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Durante atendimento domiciliar, uma gestante de 37 semanas relata cefaleia intensa, visão turva e dor epigástrica. Apresenta pressão arterial de 170 x 110 mmHg, edema em membros inferiores e reflexos osteotendinosos exaltados. Em trabalho de parto, as contrações estão regulares, e o colo com 6 cm de dilatação.
Diante do quadro e conforme os protocolos vigentes, qual é a conduta prioritária do enfermeiro intervencionista no pré-hospitalar?
Avaliar risco iminente de eclâmpsia, manter vigilância neurológica e acionar suporte médico para administração de sulfato de magnésio.
Iniciar hidratação venosa com solução glicosada, administrar analgésico opioide e encaminhar a gestante para unidade básica de saúde.
Estimular a paciente a deambular para facilitar o trabalho de parto e reduzir a pressão arterial de forma fisiológica e gradual.
Posicionar a paciente em decúbito dorsal, administrar hidralazina oral e observar por 30 minutos antes de prosseguir com transporte.
Induzir o parto no local utilizando ocitocina e analgesia, conforme o protocolo obstétrico de emergência em situações de risco cardiovascular.