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Uma equipe do CAPS está cuidando de Ana, uma jovem de 29 anos com diagnóstico de esquizofrenia paranoide, que reside em uma área desfavorecida e tem laços familiares instáveis. Após algumas semanas de acompanhamento, os especialistas começam a criar o Plano Terapêutico Singular (PTS). Durante o encontro, opiniões diferentes surgem entre os membros da equipe: alguns defendem um plano que priorize a adesão à medicação e o controle dos sintomas; outros sugerem ações de reintegração social e atenção individualizada.
Considerando os princípios do PTS e do cuidado psicossocial, qual seria a atitude mais correta a ser tomada pela equipe?
Dar prioridade aos objetivos clínicos com os quais a equipe esteja de comum acordo, como a estabilização dos sintomas e o cumprimento da receita médica.
Criar o PTS baseado em normas técnico-científicas, evitando envolver a paciente no planejamento para não prejudicar a imparcialidade.
Desenvolver o PTS levando em conta os diferentes conhecimentos da equipe, incluindo os anseios e as capacidades da paciente, mesmo que existam divergências internas.
Implementar o PTS após haver concordância entre os profissionais da equipe, assegurando uniformidade técnica.
Definir metas terapêuticas obrigatórias para a paciente, com o objetivo de fortalecer sua adesão ao tratamento medicamentoso como requisito para as demais intervenções.


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