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Técnica em radiologia, 48 anos, compareceu ao ambulatório de saúde ocupacional para realizar o exame periódico de saúde ocupacional. Durante a anamnese, a trabalhadora referiu episódios corriqueiros de cefaleia, tonturas e alterações na visão, negando tabagismo, alcoolismo, uso de medicação e/ou doenças crônicas. O enfermeiro do trabalho constatou: peso de 90 kg; altura de 162 cm; circunferência abdominal de 115 cm; pulso radial de 90 pulsações por minuto; Pressão Arterial Sistólica (PAS) de 197 mmHg e Pressão Arterial Diastólica (PAD) de 133 mmHg. Considerando os valores pressóricos que foram verificados em ambos os braços, e devido aos valores achados, é correto afirmar que a trabalhadora apresenta um quadro de:
Crise hipertensiva, mesmo não tendo diagnóstico prévio de HAS.
Hipertensão arterial grau I, o que explica os sintomas de cefaleia, tonturas e náuseas.
Pseudocrise hipotensiva, mesmo não tendo diagnóstico prévio de HAS.
Hipertensão arterial grau II em decorrência da relação peso, altura e medida da circunferência abdominal.
Pré-hipertensão arterial.