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Na consulta de enfermagem, um estudante do curso de graduação em enfermagem orientou um cliente diabético a continuar tomando dois comprimidos de acarbose, sem se atentar para a dosagem de apresentação do medicamento entregue pela farmácia neste mês, que mudou de 50 para 100 mg por comprimido. A enfermeira da Unidade Básica de Saúde só percebeu que isso aconteceu quando leu a anotação no prontuário, ao revisar os atendimentos para fazer os registros administrativos. Imediatamente, telefonou para o paciente, reorientou-o, complementou o registro da consulta e resolveu falar com o estudante no dia seguinte, mas decidiu não contar para a sua professora para evitar que o estudante fosse reprovado.
Considerando as Boas Práticas na Administração de Medicamentos e o que prevê o Código de Ética dos Profissionais de Enfermagem, a conduta da enfermeira da Unidade Básica de Saúde está
correta, porque o erro não foi do estudante, mas sim da farmácia, porque tudo foi resolvido, e, se souber do ocorrido, a professora pode prejudicar o aluno à toa.
errada, porque o aluno não observou a boa técnica na administração de medicamentos, e a enfermeira foi antiética quando deixou que esse erro fosse minimizado, subtraindo a informação da professora.
parcialmente correta, porque nenhum dano ao paciente ocorreu, e isso ensinou ao aluno que ele deve ter cuidado com a orientação de medicação.
parcialmente errada, porque corrigiu os erros que não deveriam ter acontecido e teve que intervir depois, não só para salvar o paciente e o aluno, mas também a si mesma.
errada, porque ela quis enganar a professora, que, por sua vez, também está errada por não ter supervisionado o aluno, assim como o cliente, que não estranhou o remédio diferente.