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Na assistência a hemorragias em emergências, O enfermeiro...

Na assistência a hemorragias em emergências, O enfermeiro intensivista deve aplicar estratégias baseadas em evidências para prevenir o choque, estabilizar o paciente e minimizar a perda sanguínea. Desse modo, marque a conduta mais adequada para o manejo de hemorragias graves em pacientes críticos.


A

A identificação precoce de coagulopatias é essencial, com a administração de hemoderivados indicada antes de dados laboratoriais confirmarem alterações, visando prevenir complicações hemorrágicas.


B

A administração de grandes volumes de soluções cristaloides isotônicas é prioritária na reanimação volêmica de hemorragia aguda para prevenir choque hipovolêmico. Deve-se utilizá-las até a estabilização hemodinâmica.


C

Em hemorragias graves, o controle rápido e eficaz da fonte do sangramento, associado ao uso criterioso de soluções isotônicas e transfusão balanceada de hemocomponentes constitui a base da terapêutica para minimizar a perda sanguínea e evitar a síndrome de coagulopatia dilucional.


D

A hiperventilação profilática com ventilação mecânica deve ser instituída nos pacientes com hemorragia grave para garantir a adequada oxigenação tecidual, prevenindo a acidose metabólica e a hipoperfusão cerebral.


E

A transfusão maciça de concentrado de hemácias deve ser a primeira medida em hemorragias graves, priorizando a restauração do volume circulante e aumentando o transporte de oxigênio, ainda que a contagem de plaquetas esteja inicialmente adequada.