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Ao avaliar o nível de consciência de um paciente em coma, é fundamental aplicar escalas padronizadas para orientar as condutas clínicas. Sobre esse tema, assinale a alternativa que descreve corretamente uma ação baseada nas diretrizes atuais.
Utilizar a Escala de Coma de Glasgow em conjunto com a avaliação dos reflexos do tronco encefálico para diagnosticar morte encefálica, conforme protocolos estabelecidos.
Utilizar a Escala de Coma de Glasgow para avaliar a abertura ocular, resposta verbal e resposta motora, mesmo em pacientes intubados, atribuindo pontuação mínima à resposta verbal.
Aplicar a Escala de Coma de Glasgow com resposta pupilar (ECG-P), que incorpora a avaliação da reatividade pupilar, para aprimorar a precisão prognóstica em pacientes comatosos.
Empregar a Escala de Coma de Glasgow-Liège, que adiciona a avaliação dos reflexos do tronco cerebral e padrão respiratório, proporcionando uma análise mais detalhada do estado neurológico.
Implementar a Escala de Coma de Glasgow modificada para crianças menores de 5 anos, adaptando os critérios de resposta verbal e motora conforme o desenvolvimento infantil.