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Uma criança de 5 anos, vítima de atropelamento, é admitida na sala de trauma com múltiplas escoriações, rebaixamento do nível de consciência (GCS 10), FC 162 bpm, PA 80×40 mmHg e saturação de O₂ em 86% com oxigenoterapia por máscara. Há presença de abdome distendido e crepitação em hemitórax direito. A equipe médica está em atendimento simultâneo a outro politrauma. Considerando os princípios do atendimento ao trauma pediátrico, as peculiaridades fisiológicas da criança, e o escopo técnico da enfermagem em situações de risco iminente, qual é a conduta inicial mais tecnicamente indicada e respaldada?
Administrar analgesia intramuscular, instituir jejum absoluto e aplicar compressa fria torácica para reduzir resposta inflamatória local.
Estabelecer acesso venoso com infusão de cristaloide em bolus, manter cabeceira elevada e monitorar perfusão e débito urinário.
Posicionar em decúbito dorsal com hidratação contínua de soro hipertônico, objetivando manutenção da perfusão encefálica.
Administrar oxigênio por máscara de Venturi, restringir movimentação corporal e aguardar avaliação pediátrica para conduta definitiva.
Encaminhar para exame de tomografia de corpo inteiro antes de qualquer intervenção volêmica, visando avaliação anatômica de lesões ocultas.