Questões de Concurso sobre Emergências hipertensivas

 
 
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Paciente com lactato elevado e hipotensão refratária após volume. Conduta:


A

Alta hospitalar.


B

Jejum absoluto.


C

Iniciar vasopressor prescrito.


D

Suspender antibiótico prescrito.

No atendimento à emergência hipertensiva (PAD ≥120 mmHg com lesão aguda de órgão-alvo), a meta terapêutica adequada de redução pressórica nas primeiras horas, que previne hipoperfusão cerebral e renal iatrogênica, é reduzir pressão arterial média em até:


A

5% do valor inicial por hora até normalização.


B

10% do valor inicial em 24 horas.


C

25% do valor inicial nas primeiras 2 horas.


D

50% do valor inicial na primeira hora.


E

Normalização imediata para <140/90 mmHg.

O Sulfato de Magnésio (MgSO4) é o fármaco de escolha para evitar a ocorrência e a recorrência da eclâmptica. O MgSO4 é um fármaco de baixo custo e de fácil administração.


Diante das afirmativas descritas abaixo em relação ao uso do MgSO4, assinale a alternativa CORRETA.


A

Diante de uma gestante que faz uso de MgSO4, uma nova dose do medicamento só deverá ser realizada se a diurese estiver maior ou igual a 100 mL/hora.


B

Recomenda-se a manutenção de MgSO4 durante 48 horas após a resolução da gestação ou 24 após a última crise convulsiva.


C

Durante a administração do Sulfato de Magnésio, recomenda-se a monitorização de parâmetros a fim de manter a segurança para a aplicação de uma nova dose do medicamento. Entre estes parâmetros, destaca-se a respiração que deve ter frequência ≥ 20 irpm.


D

A primeira manifestação clínica da hipermagnesemia resultante da administração do MgSO4 na pré-eclâmpsia é abolição do reflexo patelar.


E

Sabe-se que a manifestação da eclâmpsia só pode ocorrer em pacientes sintomáticas, sendo a crise hipertensiva uma excelente janela de oportunidade para se fazer a prevenção.

Na sala de emergência, a enfermeira atende um paciente do sexo masculino que apresenta dor torácica intensa e hipertensão. O médico da equipe está em outro setor realizando um procedimento e, ao ser acionado por telefone, orienta à distância a administração de medicamentos. A enfermeira hesita em seguir a orientação remota e mantém o paciente em monitorização contínua, oxigênio suplementar e acesso venoso, até a chegada do médico. Nesse caso, considerando os aspectos éticos e legais vigentes sobre prescrição à distância em urgência e emergência, a prescrição remota:


A

não deve ser cumprida, pois a prescrição não ocorreu por médico regulador de serviços de atendimento pré-hospitalar móvel de urgência e emergência.


B

deve ser cumprida, pois o quadro de emergência requeria intervenção imediata, e a espera pelo médico pode agravar a situação.


C

deve ser cumprida, pois o médico estava no hospital e prescrições por telefone poderão ser atendidas.


D

deve ser cumprida, pois institucionalmente o médico pode utilizar assinatura digital ou eletrônica posteriormente.


E

não deve ser cumprida, pois o médico não acessou o prontuário do paciente, e a prescrição ocorreu com base em informações repassadas pela enfermeira.

Um homem de 58 anos, cardiopata, hipertenso crônico, internado em unidade hospitalar, apresenta início súbito de dispneia intensa. O médico estabelece diagnóstico de edema agudo de pulmão cardiogênico. O técnico de enfermagem verifica os seguintes sinais vitais:

PA: 192 x 112 mmHg; FC: 136 bpm; FR: 30 irpm; SatO₂: 90% em ar ambiente; Temperatura: 38,3 °C.


Fonte: BRANDÃO, Andréa Araújo et al. Diretriz Brasileira de Hipertensão Arterial – 2025. Arq Bras Cardiol, v. 122, n. 9, e20250624, 2025.


Considerando os dados apresentados, é CORRETO afirmar que:


A

a febre é manifestação típica do edema agudo de pulmão cardiogênico, sendo esperada como parte do mecanismo fisiopatológico da congestão pulmonar.


B

o valor de pressão arterial apresentado pelo paciente é compatível com faixa de hipertensão estágio 3, conforme Diretriz Brasileira de Hipertensão Arterial (2025), e o quadro caracteriza emergência hipertensiva.


C

o edema pulmonar cardiogênico é causa primária de elevação aguda da pressão arterial, decorrente da retenção de líquido nos alvéolos.


D

a taquicardia observada não possui relação com o quadro apresentado, sendo achado independente da hipoxemia e da ativação simpática.


E

para melhorar a oxigenação e reduzir a congestão pulmonar, o paciente deve ser mantido em posição de Trendelenburg, a fim de estabilizar a pressão arterial e facilitar o retorno venoso.

No contexto das síndromes hipertensivas específicas da gestação, importantes causas de morbimortalidade materna e perinatal, conforme critérios diagnósticos, manifestações clínicas e condutas terapêuticas preconizadas para pré-eclâmpsia e eclâmpsia, assinale a alternativa INCORRETA.


A

A pré-eclâmpsia caracteriza-se por hipertensão arterial de início após 20 semanas gestacionais, podendo associar-se à proteinúria significativa e/ou a sinais de disfunção orgânica materna, incluindo trombocitopenia, insuficiência renal, comprometimento hepático, edema pulmonar ou manifestações neurológicas.


B

A eclâmpsia corresponde à ocorrência de crises convulsivas tônico-clônicas generalizadas não atribuíveis a outras etiologias neurológicas em gestantes com pré-eclâmpsia, podendo manifestar-se inclusive no período puerperal.


C

O sulfato de magnésio permanece como principal agente farmacológico para profilaxia e tratamento das convulsões eclâmpticas, exercendo efeito estabilizador neuromuscular e reduzindo significativamente o risco de recorrência convulsiva e mortalidade materna.


D

A inexistência de edema periférico clinicamente evidente reduz substancialmente a probabilidade diagnóstica de pré-eclâmpsia grave, sobretudo na ausência de proteinúria maciça e manifestações hipertensivas sustentadas.

Durante atendimento domiciliar, uma gestante de 37 semanas relata cefaleia intensa, visão turva e dor epigástrica. Apresenta pressão arterial de 170 x 110 mmHg, edema em membros inferiores e reflexos osteotendinosos exaltados. Em trabalho de parto, as contrações estão regulares, e o colo com 6 cm de dilatação.


Diante do quadro e conforme os protocolos vigentes, qual é a conduta prioritária do enfermeiro intervencionista no pré-hospitalar?


A

Avaliar risco iminente de eclâmpsia, manter vigilância neurológica e acionar suporte médico para administração de sulfato de magnésio.


B

Iniciar hidratação venosa com solução glicosada, administrar analgésico opioide e encaminhar a gestante para unidade básica de saúde.


C

Estimular a paciente a deambular para facilitar o trabalho de parto e reduzir a pressão arterial de forma fisiológica e gradual.


D

Posicionar a paciente em decúbito dorsal, administrar hidralazina oral e observar por 30 minutos antes de prosseguir com transporte.


E

Induzir o parto no local utilizando ocitocina e analgesia, conforme o protocolo obstétrico de emergência em situações de risco cardiovascular.

A pré-eclâmpsia é uma condição médica grave que ocorre durante a gravidez, caracterizada por hipertensão arterial (pressão alta) e sinais de danos a órgãos, geralmente os rins ou o fígado. Em relação aos sinais que indica uma possível pré-eclâmpsia em uma gestante, marque a alternativa CORRETA:


A

Presença de proteína na urina e hipertensão.


B

Frequência cardíaca acelerada.


C

Níveis de glicose elevados.


D

Hipotensão arterial.

Durante triagem de um paciente em UBS, o técnico de enfermagem registra PA de 190x110 mmHg (verificado 2 vezes), pulso irregular e FR de 29 irpm. O paciente está consciente e orientado. Qual é a melhor conduta?


A

Aguardar 30 minutos e repetir os sinais vitais para comparar.


B

Encaminhar o paciente para UPA 24 horas.


C

Comunicar imediatamente à enfermeira e equipe médica, considerando emergência hipertensiva.


D

Posicionar o paciente em posição de Trendelenburg.

Homem, 45 anos, hipertenso conhecido e em tratamento regular, procura a Unidade de Pronto Atendimento (UPA) queixando-se de dor de cabeça moderada e tontura leve há cerca de 24 horas. Nega febre, vômitos, alterações visuais, fraqueza em membros ou dor torácica. Durante o Acolhimento com Classificação de Risco (ACCR), o paciente está consciente, orientado e deambula sem auxílio, apresentando-se calmo, pressão arterial 150/95 mmHg. Considerando o protocolo de ACCR baseado no Sistema Manchester, a classificação de risco mais provável para este paciente e o tempo médio de espera preconizado para o atendimento médico, são, respectivamente:


A

Amarelo (Urgente) – Tempo médio de espera de até 60 minutos.


B

Verde (Pouco Urgente) – Tempo médio de espera de até 120 minutos.


C

Laranja (Muito Urgente) – Tempo médio de espera de até 10 minutos.


D

Azul (Não Urgente) – Tempo médio de espera de até 240 minutos.


E

Vermelho (Emergência) – Atendimento imediato.

Mulher negra, 48 anos, obesa, histórico de hipertensão na família, procura serviço de saúde porque está grávida de seu primeiro filho e não tem consulta anterior de pré-natal. Queixa-se de cansaço e falta de energia, desconforto abdominal leve e dor de cabeça leve e ocasional. Ao exame, constata-se: gravidez de 16 semanas, calculada pela data da última menstruação e confirmada por exame de ultrassonografia, e inchaço leve em pernas e pés. Pressão arterial de 150/90mmHg e 154/95mmHg, aferida em duas ocasiões, com técnica CORRETA e intervalo de 6 horas. Diante do quadro descrito, é possível que a paciente esteja apresentando:


A

emergência hipertensiva.


B

hipertensão crônica.


C

hipertensão gestacional típica.


D

pré-eclâmpsia sem sinais de gravidade.


E

pré-eclâmpsia com sinais de gravidade.

As crises hipertensivas representam uma elevação acentuada da pressão arterial que pode colocar em risco a vida do paciente, demandando avaliação e conduta adequadas por parte dos serviços de emergência. A diferenciação correta entre os tipos de crise hipertensiva é fundamental para o manejo no ambiente pré-hospitalar, pois o tratamento inadequado pode agravar o quadro clínico. Sobre a abordagem das crises hipertensivas, analise as afirmativas a seguir:


I.A emergência hipertensiva é definida pela elevação crítica dos níveis de pressão arterial acompanhada de lesão de órgão-alvo aguda e progressiva, como encefalopatia, infarto agudo do miocárdio ou dissecção aórtica, o que demanda redução imediata da pressão.

II.A urgência hipertensiva se caracteriza por uma elevação pressórica significativa sem lesão de órgão-alvo, sendo o tratamento de escolha no atendimento pré-hospitalar a administração de anti-hipertensivo sublingual para uma rápida normalização da pressão arterial em até 30 minutos.

III.Em quadros de crise hipertensiva associados a um Acidente Vascular Cerebral (AVC) hemorrágico, a conduta prioritária no atendimento pré-hospitalar é a administração de volume com solução cristaloide para garantir a perfusão cerebral, evitando-se o uso de anti-hipertensivos.


Está correto o que se afirma em:


A

II apenas.


B

I e III apenas.


C

II e III apenas.


D

I, II e III.


E

I apenas.

A equipe do SAMU é acionada para atender uma mulher de 64 anos, hipertensa, com queixa súbita de cefaleia intensa, náuseas, turvação visual e dor torácica. Relata que suspendeu a medicação anti-hipertensiva há 3 dias. Ao exame apresenta PA: 228/130 mmHg, FC: 98 bpm, FR: 22 irpm, SpO2 : 97%, consciente e orientada, porém agitada. ECG no local mostra alterações difusas de repolarização ventricular.


Diante do quadro clínico, qual é a conduta prioritária do enfermeiro intervencionista no atendimento pré-hospitalar?


A

Solicitar à paciente que caminhe para estimular o retorno venoso periférico e auxiliar na redistribuição da pressão arterial.


B

Administrar de imediato 20 mg de furosemida intramuscular para reduzir o volume circulante e aliviar a dor torácica.


C

Iniciar a infusão de solução salina 0,9% em fluxo rápido para estabilizar o débito cardíaco frente ao aumento da resistência periférica.


D

Posicionar a paciente em decúbito elevado, manter monitorização contínua, administrar oxigênio suplementar e acionar a regulação médica para possível uso de anti-hipertensivo intravenoso.


E

Oferecer ansiolítico oral e observar por 30 minutos no local, visto que a paciente está hemodinamicamente compensada.

A Doença Hipertensiva Específica da Gravidez (DHEG) é uma das principais causas de mortalidade materna.


I.A Pré-eclâmpsia é caracterizada por hipertensão arterial após a 20ª semana de gestação acompanhada de proteinúria ou lesão de órgão-alvo.

II.A Eclâmpsia se diferencia da Pré-eclâmpsia pela ocorrência de convulsões tônico-clônicas generalizadas não atribuíveis a outras causas.

III.O Sulfato de Magnésio é a droga de escolha para prevenir e controlar as convulsões na Eclâmpsia, devendo-se monitorar os reflexos patelares e a frequência respiratória devido ao risco de toxicidade.


Assinale a alternativa que apresenta somente as proposições CORRETAS:


A

Apenas III.


B

I e II.


C

II e III.


D

I, II e III.

O Protocolo Clínico e Diretrizes Terapêuticas da Hipertensão Arterial Sistêmica afirma que emergências hipertensivas representam mais de 50% das consultas em serviços de emergência.


C

Certo


E

Errado

Um paciente masculino, 60 anos, chega à unidade básica de saúde para atendimento com sinais de pico hipertensivo e ao verificar PA: 150 x 90 mmHg, glicemia capilar: 110 mg/dL durante a triagem, o Técnico de Enfermagem colhe os seguintes dados:


✔ Histórico de Hipertensão Arterial Sistêmica (HAS) e Diabetes Mellitus tipo 2 (DM2).

✔ Refere sensação de fadiga constante, tosse seca há três semanas e perda de 4 kg nos últimos dois meses.

✔ Não apresenta febre ou sinais evidentes de desconforto respiratório.


Diante desse quadro, quais devem ser as ações imediatas do Técnico de Enfermagem na triagem. Assinale a alternativa CORRETA:


A

Classificar o paciente como risco baixo, pois sua pressão arterial e glicemia estão dentro de valores aceitáveis para um indivíduo com HAS e DM2 controlados. Encaminhá-lo para atendimento médico conforme a ordem de chegada, sem necessidade de prioridade.


B

Verificar a saturação de oxigênio, auscultar os pulmões para identificar possíveis alterações respiratórias, monitorar sinais vitais e encaminhar o paciente para avaliação do enfermeiro ou médico, pois sua condição clínica pode indicar insuficiência cardíaca compensada.


C

Solicitar ao paciente que aguarde em repouso por 30 minutos e repetir a aferição da pressão arterial para confirmar se os valores estão realmente elevados antes de encaminhá-lo para atendimento médico.


D

Administrar oxigênio suplementar a 3L/min via cateter nasal, orientar o paciente sobre cuidados domiciliares e, caso não haja melhora na dispneia após 15 minutos, priorizar seu atendimento na unidade.


E

Considerar que a perda de peso e o cansaço são normais para pacientes diabéticos e hipertensos, orientando o paciente a continuar sua medicação habitual e a buscar atendimento apenas se apresentar piora súbita dos sintomas.

Gestante com 35 semanas é admitida em hospital de média complexidade com cefaleia intensa, escotomas visuais, epigastralgia e pressão arterial de 184×112 mmHg. Ao exame, apresenta reflexos osteotendinosos exaltados, edema discreto em membros inferiores e proteinúria detectada em fita reagente. Considerando os critérios de pré-eclâmpsia grave, o risco de eclâmpsia iminente e as diretrizes assistenciais em obstetrícia do Ministério da Saúde, qual conduta inicial é tecnicamente indicada e legalmente respaldada pelo enfermeiro?


A

Posicionar paciente em decúbito lateral esquerdo, administrar oxigênio suplementar, monitorar sinais vitais e iniciar sulfato de magnésio EV conforme prescrição emergencial.


B

Estimular hidratação oral, controlar pressão arterial com monitoramento ampliado e aguardar melhora clínica espontânea em repouso absoluto.


C

Iniciar corticoterapia e anti-hipertensivo sublingual, solicitando regulação para UTI obstétrica especializada e vigilância intensiva.


D

Aguardar presença do obstetra para prescrição formal, abstendo-se de qualquer ação terapêutica mesmo em situação de urgência clínica.


E

Presumir infecção urinária com agravamento hipertensivo e administrar antibioticoterapia empírica associada a diurético intravenoso.

A crise hipertensiva é uma elevação súbita e acentuada da pressão arterial, podendo ser classificada como urgência ou emergência hipertensiva. No atendimento pré-hospitalar a um paciente com elevação pressórica, registre V, para as afirmativas verdadeiras, e F, para as falsas:


(__)Considera-se uma emergência hipertensiva quando há elevação crítica da PA acompanhada de lesão aguda e progressiva de órgãos-alvo, como encefalopatia, infarto agudo do miocárdio ou edema agudo de pulmão.

(__)A conduta inicial no APH para um paciente com suspeita de emergência hipertensiva é o transporte imediato para um serviço hospitalar, com monitoramento contínuo dos sinais vitais.

(__)A administração de anti-hipertensivos de ação rápida, como a nifedipina sublingual, é a conduta padrão e segura a ser realizada pela equipe de Suporte Básico de Vida no APH.

(__)Uma urgência hipertensiva é caracterizada por uma elevação acentuada da PA, porém sem sinais de lesão aguda em órgãos-alvo, e o controle pressórico pode ser feito de forma mais gradual.


Após análise, assinale a alternativa que apresenta a sequência correta dos itens acima, de cima para baixo:


A

V, F, V, F.


B

V, V, F, V.


C

V, V, V, F.


D

F, V, F, V.


E

F, F, V, V.

Durante atendimento de pré-natal em uma Unidade de Saúde da Família, o enfermeiro identifica uma gestante com pressão arterial de 150x100 mmHg, edema em membros inferiores e proteinúria +2. De acordo com os protocolos do Ministério da Saúde e os critérios diagnósticos da Organização Mundial da Saúde, qual é a conduta clínica mais adequada?


A

Acompanhamento a médio prazo, com controle da pressão e reavaliação periódica, sem intervenção imediata.


B

Encaminhamento urgente para serviço especializado por quadro sugestivo de pré-eclâmpsia com risco materno-fetal.


C

Início de tratamento domiciliar com monitoramento informal, sem parecer de equipe especializada.


D

Recomendação de repouso e dieta com retorno mensal, sem modificação da conduta ou referência externa.


E

Acompanhamento remoto com restrições de atividade, adiando nova avaliação clínica presencial.

Durante uma consulta de pré-natal, uma enfermeira da Estratégia Saúde da Família identifica que uma gestante está apresentando sinais de pré-eclâmpsia. Qual é a ação imediata mais adequada a ser tomada pela enfermeira?


A

Aumentar a frequência das consultas de pré-natal na APS sem necessidade de referenciamento.


B

Administrar medicação anti-hipertensiva e acompanhar a paciente na próxima consulta agendada.


C

Realizar apenas orientações sobre dieta e repouso, mantendo o acompanhamento na Atenção Primária à Saúde (APS).


D

Encaminhar a gestante para uma unidade de referência secundária ou terciária para avaliação e manejo especializado.

 
 
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