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Paciente masculino, 42 anos, vítima de queda de estrutura metálica, é admitido com dor torácica intensa à direita, taquipneia, jugulares colabadas, ausência de murmúrio vesicular, macicez à percussão e sinais de hipoperfusão. A oximetria mostra 86% com O₂ a 10 L/min e a PA está em 80×50 mmHg. Considerando os critérios diagnósticos para hemotórax maciço, os protocolos de estabilização torácica e os limites técnico-legais da atuação de enfermagem em ambiente de trauma, qual deve ser a conduta prioritária e legalmente segura?
Iniciar reposição volêmica agressiva com cristaloides, manter oxigênio em alto fluxo e acionar imediatamente o cirurgião de trauma para drenagem torácica.
Administrar morfina EV, iniciar máscara de Venturi a 100% e mobilizar o paciente para decúbito lateral esquerdo, a fim de melhorar a ventilação residual.
Solicitar gasometria arterial, aplicar compressa quente no hemitórax e iniciar infusão lenta de solução hipertônica.
Realizar toracocentese com punção aspiração direta sob técnica estéril, seguindo os protocolos de emergência da enfermagem em urgência torácica.
Estimular tosse produtiva, realizar aspiração orotraqueal contínua e manter o paciente em repouso absoluto até decisão cirúrgica formal.