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Um paciente de 19 anos é atendido com febre alta, rigidez de nuca, vômitos e alteração do nível de consciência. A equipe suspeita de meningite meningocócica e inicia medidas de estabilização e encaminhamento. De acordo com a Portaria de Consolidação n° 4/GM/MS, a conduta quanto à notificação e:
Realizar notificação conforme critério de comunicação semanal após confirmação laboratorial.
Realizar a notificação a qualquer momento, com confirmação laboratorial e diagnóstica.
Realizar notificação imediata, independentemente se ainda não confirmada.
Notificar apenas os casos suspeitos.
Homem de 32 anos é atendido na unidade de emergência apresentando quadro de febre elevada, mialgia generalizada, cefaleia holocraniana intensa e episódios repetidos de vômitos iniciados há 36 horas. O histórico médico revela que ele foi submetido a uma esplenectomia anatômica pós-traumática há cinco anos e não possui registros de imunização recente. Ao exame físico, o paciente encontra-se torporoso, demonstrando sinais de irritação meníngea com rigidez de nuca proeminente, tempo de enchimento capilar de 3 segundos e discretas máculas eritematosas distribuídas no tronco, sem sufusões hemorrágicas ou petéquias visíveis. A punção lombar é realizada acompanhada da coleta de amostras de sangue periférico. O quimiocitológico do líquido cefalorraquidiano (LCR) evidencia aspecto turvo; concentração de glicose marcadamente reduzida; níveis de proteínas totais elevados; e contagem celular de 1.200 leucócitos/mm3 , com predomínio de polimorfonucleares. A bacterioscopia direta por coloração de Gram revela a presença de diplococos Gram-negativos.
Considerando a principal hipótese diagnóstica, nessa circunstância, é correto afirmar que
a administração simultânea da quimioprofilaxia com rifampicina está indicada para contatos domiciliares do caso suspeito na dose de sessenta miligramas por quilo de peso.
a indicação de quimioprofilaxia para os profissionais de saúde que prestaram o atendimento ocorre quando há realização de procedimentos na via aérea sem barreira protetora.
a eficácia vacinal protetora da imunização conjugada atinge o patamar máximo de proteção imediatamente após vinte e quatro horas da primeira aplicação.
o tratamento específico para a manifestação neurológica inicial deve associar corticosteroides sistêmicos e aciclovir por via endovenosa durante vinte e um dias.
os contatos domiciliares do paciente que apresentam esquema vacinal atualizado para o sorogrupo correspondente estão dispensados da realização imediata da quimioprofilaxia.
Homem de 32 anos é atendido na unidade de emergência apresentando quadro de febre elevada, mialgia generalizada, cefaleia holocraniana intensa e episódios repetidos de vômitos iniciados há 36 horas. O histórico médico revela que ele foi submetido a uma esplenectomia anatômica pós-traumática há cinco anos e não possui registros de imunização recente. Ao exame físico, o paciente encontra-se torporoso, demonstrando sinais de irritação meníngea com rigidez de nuca proeminente, tempo de enchimento capilar de 3 segundos e discretas máculas eritematosas distribuídas no tronco, sem sufusões hemorrágicas ou petéquias visíveis. A punção lombar é realizada acompanhada da coleta de amostras de sangue periférico. O quimiocitológico do líquido cefalorraquidiano (LCR) evidencia aspecto turvo; concentração de glicose marcadamente reduzida; níveis de proteínas totais elevados; e contagem celular de 1.200 leucócitos/mm3 , com predomínio de polimorfonucleares. A bacterioscopia direta por coloração de Gram revela a presença de diplococos Gram-negativos.
Considerando a principal hipótese diagnóstica, nessa circunstância, é correto afirmar que
a administração simultânea da quimioprofilaxia com rifampicina está indicada para contatos domiciliares do caso suspeito na dose de sessenta miligramas por quilo de peso.
a eficácia vacinal protetora da imunização conjugada atinge o patamar máximo de proteção imediatamente após vinte e quatro horas da primeira aplicação.
a indicação de quimioprofilaxia para os profissionais de saúde que prestaram o atendimento ocorre quando há realização de procedimentos na via aérea sem barreira protetora.
o tratamento específico para a manifestação neurológica inicial deve associar corticosteroides sistêmicos e aciclovir por via endovenosa durante vinte e um dias.
os contatos domiciliares do paciente que apresentam esquema vacinal atualizado para o sorogrupo correspondente estão dispensados da realização imediata da quimioprofilaxia.
Em um serviço de urgência, um paciente apresenta febre elevada, cefaleia intensa, náuseas, vômitos, fotofobia e rigidez de nuca. Esse conjunto de sinais clínicos sugere quadro compatível com a doença denominada:
sinusite.
encefalite.
meningite.
labirintite.
Em uma Unidade Básica de Saúde (UBS) do setor público, o Técnico de Enfermagem atende um paciente com febre alta (39,5 °C), cefaleia intensa, rigidez de nuca e manchas avermelhadas no corpo que não desaparecem à compressão. O profissional reconhece sinais clássicos de meningite meningocócica e comunica imediatamente ao enfermeiro e ao médico. Após a confirmação diagnóstica, surge a questão sobre notificação às autoridades de saúde pública. O Técnico de Enfermagem, sob supervisão do enfermeiro, deve compreender que vigilância epidemiológica é responsabilidade coletiva de todos os profissionais de saúde e que a notificação compulsória de doenças é instrumento essencial para o controle e a prevenção de surtos. Nesse contexto, o Técnico de Enfermagem, sob supervisão do enfermeiro, deve reconhecer que a afirmação que melhor descreve a conduta correta em vigilância epidemiológica e notificação compulsória de doenças é:
Assinale a alternativa CORRETA.
O Técnico de Enfermagem deve registrar as informações clínicas no prontuário e descartar dados sobre possíveis contatos do paciente, pois a confidencialidade das informações se sobrepõe à necessidade de investigação epidemiológica em qualquer circunstância.
Técnico de Enfermagem deve aguardar a confirmação laboratorial antes de notificar, compartilhar informações apenas com a equipe interna da UBS e considerar que a notificação compulsória é obrigação exclusiva do enfermeiro responsável pelo turno.
O Técnico de Enfermagem deve aguardar a solicitação do médico para realizar a notificação compulsória, pois essa é responsabilidade exclusiva do prescritor, cabendo ao técnico apenas executar os cuidados assistenciais determinados pela equipe médica.
O Técnico de Enfermagem deve notificar imediatamente a autoridade sanitária sobre o caso de meningite, registrar no prontuário todas as informações clínicas relevantes e compartilhar dados sobre contatos com as autoridades de saúde pública para subsidiar investigação epidemiológica.


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Paciente com HIV/Aids e diagnóstico de meningite criptocócica apresenta crise tônico-clônica generalizada com duração superior a 10 minutos, refratária ao diazepam EV. Após o evento, permanece com Glasgow 9, rigidez de nuca e rebaixamento do nível de consciência. Diante da suspeita de status epilepticus e ausência do neurologista, qual conduta deve ser imediatamente adotada pela equipe de enfermagem especializada, segundo os protocolos nacionais de urgência neurológica e a Resolução COFEN nº 648/2020?
Monitorar sinais neurológicos de hora em hora, repetir benzodiazepínico caso necessário e observar evolução clínica pós-evento.
Estimular resposta verbal, preparar fenitoína para infusão e manter vias aéreas sob vigilância com oxigênio de baixo fluxo.
Posicionar em decúbito lateral de segurança, garantir vias aéreas pérvias, iniciar oxigenoterapia de alto fluxo e acionar equipe médica de urgência.
Suspender medicações neurotóxicas em curso, instalar acesso central e considerar prescrição de manitol diante de hipertensão intracraniana.
Ofertar sedativo oral por via alternativa e posicionar cabeceira elevada a 90°, com monitoramento clínico contínuo de rotina.
Um homem de 36 anos procura atendimento relatando fortes crises de dor periorbitária à direita, que o despertam do sono cerca de 1 a 2 horas após deitar, há 4 dias. As crises duram 40 a 50 minutos, com lacrimejamento e rinorreia ipsilaterais. Nega náuseas, vômitos ou fotofobia. Ao exame físico, não há alterações neurológicas; pupilas são isocóricas e fotorreagentes, e os sinais vitais estão normais. Qual é o diagnóstico mais provável?
Cefaleia em salvas.
Neuralgia do trigêmeo.
Cefaleia tensional.
Migrânea sem aura.
Arterite de células gigantes.
Em relação à meningite bacteriana em crianças e lactentes, assinale a alternativa CORRETA:
A meningite por Haemophilus influenzae tipo B (Hib) é atualmente a causa mais comum de meningite em crianças menores de 5 anos, devido à resistência aos antibióticos e à baixa cobertura vacinal.
Em lactentes com idade entre 3 meses e 2 anos, a clássica tríade de meningite (rigidez de nuca, febre e cefaleia) é facilmente identificada, permitindo diagnóstico rápido sem necessidade de exames laboratoriais.
A punção lombar é o exame diagnóstico definitivo; antes do procedimento, pode-se administrar anestésico tópico para reduzir dor e medo da criança, e a amostra de glicose sérica deve ser coletada cerca de 30 minutos antes do LCR para interpretação adequada.
A meningite neonatal apresenta sinais clínicos muito semelhantes aos observados em crianças maiores, com fotofobia, rigidez nucal e erupções petequiais como achados iniciais típicos.
O paciente com meningite está gravemente doente; portanto, muitas das intervenções de enfermagem são colaborativas com a equipe multiprofissional. O prognóstico depende, em grande parte, do cuidado de suporte fornecido. Em relação as intervenções de enfermagem, é correto afirmar:
Instituir precauções para o controle das infecções até 96 horas após o início da antibioticoterapia (as secreções oral e nasal são consideradas infecciosas).
Proteger o paciente de lesão secundária à atividade convulsivante ou alteração do nível de consciência.
Monitorar diariamente o peso corporal; os eletrólitos séricos; e o volume, a densidade específica e a osmolalidade da urina, exceto se houver suspeita da síndrome de secreção inapropriada de hormônio antidiurético.
Avaliar a pressão arterial (habitualmente monitorada utilizando uma linha arterial) quanto à ocorrência de choque, que precede a insuficiência cardíaca ou respiratória.
A interpretação do Líquido Cefalorraquidiano (LCR) é vital na suspeita de meningite. Analise as afirmativas a seguir comparando os perfis liquóricos:
I. Na meningite bacteriana aguda, observa-se tipicamente pleocitose com predomínio de polimorfonucleares (neutrófilos), hipoglicorraquia (glicose baixa < 40mg/dL ou < 2/3 da glicemia) e hiperproteinorraquia.
II. Na meningite viral, o LCR apresenta pleocitose moderada com predomínio linfomonocitário, glicose normal e proteínas normais ou levemente aumentadas.
III. Na meningite tuberculosa, o padrão clássico é de pleocitose linfocítica, proteína muito elevada e glicose muito baixa, com aspecto turvo ou xantocrômico e formação de retículo de fibrina.
Está correto o que se afirma em:
II e III apenas.
I apenas.
I e II apenas.
I, II e III.


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As bacterioses englobam um conjunto de doenças infecciosas causadas por diferentes espécies de bactérias patogênicas, que podem atingir diversos sistemas do corpo humano. O profissional de enfermagem atua desde a prevenção até o cuidado direto aos pacientes infectados. Considerando esse tema, analise as afirmativas a seguir.
I. A meningite meningocócica é uma doença bacteriana grave causada pela Neisseria meningitidis, transmitida por gotículas respiratórias, e exige notificação compulsória imediata e início rápido de antibioticoterapia específica.
II. O tétano é uma bacteriose não contagiosa causada pelo Clostridium tetani, cujos esporos penetram por meio de ferimentos, produzindo uma toxina que atua no sistema nervoso central, gerando rigidez muscular e espasmos generalizados.
III. A tuberculose, causada pelo Mycobacterium tuberculosis, apresenta transmissão aérea e requer tratamento supervisionado (TDO - Tratamento Diretamente Observado), com uso prolongado de antibióticos como isoniazida, rifampicina, pirazinamida e etambutol, segundo o protocolo do Ministério da Saúde.
Assinale a alternativa que apresenta as proposições CORRETAS.
II.
I, II e III.
I e III.
I e II.
A meningite meningocócica (infecção das membranas que recobrem o cérebro) certamente está entre as doenças imunopreveníveis mais temidas. Assinale a alternativa correta:
É causada pela bactéria Neisseria meningitidis (meningococo) e é mais grave quando atinge a corrente sanguínea, provocando meningococcemia - infecção generalizada.
No Brasil é mais frequente entre crianças com até 12 anos.
Pessoas vacinadas de qualquer idade são vulneráveis
No Brasil é mais frequente entre crianças com até 10 anos.
Em relação às doenças de notificação compulsória, deve-se notificar um caso suspeito de meningite bacteriana em
até 24 horas após a suspeita clínica.
até 48 horas após o diagnóstico confirmado.
até 7 dias após a suspeita clínica.
até 72 horas após o tratamento inicial.
surtos epidêmicos.
De acordo com a Portaria GM/MS nº 6.734, de 31 de março de 2025, que regulamenta a lista de doenças, agravos e eventos de saúde pública de notificação compulsória no Brasil, qual das seguintes doenças exige notificação imediata à Vigilância Epidemiológica?
Leishmaniose visceral.
Tuberculose.
Meningite por Neisseria meningitidis.
Hanseníase.
Sífilis adquirida.
De acordo com a publicação Doenças infecciosas e parasitárias: guia de bolso (2010), sobre doença Meningocócica (DM) assinale a opção que apresenta o seguinte sinal clínico característico: flexão involuntária da perna sobre a coxa & dessa sobre 5 bacia, ao se tentar antefletir a cabeça”.
Sinal de Filatov.
Sinal de Giorano.
Sinal de Keming.
Sinai de Theodor.
Sinal de Brudzinski.


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Com base nas doenças de notificação compulsória, assinale a alternativa correta que corresponde a uma doença de com periodicidade de notificação semanal.
Doença Meningocócica e outras meningites.
Doença de Chagas Crônica.
Doença aguda pelo vírus Zika em gestante.
Eventos adversos graves ou óbitos pós vacinação.
Uma das patologias que pode acometer as crianças é a meningite bacteriana. Sobre ela, é impertinente afirmar:
Meningite bacteriana é uma infecção das meninges que revestem o cérebro e a medula espinal.
Nas crianças, essa doença é grave e pode causar lesão do cérebro ou dos nervos, surdez, acidente vascular cerebral (AVC) e até mesmo a morte.
Os Principais agentes etiológicos da meningite bacteriana em recém-nascidos são estreptococos do grupo B e bacilos entéricos gram-negativos como Escherichia coli.
A meningite bacteriana causa inflamação, edema, exsudatos purulentos e lesão dos tecidos cerebrais.
A meningite é considerada sempre uma infecção primária que requer internação hospitalar e tratamento imediatos.
Leia o trecho abaixo:
“E uma inflamação das meninges, membranas que envolvem o cérebro e a medula espinhal”.
O trecho acima faz referência a:
Tétano.
Rubéola.
Meningite.
Difteria.
Coqueluche.
No Brasil, é considerada uma doença endêmica. Casos da doença são esperados ao longo de todo o ano, com a ocorrência de surtos e epidemias ocasionais. Pode ser causada por bactérias, vírus, fungos e parasitas. A ocorrência da doença do tipo bacteriana é mais comum no outono-inverno; e da viral, na primavera-verão. O sexo masculino é o mais acometido pela doença. A ocorrência da doença dos tipos viral e bacteriana são as de maior importância para a saúde pública, considerando a magnitude de sua ocorrência e o potencial de produzir surtos. Apesar de ser habitualmente causada por microrganismos, esta doença também pode ter origem em processos inflamatórios, como câncer (metástases para meninges), lúpus, reação a algumas drogas, traumatismo craniano e cirurgias cerebrais. A doença causada pela bactéria Neiseria, caracteriza-se por uma ou mais síndromes clínicas. As crianças, os adolescentes e adultos jovens têm o risco de adoecimento aumentado em surtos. Os maiores coeficientes de incidência da doença são observados em lactentes, no primeiro ano de vida. De modo geral, os sintomas desta doença são comuns independentemente do tipo de microrganismo causador e incluem febre, dor de cabeça e rigidez de nuca. Muitas vezes, há outros sintomas, como: mal-estar, náusea, vômito, fotofobia (aumento da sensibilidade à luz), status mental alterado (confusão). Com o passar do tempo, alguns sintomas mais graves podem aparecer, como: convulsões, delírio, tremores e coma.
Assinale a alternativa correta que apresenta a doença descrita no excerto:
Encefalite.
Meningite.
Paracoccidioidomicose.
Tétano.
Malária.
A rigidez de nuca indica comprometimento meningorradicular e está dentre as atribuições da coleta de dados do processo de enfermagem, como um sinal importante a ser detectado pelo(a) enfermeiro(a). Dentre as alternativas abaixo, marque a CORRETA quando se trata de sinais de que há suspeita de meningite, radiculopatias e hemorragia subaracnoidea:
Sinal de Romberg e Sinal de Giordano.
Sinal de Romberg e Sinal de Guaxinin.
Sinal de Murphy e Sinal de kernig.
Sinal de Brudzinzki e Sinal de Kernig.
Sinal de Babinski e Sinal de Brudzinzki.


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