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Em equilíbrio hídrico, um paciente em uso de diurético apresenta boca seca, hipotensão postural e diurese reduzida nas últimas horas. Indique o achado que melhor sustenta hipovolemia:
Pressão de pulso alargada.
Turgor cutâneo diminuído.
Crepitações bibasais.
Ganho ponderal súbito.
Ingesta hídrica aumentada.
Paciente vítima de trauma apresenta hipotensão, taquicardia, extremidades frias e sudorese intensa. O quadro é compatível prioritariamente com:
choque cardiogênico.
choque neurogênico.
choque séptico.
choque hipovolêmico.
choque anafilático.
Preencha a lacuna com a alternativa CORRETA.
O _____________ hipovolêmico é uma emergência médica fatal causada pela queda severa de sangue e/ou líquidos corporais.
Crio.
Torque.
Choque.
Lote.
Septo.
De acordo com o que preconiza o Protocolo SAMU 192 sobre o choque (Brasil, 2016), marque a alternativa CORRETA.
Fonte: Brasil. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Protocolos de Intervenção para o SAMU 192 - Serviço de Atendimento Móvel de Urgência. Brasília: Ministério da Saúde, 2a edição, 2016. Disponível em: https://www.gov.br/saude/pt-br/composicao/saes/samu-192/publicacoes/protocolo-de-suporte-avancado-devida-1.pdf
No choque neurológico e no choque cardiogênico, a pele tem aparência pálida, rendilhada.
No choque séptico e no choque cardiogênico, o nível de consciência não se altera.
A pressão arterial no choque hipovolêmico geralmente é alta.
Nos choques hipovolêmico, neurológico e cardiogênico, a frequência cardíaca é diminuída.
O ringer lactato é a solução cristaloide de 1ª escolha para o choque, seguido da solução salina 0,9%.
O manejo do paciente em estado de choque exige atuação rápida e coordenada da equipe de enfermagem, incluindo monitoramento contínuo, administração de fluidos e medicamentos, avaliação de sinais vitais e comunicação eficiente com a equipe multiprofissional. Acerca do assunto, registre V, para as afirmativas verdadeiras, e F, para as falsas:
(__)O enfermeiro deve aguardar a prescrição médica para iniciar qualquer reposição volêmica, mesmo em choque hipovolêmico com sinais de instabilidade hemodinâmica.
(__)Monitoramento contínuo de sinais vitais, avaliação do nível de consciência, débito urinário e perfusão periférica são essenciais para guiar intervenções imediatas em pacientes com choque.
(__)Durante o choque, a equipe de enfermagem deve priorizar a administração de fluidos, dispensando avaliação clínica constante ou comunicação com o restante da equipe multiprofissional.
(__)A administração de medicamentos vasoativos pode ser iniciada pelo enfermeiro somente após treinamento e protocolo institucional, respeitando prescrição médica e monitoramento rigoroso.
Após análise, assinale a alternativa que apresenta a sequência correta dos itens acima, de cima para baixo:
V, F, F, F.
F, F, V, V.
V, V, V, V.
F, V, F, V.
De acordo com o Advanced Trauma Life Support (ATLS, 2025) e o Prehospital Trauma Life Support (PHTLS, 2025), pacientes vítimas de trauma grave podem evoluir para um ciclo fisiopatológico autoperpetuante, caracterizado por alterações metabólicas e hematológicas que comprometem a perfusão tecidual, agravam o sangramento e aumentam significativamente a mortalidade. O reconhecimento precoce desse conjunto de alterações é fundamental para a implementação das estratégias contemporâneas de ressuscitação no trauma. Nesse contexto, assinale a alternativa que apresenta a chamada “tríade letal do trauma”.
Hiperglicemia, hipertensão arterial e hipertermia.
Hipocalemia, acidose metabólica e hipoxemia.
Coagulopatia, acidose metabólica e hipotermia.
Hipovolemia, hipernatremia e alcalose metabólica.
Hipertensão intracraniana, hipercapnia e hipertermia.
Conforme protocolo público de atendimento préhospitalar, sinais compatíveis com instabilidade hemodinâmica incluem:
pele quente e rosada, com enchimento capilar < 1s.
pele fria e úmida/pegajosa, palidez/cianose e enchimento capilar > 2s.
bradicardia como achado típico inicial em adultos.
ausência de alterações periféricas e perfusão preservada.
hipertensão sustentada como manifestação mais comum.
O choque é um evento de emergência extrema, caracterizada por grave redução da perfusão de tecidos e órgãos com isquemia, desequilíbrio entre oferta e demanda de oxigênio, causando hipóxia, sofrimento, lesão e disfunção celulares, agravada pela ação de mediadores e outras substâncias ativas e tóxicas que pioram mais esses efeitos deletérios sobre a membrana celular. Quando não revertido em sua fase inicial, causa insuficiência circulatória generalizada grave (hipotensão) que, se persistente, conduz à falência múltipla de órgãos e sistemas.
O prognóstico depende da rapidez com que o choque é identificado. No caso do choque hipovolêmico, caracterizado pela queda crítica do débito cardíaco causada por perda do volume circulante devido à hemorragia ou desidratação, por exemplo, e essa perda ultrapassa a capacidade de compensação, o que geralmente ocorre em perdas de mais de 15% da volemia total do indivíduo, o tratamento é realizado com aminas simpaticomiméticas usadas em infusão contínua, em acesso venoso central.
Considere as assertivas I e II a seguir, em referência aos cuidados de enfermagem com a administração das drogas vasoativas:
I- Pode-se usar veia periférica para garantir normotensão até que o acesso venoso central seja obtido.
PORQUE
II- A hipotensão não pode ser tolerada mais que 30 a 40 minutos.
Assinale a alternativa CORRETA.
I e II são verdadeiras, e II justifica I.
I e II são verdadeiras, mas II não justifica I.
I é falsa, e II é verdadeira.
I é verdadeira, e II é falsa.
I e II são falsas.
Caso hipotético: Paciente adulto, admitido em unidade hospitalar, apresenta quadro de choque. Ao exame físico, observa-se pressão arterial de 80x50 mmHg, frequência cardíaca de 160 bpm e incursões respiratórias superficiais e rápidas, associadas à presença de estertores crepitantes. Apresenta ainda tempo de enchimento capilar segundos; débito urinário mL/kg/h; letargia; acidose metabólica moderada; e necessidade de reposição volêmica para suporte da pressão arterial.
Com base no caso apresentado e considerando a classificação dos estágios do choque descritas por Brunner e Suddarth no Tratado de Enfermagem Médico-cirúrgica (apud Hinkle; Cheever; Overbaugh, 2023), é CORRETO afirmar que as manifestações clínicas descritas correspondem ao estágio:
progressivo.
compensatório.
inicial.
irreversível.
distributivo.
O choque hipovolêmico pode decorrer de hemorragias ou perdas excessivas de líquidos, manifestando‑se por sinais como taquicardia, hipotensão arterial e extremidades frias, sendo a reposição volêmica uma medida prioritária no atendimento inicial.
Certo
Errado
O choque é uma condição clínica ameaçadora à vida, cujo desfecho depende do reconhecimento precoce e do início imediato da terapia apropriada, prevenindo a progressão para disfunções orgânicas irreversíveis. Nesse contexto, destaca-se a importância da avaliação rápida e do manejo adequado pelo enfermeiro, visando à identificação oportuna dos sinais clínicos e à adoção de condutas que contribuam para a estabilização do paciente. Sobre os sinais gerais de choque, analise as sentenças a seguir:
I.Pressão arterial sistólica < 90 mmHg ou queda ≥ 40 mmHg em relação ao valor basal.
II.Pressão arterial média < 60 mmHg.
III.Débito urinário < 0,5 mL/kg/h ou < 30 mL/h.
É sinal geral de choque o que se apresenta em:
III, apenas.
I, II e III.
II e III, apenas.
I, apenas.
I e II, apenas.
Assinale a alternativa INCORRETA sobre possíveis complicações da ruptura esplênica.
A evolução pode ser silenciosa, sem apresentar risco de choque ou instabilidade.
O choque hipovolêmico é a complicação mais grave e exige intervenção rápida.
Hipotensão progressiva, taquicardia e palidez indicam hemorragia interna ativa.
Confusão mental e agitação podem sinalizar hipoperfusão cerebral.
Durante o pós-operatório imediato de uma gastrectomia subtotal, o enfermeiro observa que o paciente apresenta taquicardia progressiva, extremidades frias, enchimento capilar lentificado e queda da pressão arterial, apesar de ausência de sangramento evidente pelo dreno. Com base nos princípios da enfermagem médico-cirúrgica e fisiopatologia do choque, assinale a alternativa CORRETA sobre a conduta inicial de enfermagem.
Suspender a hidratação venosa para evitar sobrecarga hídrica e aguardar nova avaliação hemodinâmica após 60 minutos.
Manter o paciente em posição de Trendelemburg reverso e solicitar imediatamente exame contrastado para avaliar perfuração gástrica.
Iniciar reposição volêmica rápida com cristaloides, monitorar perfusão tecidual e comunicar imediatamente o cirurgião sobre suspeita de choque hipovolêmico oculto.
Realizar elevação do decúbito para 90° e administrar analgésicos opioides para reduzir o estímulo simpático.
Assinale a alternativa que apresenta uma das principais causas de choque hipovolêmico:
Cicatrização da ferida por primeira intenção.
Supressão total da excreção urinária.
Supressão total da excreção fecal.
Aumento da energia na superfície cutânea.
Hemorragia.
Um usuário apresenta hipotensão e extremidades frias durante atendimento domiciliar. O técnico de enfermagem observa que o pulso está fraco e rápido, o que indica possivelmente que
o paciente apresenta aumento da oxigenação periférica, prevenindo hipóxia.
há um aumento da função renal devido à hipoperfusão sistêmica.
o débito cardíaco pode estar diminuído, comprometendo a perfusão tecidual.
há manutenção da homeostase circulatória sem prejuízo da perfusão tecidual.
o sistema linfático está suprindo a função cardíaca na circulação.
No atendimento inicial ao politraumatizado com sinais de choque hipovolêmico classe III, o protocolo PHTLS preconiza a reposição volêmica imediata com cristaloides aquecidos. Para garantir a vazão adequada de fluidos, o enfermeiro deve puncionar dois acessos venosos periféricos utilizando cateteres de grosso calibre, preferencialmente de número:
14G.
20G.
22G.
24G.
18G.
É uma emergência fatal caracterizada pela queda drástica no volume de sangue ou líquidos corporais:
Torque hipovolêmico.
Sepse hipervolêmica.
Choque hipovolêmico.
Lote Hipovolêmico.
Choque hipervolênico.
Um paciente de 32 anos é atendido no local após trauma penetrante torácico por faca na região precordial. No exame inicial, apresenta hipotensão arterial grave (PA 70 × 40 mmHg), turgência jugular bilateral e bulhas cardíacas hipofonéticas. Conforme o protocolo do PHTLS (2025), a associação desses achados é característica de:
Síndrome compartimental abdominal.
Tríade de Cushing.
Tríade de Beck.
Tríade de Virchow.
Síndrome de Horner traumática.
Paciente de 35 anos, vítima de traumatismo abdominal fechado em acidente automobilístico, chega ao pronto-socorro apresentando palidez intensa, confusão mental, tempo de enchimento capilar prolongado, pele fria e pegajosa, frequência cardíaca de 130 bpm e pressão arterial de 80/50 mmHg e, diante desse quadro, a equipe suspeita de um sangramento interno. A condição clínica do paciente, caracterizada pela diminuição do volume intravascular e pela resposta inicial do organismo, é classificada como choque hipovolêmico. Com base no tipo de choque apresentado e nas informações sobre os mecanismos fisiológicos compensatórios, assinale a alternativa correta.
O mecanismo compensatório imediato para manter a perfusão tecidual se dá pela liberação de catecolaminas, que promove a diminuição da frequência cardíaca e a vasodilatação periférica.
Diferentemente do choque distributivo, no choque hipovolêmico, o volume intravascular fica represado nos vasos periféricos devido à falência miocárdica.
As manifestações clínicas, como pele fria/pegajosa, cianose, taquicardia e hipotensão, são resultados da mudança do metabolismo do anaeróbio para o aeróbio.
O choque hipovolêmico é causado por um comprometimento primário da capacidade de bombeamento do coração, sendo sua principal causa a falência miocárdica.
O choque hipovolêmico é caracterizado pela diminuição do volume intravascular, com ativação da vasoconstrição periférica, desencadeando o metabolismo do aeróbio para o anaeróbio.
Em sala de emergência, paciente vítima de trauma apresenta palidez, sudorese fria, taquicardia e pressão arterial em queda. Assinale a suspeita clínica prioritária para o cuidado de enfermagem:
Choque hipovolêmico.
Asma brônquica estável.
Hipertensão arterial controlada.
Crise de enxaqueca simples.
Dermatite alérgica leve