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Uma paciente de 79 anos, submetida a laparotomia exploradora por abdome agudo vascular, encontra-se em fase de recuperação pós-operatória imediata, com suporte ventilatório removido após 24 horas, apresentando instabilidade hemodinâmica compensada e início de reintrodução alimentar. A equipe de enfermagem, diante da complexidade do caso e da vulnerabilidade gerada pela idade e comorbidades associadas, estrutura o plano assistencial com base nas diretrizes do protocolo ERAS (Enhanced Recovery After Surgery), nos fundamentos da enfermagem perioperatória e nos princípios da segurança do paciente. Considerando a atuação interprofissional e as práticas baseadas em evidência, qual conduta deve ser priorizada no planejamento assistencial imediato?
Estabelecer regime restritivo de mobilidade e ingestão oral até estabilização clínica plena, com administração contínua de opioides de liberação prolongada para analgesia basal.
Adotar escalas de avaliação de dor validadas, instituir analgesia multimodal com adjuvantes farmacológicos, iniciar mobilização assistida precoce e realimentação conforme resposta clínica.
Postergar intervenções terapêuticas até normalização completa de parâmetros hemodinâmicos, instituindo antibioticoterapia profilática prolongada como medida preventiva.
Estimular a manutenção do repouso absoluto e jejum terapêutico até a liberação médica formal, utilizando métodos físicos não farmacológicos como único recurso analgésico.
Manter contenção física de segurança e administração de analgésicos em bomba contínua de infusão, independentemente de escalas de dor, até plena cicatrização cirúrgica.