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Durante atendimento pré-hospitalar, uma criança de 2 anos é encontrada com sinais de desconforto respiratório, incluindo tiragem subcostal, batimento de asas nasais, gemência expiratória, sibilos à ausculta pulmonar e sonolência intermitente. A mãe relata início súbito dos sintomas e nega ingestão de corpo estranho.
Diante da suspeita de sofrimento respiratório agudo grave, qual deve ser a conduta prioritária da equipe de enfermagem do SAMU, conforme protocolos vigentes?
Posicionar a criança em decúbito dorsal, manter o ambiente aquecido e aguardar estabilização espontânea da função respiratória.
Administrar solução salina 0,9% aquecida por via oral para hidratar as vias aéreas superiores e aliviar a dispneia.
Iniciar nebulização com broncodilatador, garantir via aérea e oxigenoterapia conforme necessidade, mantendo monitorização e acionando o médico regulador.
Aplicar imediatamente dexametasona intramuscular e solicitar remoção à unidade hospitalar de referência sem necessidade de contato com a central reguladora.
Solicitar documentos pessoais da criança e da mãe, preencher o boletim de atendimento e acionar a equipe médica somente após o encaminhamento administrativo.