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Na sala de emergência, a enfermeira atende um paciente do sexo masculino que apresenta ...

Na sala de emergência, a enfermeira atende um paciente do sexo masculino que apresenta dor torácica intensa e hipertensão. O médico da equipe está em outro setor realizando um procedimento e, ao ser acionado por telefone, orienta à distância a administração de medicamentos. A enfermeira hesita em seguir a orientação remota e mantém o paciente em monitorização contínua, oxigênio suplementar e acesso venoso, até a chegada do médico. Nesse caso, considerando os aspectos éticos e legais vigentes sobre prescrição à distância em urgência e emergência, a prescrição remota:


A

não deve ser cumprida, pois a prescrição não ocorreu por médico regulador de serviços de atendimento pré-hospitalar móvel de urgência e emergência.


B

deve ser cumprida, pois o quadro de emergência requeria intervenção imediata, e a espera pelo médico pode agravar a situação.


C

deve ser cumprida, pois o médico estava no hospital e prescrições por telefone poderão ser atendidas.


D

deve ser cumprida, pois institucionalmente o médico pode utilizar assinatura digital ou eletrônica posteriormente.


E

não deve ser cumprida, pois o médico não acessou o prontuário do paciente, e a prescrição ocorreu com base em informações repassadas pela enfermeira.