II estão corretas.
I, II, III e IV estão corretas.
A imunização exige o conhecimento das contraindicações e das condições de conservação dos imunobiológicos. Acerca do assunto, registre V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas:
(__)As vacinas de vírus vivo atenuado, como a tríplice viral, são contraindicadas para gestantes e para imunossuprimidos.
(__)As vacinas de vírus vivo atenuado podem ser conservadas em temperatura ambiente por longos períodos sem perda de eficácia.
(__)A ocorrência de febre baixa após a vacinação contraindica a continuidade do esquema vacinal.
(__)A conservação dos imunobiológicos na rede de frio ocorre, em geral, entre dois e oito graus Celsius.
Após análise, assinale a alternativa que apresenta a sequência correta dos itens acima, de cima para baixo:
V, F, F, V.
F, F, V, V.
V, V, F, F.
F, V, V, F.
O Vírus Sincicial Respiratório (VSR) é responsável por cerca de 75% dos casos de bronquiolite e 40% dos casos de pneumonia em crianças menores de dois anos. Em 2025, até 22 de novembro, o Brasil registrou 43,2 mil casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) causados pelo VSR. Com isso, o Ministério da Saúde implantou a vacinação em gestantes como grupo prioritário, sem restrição de idade para a mãe. Gestantes podem receber a vacina a partir de quantas semanas de gestação?
12.
20.
26.
28.
32.
O Vírus Sincicial Respiratório (VSR) é responsável por cerca de 75% dos casos de bronquiolite e 40% dos casos de pneumonia em crianças menores de dois anos. A vacina oferecida, a partir do ano passado, oferece proteção imediata aos recém-nascidos, reduzindo hospitalizações. O grupo prioritário para receber essa vacina são todas as gestantes, a partir da:
12ª semana de gravidez.
20ª semana de gravidez.
24ª semana de gravidez.
28ª semana de gravidez.
32ª semana de gravidez.
A vacina vírus sincicial respiratório (VSR) A e B (recombinante) foi introduzida no calendário de vacinação da gestante, desde 2025, para prevenção da doença do trato respiratório inferior causado pelo VSR em recém-nascidos, conforme estratégia do Programa Nacional de Imunizações (PNI).
De acordo com recomendações do Ministério da Saúde, o esquema vacinal preconizado para gestantes é:
Administrar dose única a partir da 28ª semana de gestação, sem restrição de idade materna.
Administrar dose única a partir da 18ª semana de gestação, sem restrição de idade materna.
Administrar dose única, preferencialmente entre a 8ª e a 12ª semana de gestação ou a partir da 28ª semana de gestação, sem restrição da idade materna.
Administrar duas doses, sendo a primeira entre a 8ª e a 12ª semana de gestação e a segunda dose entre 28ª e 36ª semana de gestação, para gestantes de 18 a 35 anos de idade.
Administrar duas doses, sendo a primeira entre a 8ª e a 12ª semana de gestação e a segunda dose a partir da 28ª semana de gestação, sem restrição da idade materna.
À luz das recomendações vigentes do Programa Nacional de Imunizações para o calendário vacinal da gestante, assinale a alternativa correta sobre a indicação da dTpa e da vacina contra o vírus sincicial respiratório.
A dTpa fica restrita à gestante com esquema anterior incompleto, e a vacina contra o vírus sincicial respiratório ocupa aplicação isolada na consulta.
A dTpa deixa de ser indicada após esquema vacinal completo, e a vacina contra o vírus sincicial respiratório segue o mesmo raciocínio de reforço.
A dTpa continua indicada em cada gestação, e a vacina contra o vírus sincicial respiratório pode ser aplicada no mesmo dia que outras vacinas recomendadas.
A dTpa e a vacina contra o vírus sincicial respiratório pedem alternância entre consultas, porque a coadministração reduz a resposta imune materna.
A vacina contra o vírus sincicial respiratório substitui a dTpa quando a gestante apresenta documentação vacinal completa antes da gravidez.
O Vírus Sincicial Respiratório (VSR) é uma das principais causas de bronquiolite, pneumonia e outras complicações respiratórias em lactentes, especialmente nos primeiros 6 meses de vida. Uma das estratégias de prevenção consiste na imunização da gestante, com o objetivo de promover a transferência de anticorpos ao bebê ainda no período intrauterino. Sobre a vacinação contra o VSR em gestantes, assinale a alternativa correta.
Deve ser administrada em dose única antes da 20ª semana gestacional, apenas na primeira gestação.
Deve ser administrada em duas doses, iniciando a partir da 12ª semana gestacional, com intervalo de 30 dias.
Deve ser administrada em dose única a partir da 28ª semana gestacional, em cada gestação.
É indicada apenas para gestantes com comorbidades respiratórias, independentemente da idade gestacional.
Durante o pré-natal de rotina, uma gestante primigesta, com 24 semanas de gestação e fator Rh negativo, realizou o teste de Coombs indireto, cujo resultado foi negativo.
Esse resultado indica que
o feto é Rh negativo, descartando qualquer risco de isoimunização.
os anticorpos produzidos pela gestante já estão atacando o sistema imunológico do feto.
a gestante não apresenta anticorpos anti-D circulantes, caracterizando ausência de sensibilização Rh.
há incompatibilidade do sistema ABO, com produção de anticorpos maternos contra as hemácias fetais.
a gestante já está sensibilizada com anticorpos ligados às hemácias fetais, indicando risco de doença hemolítica.
A resposta imune é tradicionalmente dividida em imunidade inata e adaptativa, que atuam de forma integrada na defesa do organismo. Sobre esses mecanismos, analise as opçõesa seguir:
I. A imunidade inata caracteriza-se por resposta rápida e inespecífica, sendo mediada por barreiras físicas, células fagocitárias e proteínas como o sistema complemento.
II. A ativação de linfócitos T depende da apresentação de antígenos por moléculas do complexo principal de histocompatibilidade (MHC), sendo que linfócitos T CD8⁺ reconhecem antígenos apresentados por MHC classe II.
III. A imunidade adaptativa apresenta memória imunológica, permitindo respostas mais rápidas e eficazes em exposições subsequentes ao mesmo antígeno.
IV. Células apresentadoras de antígenos, como células dendríticas, exercem papel fundamental na interface entre imunidade inata e adaptativa.
Assinale a alternativa CORRETA:
Apenas I e II estão corretas.
Apenas I, III e IV estão corretas.
Apenas II e III estão corretas.
Apenas I, II e IV estão corretas.
A consulta ao cartão ou à caderneta de vacina é fundamental para a avaliação do histórico vacinal e da saúde dos usuários do sistema de saúde.
Sobre essa avaliação, analise as afirmativas a seguir.
I. Na avaliação do histórico vacinal de uma senhora de 65 anos, observa-se a necessidade de vacinação contra difteria e tétano. Na entrevista clínica, ela informa atuar como parteira tradicional. Neste caso, a recomendação é a aplicação da vacina dTpa (Tríplice bacteriana acelular tipo adulto).
II. Na programação do esquema vacinal de uma gestante em sua terceira gestação, com 30 semanas de idade gestacional, não está indicada a administração da Vacina contra o Vírus Sincicial Respiratório (VVSR) caso o parto anterior tenha ocorrido há menos de 12 meses.
III. A vacina tríplice viral-SCR (2 doses) pode ser recomendada para pessoas acima de 60 anos, conforme histórico vacinal.
Está correto o que se afirma em
I, apenas.
I e II, apenas.
I e III, apenas.
II e III, apenas.
I, II e III.
Algumas vacinas protegem a gestante contra formas graves de doença; outras favorecem a transferência de anticorpos pela placenta para reduzir riscos ao bebê nos primeiros meses de vida. Com a incorporação da vacina contra o vírus sincicial respiratório (VSR) ao calendário da gestante, ampliou-se a proteção materno-infantil contra agravos respiratórios no início da vida. Na orientação à gestante, qual é a relação entre vacina e finalidade da imunização materna?
A vacina contra hepatite B é adiada no pré-natal por interferir na imunidade fetal.
A vacina dTpa protege o recém-nascido contra coqueluche por anticorpos maternos.
A vacina tríplice viral previne rubéola congênita quando aplicada no pré-natal.
A vacina contra VSR substitui a dTpa na proteção respiratória do recém-nascido.
Sendo o enfermeiro responsável pela supervisão ou pelo monitoramento do trabalho desenvolvido na sala de vacinação e pelo processo de educação permanente da equipe”, ele precisa reconhecer situações que requerem o adiamento da administração de um imunobiológico. Ele precisa saber que não é situação para adiamento da vacinação no caso de o usuário
necessitar receber imunoglobulina, sangue ou hemoderivados, para vacinas de agentes vivos atenuados.
estar em uso de corticoide com dose imunossupressora.
tiver antecedente familiar de convulsão ou morte súbita.
apresentar doença febril grave.
No âmbito da atenção pré-natal, a verificação e atualização do Cartão de Vacinação da gestante constituem ações essenciais para a prevenção de agravos imunopreveníveis. No que se refere as recomendações do Programa Nacional de Imunizações (PNI) para a proteção contra difteria e tétano, assinale a alternativa CORRETA.
A vacina dT substitui integralmente a vacina dTpa em todas as gestações, independentemente da idade gestacional.
A administração da vacina dT deve obedecer ao histórico vacinal da gestante, com adequação do esquema conforme as doses previamente recebidas.
A vacina dT é indicada apenas no período puerperal, como estratégia de proteção tardia.
A vacina dT destina-se exclusivamente às gestantes adolescentes, não sendo indicada para mulheres adultas.
A rubéola é uma doença exantemática aguda de etiologia viral, altamente contagiosa, que acomete principalmente crianças. Apesar de geralmente apresentar curso benigno, sua relevância em saúde pública está associada às possíveis complicações durante a gestação, como abortos, natimortos e malformações congênitas, caracterizando a síndrome da rubéola congênita. Diante disso, qual é o modo de transmissão da rubéola?
Por contato com solo contaminado por fezes de animais.
Por contato com secreções nasofaríngeas de pessoas infectadas, por gotículas ou contato direto.
Por meio de picada de insetos vetores, como mosquitos.
Por consumo de alimentos mal cozidos contaminados por parasitas.
Por contato com lesões de pele contaminadas por bactérias.