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Ao assistir um paciente com transtorno depressivo maior, o enfermeiro deve integrar estratégias de comunicação terapêutica e conhecimento em psicofarmacologia para otimizar o cuidado. Desse modo, marque a opção que exemplifica uma intervenção adequada nesse contexto.
Evitar discussões sobre os sentimentos do paciente para não intensificar sintomas depressivos.
Iniciar sessões de terapia cognitivo-comportamental sem considerar o uso de medicamentos antidepressivos.
Monitorar os efeitos colaterais dos antidepressivos prescritos e utilizar a escuta ativa para compreender as preocupações do paciente.
Encaminhar o paciente exclusivamente para grupos de apoio, sem necessidade de acompanhamento farmacológico.
Prescrever medicamentos ansiolíticos conforme a necessidade relatada pelo paciente.