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Um paciente de 68 anos com DPOC em estágio avançado encontra-se internado devido a uma exacerbação aguda, apresentando saturação de oxigênio (SpO₂) de 86%, dispneia intensa e sinais clínicos de hipoxemia. Durante a avaliação, é prescrita a oxigenoterapia, objetivando a saturação adequada para esse caso.
Nesse sentido, a alternativa que apresenta o dispositivo de oxigenação mais adequado, considerando o quadro clínico do paciente, é:
máscara de Venturi com fluxo ajustado para manter uma SpO₂ de 88-92%, evitando hiperóxia e retenção de CO₂;
cateter nasal de alto fluxo a 8 L/min, com umidificação, priorizando o conforto e evitando hipóxia;
máscara não reinalante a 10 L/min, visando à saturação > 94% rapidamente, para evitar evolução da hipóxia;
máscara facial simples a 6 L/min, como abordagem inicial, priorizando fácil aplicação e saturação > 96%;
cateter nasal comum a 2 L/min, mantendo monitorização periódica da SpO₂ e ajustando apenas em caso de piora.