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As infecções da corrente sanguínea relacionadas a cateteres centrais (ICSRC) estão associadas a importantes desfechos desfavoráveis à saúde.
Nos Estados Unidos da América (EUA), a mortalidade atribuível a essa síndrome geralmente ultrapassa os 10%, podendo chegar a 25% em pacientes de maior risco.
Considerando as orientações descritas no Caderno de Medidas de Prevenção de Infecção Relacionada à Assistência à Saúde da Anvisa (2017), sobre as boas práticas de flushing e a manutenção do cateter periférico, é correto afirmar que
a aspiração para verificar o retorno de sangue antes de cada infusão é realizada para garantir a funcionalidade do cateter e prevenir complicações.
o flushing pulsátil (push-pause) é preferível ao flushing contínuo, pois cria um fluxo laminar que evita a deposição de resíduos no lúmen do cateter.
o uso de água estéril é recomendado para flushing e lock de cateteres periféricos em pacientes com restrição hídrica.
soluções em grandes volumes, como frascos de soro, são adequadas para a obtenção de flushing devido ao baixo custo e acessibilidade.
seringas menores que 10 mL devem ser utilizadas para gerar maior pressão durante o flushing e garantir a desobstrução do cateter.