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Um paciente vítima de queda de altura (acima de 5 metros) chega à unidade de trauma com fraturas expostas de fêmur e úmero esquerdos, hipotensão (PA 88×50 mmHg), taquicardia, palidez cutânea e estado de alerta preservado. A ambulância aplicou colar cervical, imobilização com talas e acesso venoso periférico com infusão lenta de soro fisiológico. Considerando os critérios de risco para choque hipovolêmico, as condutas do protocolo ABCDE e a atuação imediata da equipe de enfermagem em trauma complexo, qual é a conduta mais tecnicamente adequada?
Solicitar exames laboratoriais e radiológicos, postergando reposição volêmica até definição clínica de estabilidade circulatória.
Iniciar protocolo de trauma com controle de vias aéreas, infusão rápida de solução cristaloide, monitoramento contínuo e acionamento da cirurgia.
Remover o colar cervical para facilitar manuseio torácico e aplicar compressas compressivas sobre os focos hemorrágicos visíveis.
Priorizar imagem tomográfica antes de iniciar analgesia ou medidas hemodinâmicas, conforme fluxo hospitalar para trauma grave.
Iniciar antibioticoterapia empírica intramuscular e administrar solução hipertônica em bolus como medida inicial de estabilização clínica.