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A punção venosa periférica consiste na inserção de um...

A punção venosa periférica consiste na inserção de um acesso à corrente sanguínea do paciente por meio de uma agulha ou cateter especial que, geralmente, permanece por até 96 horas, mantido por infusão contínua de solução glicoeletrolítica (soro) ou por sistema fechado e salinizado.


Antes da administração de medicamentos pela via venosa periférica, é necessária a identificação de se o cateter está pérvio para prevenir complicações como:


A

flebite e tromboflebite devido à infusão ser interrompida temporariamente, observada pela ausência de gotejamento da solução glicoeletrolítica ou por presença de massa semissólida de sangue e linfa.


B

fratura e migração do cateter após ruptura e deslocamento do fragmento para o interior venoso, geralmente para a veia jugular interna, percebido como uma complicação tardia.


C

infiltração e extravasamento de soluções vesicantes podem não demonstrar sinais visíveis de edema e hiperemia local, mas profundamente provocam inflamação, bolhas, isquemia ou necrose extensa variável.


D

hematoma por extravasamento de hemossiderina da parede da veia puncionada após laceração do vaso, perfuração da parede contralateral ou por uso inadequado do torniquete pneumático.


E

obstrução por coágulo quando da mobilização excessiva do acesso, uso inadequado de cateteres muito calibrosos e medicamentos irritantes provocando enduração no trajeto venoso e até secreção local.