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Durante o atendimento a um paciente com choque anafilático em uma unidade de pronto atendimento, a equipe médica ainda não se encontrava presente na sala de emergência no momento da chegada. O enfermeiro, diante de sinais de taquicardia extrema, hipotensão severa e estridor laríngeo progressivo, considera a administração de epinefrina intramuscular como intervenção emergencial. Considerando os fundamentos legais do exercício da enfermagem (Lei nº 7.498/1986), a Resolução COFEN nº 564/2017, os princípios de autonomia técnica em situação de risco iminente de vida e os protocolos internacionais para reações anafiláticas graves, qual decisão representa a conduta mais ética, legalmente respaldada e clinicamente eficaz?
Realizar a administração intramuscular de epinefrina conforme diretriz institucional e avaliação crítica do quadro, considerando a ausência de profissional médico e a urgência vital da situação.
Aguardar prescrição médica verbal, mesmo que o tempo de resposta represente risco elevado de progressão para parada cardiorrespiratória iminente.
Iniciar medidas de suporte básico, como oxigenoterapia e hidratação venosa, abstendose de administrar epinefrina, por considerar tal conduta restrita à autoridade médica.
Acionar equipe externa de suporte avançado e encaminhar o paciente à referência hospitalar, evitando qualquer intervenção terapêutica além da estabilização inicial.
Realizar administração subcutânea de epinefrina diluída, por entender que a via intramuscular é privativa de médicos em condições de emergência grave.