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A vacina adsorvida difteria, tétano e pertussis (acelular) (dTpa - tríplice bacteriana acelular tipo adulto), é uma composição combinada que acrescenta o componente pertussis (acelular) à vacina difteria e tétano (dT – dupla bacteriana adulto), prevenindo contra a difteria, tétano e coqueluche, doenças graves que se configuram como importantes problemas de saúde pública, ainda que sejam imunopreveníveis e com disponibilidade de vacinas no Sistema Único de Saúde (SUS).
Sua indicação para gestantes é a partir de quantas semanas gestacionais?
12 semanas
24 semanas
20 semanas
04 semanas
10 semanas
A assistência de enfermagem à saúde da mulher durante o pré-natal, o parto e o puerpério é fundamental para a promoção da saúde materna e neonatal, a prevenção de complicações e o fortalecimento do vínculo entre mãe e filho. Em uma unidade básica de saúde, o Técnico em Enfermagem participa do acompanhamento de gestantes e puérperas, prestando cuidados conforme sua atribuição profissional. Considerando a assistência de enfermagem no prénatal, parto e puerpério, analise as proposições e assinale o item INCORRETO.
O acompanhamento pré-natal permite identificar fatores de risco e orientar a gestante quanto aos cuidados necessários durante a gravidez.
No puerpério, a observação de sinais clínicos da mãe auxilia na detecção precoce de possíveis complicações.
A assistência de enfermagem pelo técnico de enfermagem à gestante tem como uma de suas metas a aplicação da dTrpa (tríplice viral) contra as doenças difteria, tétano e hepatite durante a 20ª semana de gestação.
Durante o Pré-natal o Técnico de enfermagem deve realizar o acolhimento da gestante, bem como orientação sobre higiene, alimentação, cuidados gerais e administração de vacinas.
O cuidado de enfermagem no puerpério é essencial para o acompanhamento da saúde materna e do recém-nascido, bem como apoio, pela equipe de enfermagem, quanto a amamentação e orientações de higiene, alimentação e sinais de risco.
A vacinação durante a gestação é uma estratégia fundamental para a proteção da gestante e do bebê, contribuindo para a prevenção de doenças graves e para o fortalecimento da imunidade do recém-nascido. Nesse contexto, conforme o Programa Nacional de Imunização (PNI), analise as afirmativas a seguir:
I.A vacinação na gestação contribui para a transferência de anticorpos da mãe para o bebê, por meio da placenta e da amamentação.
II.A vacina dTpa (difteria, tétano) deve ser administrada a partir da 20ª semana gestacional, a cada gestação.
III.A vacina contra hepatite B, com suas três doses, pode ser administrada durante a gestação, conforme o histórico vacinal da gestante.
É correto o que se afirma em:
I e III, apenas.
I, II e III.
II, apenas.
I e II, apenas.
III, apenas.
Sendo o enfermeiro responsável pela supervisão ou pelo monitoramento do trabalho desenvolvido na sala de vacinação e pelo processo de educação permanente da equipe”, ele precisa reconhecer situações que requerem o adiamento da administração de um imunobiológico. Ele precisa saber que não é situação para adiamento da vacinação no caso de o usuário
necessitar receber imunoglobulina, sangue ou hemoderivados, para vacinas de agentes vivos atenuados.
estar em uso de corticoide com dose imunossupressora.
tiver antecedente familiar de convulsão ou morte súbita.
apresentar doença febril grave.
No âmbito da atenção pré-natal, a verificação e atualização do Cartão de Vacinação da gestante constituem ações essenciais para a prevenção de agravos imunopreveníveis. No que se refere as recomendações do Programa Nacional de Imunizações (PNI) para a proteção contra difteria e tétano, assinale a alternativa CORRETA.
A vacina dT substitui integralmente a vacina dTpa em todas as gestações, independentemente da idade gestacional.
A administração da vacina dT deve obedecer ao histórico vacinal da gestante, com adequação do esquema conforme as doses previamente recebidas.
A vacina dT é indicada apenas no período puerperal, como estratégia de proteção tardia.
A vacina dT destina-se exclusivamente às gestantes adolescentes, não sendo indicada para mulheres adultas.
A rubéola é uma doença exantemática aguda de etiologia viral, altamente contagiosa, que acomete principalmente crianças. Apesar de geralmente apresentar curso benigno, sua relevância em saúde pública está associada às possíveis complicações durante a gestação, como abortos, natimortos e malformações congênitas, caracterizando a síndrome da rubéola congênita. Diante disso, qual é o modo de transmissão da rubéola?
Por contato com solo contaminado por fezes de animais.
Por contato com secreções nasofaríngeas de pessoas infectadas, por gotículas ou contato direto.
Por meio de picada de insetos vetores, como mosquitos.
Por consumo de alimentos mal cozidos contaminados por parasitas.
Por contato com lesões de pele contaminadas por bactérias.
Durante a consulta de enfermagem de pré-natal de B.B., com 28 semanas de idade gestacional (IG), o enfermeiro constatou que, ao completar a 24a semana de gestação, gestante havia recebido a vacina vírus sincicial respiratório A e B (recombinante) – VVSR, por via intramuscular.
Diante dessa situação o enfermeiro deve
considerar que o esquema para a vacina VVSR está completo e correto.
esclarecer à gestante sobre a importância de tomar a 2a dose da vacina VVSR, sem atrasos, na 32a semana de gestação para evitar que o bebê venha a adquirir o vírus e desenvolver bronquiolite.
considerar que a vacina foi administrada na idade gestacional inadequada, notificar o erro de administração e tomar as providencias para que a gestante seja monitorada quanto à ocorrência de eventos adversos até o desfecho gestacional e o bebê até os 6 meses de idade.
considerar que a vacina foi administrada pela via incorreta, notificar o erro de administração e prescrever a administração de nova dose, considerando o intervalo mínimo de 30 dias entre esta e a dose anterior.
considerar que a vacina foi administrada na idade gestacional inadequada, notificar o erro de administração e prescrever a administração de nova dose, considerando o intervalo mínimo de 30 dias entre esta e a dose anterior.
Durante uma ação de vacinação na Atenção Primária, um técnico de enfermagem atende os seguintes usuários:
Uma gestante de 24 semanas que nunca recebeu vacina contra difteria, tétano e coqueluche.
Um adolescente de 14 anos com esquema vacinal incompleto para HPV.
Considerando as recomendações do Programa Nacional de Imunizações (PNI), assinale a alternativa CORRETA.
A vacina dTpa da gestante deve ser administrada por via subcutânea e a vacina HPV por via intradérmica.
A vacina HPV está contraindicada para adolescentes com esquema vacinal incompleto após os 12 anos de idade.
A vacina dTpa deve ser administrada apenas na primeira gestação e a vacina HPV por via subcutânea.
Tanto a vacina dTpa quanto a HPV devem ser administradas por via intradérmica devido ao menor risco de reações adversas.
A vacina dTpa da gestante é recomendada em cada gestação e administrada por via intramuscular; a vacina HPV é administrada por via intramuscular conforme o esquema recomendado para a faixa etária.
Durante consulta de enfermagem de pré-natal em uma Unidade Básica de Saúde (UBS), uma gestante de 29 anos, com 30 semanas de gestação, apresentou seu cartão vacinal para atualização. O enfermeiro verificou que ela não havia recebido a vacina dTpa nesta gestação, não possuía comprovação vacinal contra hepatite B, não havia sido vacinada contra influenza no ano vigente e questionou sobre a recente recomendação da vacina contra o Vírus Sincicial Respiratório (VSR).
Com base nas recomendações vigentes para imunização da gestante, julgue as afirmativas a seguir em verdadeiro (V) ou falso (F).
( ) A vacina dTpa deve ser administrada em cada gestação, independentemente do histórico vacinal prévio, com o objetivo de proteger a gestante e promover a transferência transplacentária de anticorpos ao recém-nascido.
( ) A vacina influenza é recomendada apenas para gestantes com comorbidades associadas, não fazendo parte da rotina de imunização das demais gestantes.
( ) Na ausência de comprovação vacinal contra hepatite B, a gestante pode iniciar ou completar o esquema vacinal durante o pré-natal.
( ) A vacina contra o Vírus Sincicial Respiratório (VSR) pode ser administrada durante a gestação com a finalidade de promover proteção passiva ao lactente nos primeiros meses de vida por meio da transferência materna de anticorpos.
( ) As vacinas tríplice viral e varicela podem ser administradas durante a gestação quando houver elevado risco epidemiológico de exposição às respectivas doenças.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência CORRETA.
V – F – V – V – F
V – V – F – V – F
F – F – V – V – F
V – F – V – F – V
F – V – V – F – V
Durante consulta de pré-natal, a gestante questionou a finalidade da vacina dTpa administrada na gestação. O técnico de enfermagem explicou corretamente que essa vacina tem como principal objetivo:
prevenir hepatite viral na gestante e imunização passiva do RN.
prevenir transmissão vertical de sífilis durante o parto.
reduzir risco de infecções puerperais bacterianas.
evitar hemorragias pós-parto e anticorpos transplacentários.
garantir proteção passiva ao recém-nascido contra coqueluche nos primeiros meses de vida.
Durante consulta de enfermagem na UBS, o Enfermeiro atende uma gestante de 28 semanas que apresenta cartão de vacinação desatualizado. A paciente nunca recebeu a vacina dTpa (tríplice bacteriana acelular do adulto) e não possui registro de vacinação contra hepatite B na gestação atual. O Enfermeiro consulta o Calendário Nacional de Vacinação do Ministério da Saúde vigente para orientar as condutas. Diante desse caso, assinale a alternativa CORRETA.
A vacina dTpa é contraindicada na gestação, devendo ser aplicada apenas no puerpério.
A vacina hepatite B é contraindicada em gestantes, sendo indicada apenas após o parto.
O Calendário Nacional de Vacinação recomenda a dTpa a partir da 20ª semana de gestação, a cada gestação, para proteger a gestante e conferir proteção passiva ao recém-nascido contra a coqueluche.
A gestante com esquema incompleto para hepatite B deve aguardar o puerpério, pois a vacina seria viva atenuada e teratogênica.
A aplicação simultânea de dTpa e hepatite B é proibida, exigindo intervalo mínimo de 30 dias.
A vacinação é uma forma segura de proteger a gestante e o bebê contra doenças graves. Na primeira consulta do pré-natal, é importante atualizar o Cartão de Vacinas e planejar as próximas doses indicadas. Cuidados nos primeiros 1.000 dias garantem crescimento e desenvolvimento saudáveis. Com base no calendário vacinal, assinale a alternativa CORRETA que corresponde à vacina que deve ser aplicada 1 dose a partir da 20ª semana gestacional, em cada gestação.
Vacina dTpa.
Vacina Vírus Sincicial Respiratório.
Vacina penta.
Vacina Hepatite B.
O Ministério da Saúde, com o intuito de ampliar a possibilidade de proteção das crianças menores de 6 meses de idade contra o VSR, disponibilizou, a partir da segunda quinzena de novembro de 2025, a vacina vírus sincicial respiratório A e B (recombinante) no Calendário de Vacinação da Gestante. A aplicação da vacina em gestantes é para a prevenção da doença do trato respiratório inferior causado pelo VSR em recém-nascidos, conforme disposto na Portaria SECTICS/MS nº 14, de 24 de fevereiro de 2025. Considerando as recomendações vigentes para a imunização materna contra o VSR, assinale a alternativa que apresenta a conduta mais adequada nesse caso.
Adiar a administração da vacina contra o VSR em gestantes com mais de 30 semanas até o puerpério, pois o momento ideal já teria sido alcançado em semanas anteriores.
Aplicar a vacina contra o VSR imediatamente, desde que a gestante esteja com mais de 36 semanas, para garantir proteção máxima ao recém-nascido.
Providenciar a aplicação da vacina contra o VSR preferencialmente entre as 28ª e 36ª semanas de gestação.
Administrar a vacina contra o VSR apenas em gestantes com menos de 24 semanas, por transferir melhor anticorpos nessa fase inicial da gravidez.
Realizar a vacinação da gestante contra o VSR somente se houver histórico de prematuridade em gestações anteriores, independentemente da idade gestacional atual.
Conforme o Manual AIDPI Neonatal, sobre ensinar à mãe como tratar as infecções localizadas em suas crianças, marque a assertiva CORRETA:
Deve-se lavar as mãos antes de iniciar o tratamento.
Deve-se explicar superficialmente como se administra o tratamento, lembrando que a mãe não é um profissional da saúde.
Não há necessidade de a mãe da criança em tratamento observar enquanto se administra a primeira dose da medicação no serviço de saúde.
Orientá-la para que administre a medicação no número de vezes prescrito e havendo necessidade, outras doses poderão ser administradas.
Se a infecção piorar, a mãe deve manter a calma e retornar com a criança ao serviço de saúde em até 24 horas.
A vacinação é uma forma segura de proteger a gestante e o bebê contra doenças graves. Na primeira consulta do prénatal, é importante atualizar o cartão de vacinas e planejar as próximas doses indicadas. Qual imunobiológico deve ser administrado a partir da 20ª semana gestacional?
Vacina dTpa.
Vacina pneumocócica 23-valente.
Vacina varicela.
Vacina influenza trivalente.
São ações estratégicas do eixo de atenção humanizada e qualificada à gestação, ao parto, ao nascimento e ao recém-nascido:
I. Prevenção da transmissão vertical do HIV e da sífilis.
II. Utilização do “Método Canguru” para recém-nascido prematuro e de baixo peso.
III. Alta qualificada do recém-nascido da maternidade, com vinculação da dupla mãe-bebê à Atenção Especializada, de forma precoce, para continuidade do cuidado.
IV. As triagens neonatais universais.
Quais estão corretas?
Apenas I e II.
Apenas II e III.
Apenas III e IV.
Apenas I, II e IV.
Segundo o Ministério da Saúde do Brasil, a vacinação é uma forma segura de proteger a gestante e o bebê contra doenças graves. Na primeira consulta do pré-natal, é importante atualizar o Cartão de Vacinas e planejar as próximas doses indicadas. Sobre o calendário vacinal da gestante, está correto o que se afirma em:
Deve-se evitar a vacinação contra COVID-19 no primeiro trimestre de gestação.
A gestante precisa tomar uma dose da Vacina Influenza Trivalente a cada trimestre da gestação.
Mulheres que apresentam alguma condição clínica especial, desde o nascimento ou adquirida ao longo da vida, não devem se vacinar.
A gestante deve tomar uma dose da Vacina dTpa a partir da 20ª semana gestacional, em cada gestação.
Em hipótese alguma a gestante poderá tomar a Vacina Febre Amarela.
A prevenção da sensibilização materna pela administração de imunoglobulina anti-D, nas situações de risco para sensibilização, é de fundamental importância na assistência à gestante.
Com base nos protocolos do Ministério da Saúde, assinale a opção que indica o momento em que se deve proceder à administração de imunoglobulina anti-D em mães não sensibilizadas (CI negativo).
Até a 15ª semana de gestação.
Até 72 horas após o parto de recém-nascido Rh+ ou de fator Rh desconhecido.
Até 96 horas após o parto de recém-nascido Rh+ ou de fator Rh desconhecido.
Até 7 dias após procedimento/evento (que leve à risco de sensibilização materna).
Até 10 dias após procedimento/evento (que leve à risco de sensibilização materna).
A Vacina influenza trivalente (fragmentada, inativada) – gripe; é indicada para prevenção de infecções pelo vírus influenza, doenças do trato respiratório e suas complicações, tais como pneumonias virais e bacterianas. Existem três grupos prioritários recomendados para a vacinação, porém, a vacina também é recomendada para grupos vulneráveis. Assinale abaixo um grupo que se enquadra como vulnerável e deve ser incluído na estratégia anual de vacinação da gripe:
Puérperas até 45 dias pós parto;
Crianças, entre 6 meses e 5 anos, 11 meses e 29 dias de idade;
Gestantes;
Idosos, a partir de 60 anos de idade.
Uma gestante contraiu rubéola na 6ª semana de gravidez. Com base no conhecimento embriológico, é CORRETO afirmar que o Enfermeiro deve reconhecer que o risco maior associado a essa infecção neste momento é:
Parto prematuro devido à resposta inflamatória intrauterina.
Defeitos congênitos graves, especialmente cardíacos, oculares e auditivos.
Desenvolvimento precoce de insuficiência placentária.
Malformações genéticas por mutações cromossômicas espontâneas.