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Gestante com 35 semanas é admitida em hospital de média complexidade com cefaleia intensa, escotomas visuais, epigastralgia e pressão arterial de 184×112 mmHg. Ao exame, apresenta reflexos osteotendinosos exaltados, edema discreto em membros inferiores e proteinúria detectada em fita reagente. Considerando os critérios de pré-eclâmpsia grave, o risco de eclâmpsia iminente e as diretrizes assistenciais em obstetrícia do Ministério da Saúde, qual conduta inicial é tecnicamente indicada e legalmente respaldada pelo enfermeiro?
Posicionar paciente em decúbito lateral esquerdo, administrar oxigênio suplementar, monitorar sinais vitais e iniciar sulfato de magnésio EV conforme prescrição emergencial.
Estimular hidratação oral, controlar pressão arterial com monitoramento ampliado e aguardar melhora clínica espontânea em repouso absoluto.
Iniciar corticoterapia e anti-hipertensivo sublingual, solicitando regulação para UTI obstétrica especializada e vigilância intensiva.
Aguardar presença do obstetra para prescrição formal, abstendo-se de qualquer ação terapêutica mesmo em situação de urgência clínica.
Presumir infecção urinária com agravamento hipertensivo e administrar antibioticoterapia empírica associada a diurético intravenoso.