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Paciente com HIV/Aids e diagnóstico de meningite criptocócica apresenta crise tônico-clônica generalizada com duração superior a 10 minutos, refratária ao diazepam EV. Após o evento, permanece com Glasgow 9, rigidez de nuca e rebaixamento do nível de consciência. Diante da suspeita de status epilepticus e ausência do neurologista, qual conduta deve ser imediatamente adotada pela equipe de enfermagem especializada, segundo os protocolos nacionais de urgência neurológica e a Resolução COFEN nº 648/2020?
Monitorar sinais neurológicos de hora em hora, repetir benzodiazepínico caso necessário e observar evolução clínica pós-evento.
Estimular resposta verbal, preparar fenitoína para infusão e manter vias aéreas sob vigilância com oxigênio de baixo fluxo.
Posicionar em decúbito lateral de segurança, garantir vias aéreas pérvias, iniciar oxigenoterapia de alto fluxo e acionar equipe médica de urgência.
Suspender medicações neurotóxicas em curso, instalar acesso central e considerar prescrição de manitol diante de hipertensão intracraniana.
Ofertar sedativo oral por via alternativa e posicionar cabeceira elevada a 90°, com monitoramento clínico contínuo de rotina.