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Em uma unidade de pronto atendimento, um paciente com diagnóstico de edema agudo de pulmão secundário à insuficiência ventricular esquerda apresenta taquipneia intensa, crepitações pulmonares difusas, ortopneia, SpO₂ em 78% com máscara de Venturi a 60% e taquicardia refratária. Diante da ausência imediata de equipe médica e com respaldo na Resolução COFEN nº 648/2020, bem como nos fundamentos fisiopatológicos da insuficiência cardíaca aguda, qual conduta deve ser adotada prioritariamente pelo enfermeiro intensivista?
Preparar material para intubação orotraqueal, considerando possibilidade iminente de falência respiratória e dessaturação progressiva.
Iniciar suporte ventilatório com BIPAP, elevar cabeceira a 90°, monitorar parâmetros clínicos e oxigenar progressivamente.
Administrar diurético intravenoso e manter oxigenoterapia com máscara de alta concentração sob vigilância contínua.
Realizar aspiração de vias aéreas e nebulização com broncodilatadores, objetivando reversão do desconforto respiratório agudo.
Reduzir a oferta de oxigênio gradualmente, prevenindo hipoventilação em pacientes com histórico de retenção crônica de CO₂.