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Em uma enfermaria de clínica médica, um paciente em uso crônico de AINEs evolui subitamente com dor epigástrica de forte intensidade, sinais de rigidez abdominal, taquicardia e sudorese fria. À palpação, observa-se defesa involuntária e ausência de ruídos hidroaéreos. A enfermeira-chefe, ao suspeitar de abdome agudo perfurativo, aciona a equipe médica. Considerando os fundamentos da avaliação semiológica no abdome agudo, a fisiopatologia da peritonite química e os protocolos de emergência cirúrgica, qual conduta deve ser imediatamente instituída pela enfermagem?
Prescrever dieta líquida moderada para aferir tolerância digestiva e manter observação clínica periódica nas primeiras horas.
Aplicar calor local, iniciar antiespasmódico por via oral e posicionar o paciente em decúbito lateral para conforto postural.
Estimular evacuação intestinal e considerar laxante osmótico, frente à possibilidade de obstrução funcional como causa do quadro.
Manter jejum absoluto, preparar acesso venoso periférico, iniciar infusão conforme prescrição e monitorar sinais vitais seriados.
Aguardar confirmação por imagem antes de intervir clinicamente, com exceção da analgesia prescrita previamente.