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Durante o atendimento pré-hospitalar a uma vítima de trauma torácico, o técnico de enfermagem deve reconhecer sinais de gravidade e adotar medidas iniciais adequadas para prevenir complicações respiratórias. Com base nos princípios do atendimento ao traumatizado preconizados pelos protocolos de urgência e emergência, analise as afirmativas a seguir:
I. Em ferimento torácico aberto com comunicação entre a cavidade pleural e o meio externo, está indicada a aplicação de selo torácico valvulado; na sua ausência, recomenda-se a utilização de curativo oclusivo fixado em três lados.
II. O curativo oclusivo fixado em três lados tem como finalidade permitir a saída do ar da cavidade pleural durante a expiração e dificultar sua entrada durante a inspiração.
III. A respiração paradoxal da parede torácica constitui achado clínico sugestivo de tórax instável, geralmente associado a múltiplas fraturas de costelas.
IV. A presença de dispneia, hipoxemia e movimento paradoxal da parede torácica requer monitorização contínua e intervenção precoce devido ao risco de insuficiência respiratória.
Assinale a alternativa CORRETA.
Apenas as afirmativas I e III estão corretas.
Apenas as afirmativas II e IV estão corretas.
Apenas as afirmativas I, II e IV estão corretas.
Apenas as afirmativas II, III e IV estão corretas.
As afirmativas I, II, III e IV estão corretas.
O pneumotórax hipertensivo é condição potencialmente fatal que exige reconhecimento imediato. Durante avaliação de paciente politraumatizado, o enfermeiro identifica desvio de traqueia, ausência de murmúrio vesicular à direita e turgência jugular. A intervenção de enfermagem emergencial é preparar material para:
Toracocentese.
Cricotireoidostomia.
Pericardiocentese.
Intubação orotraqueal.
Drenagem torácica.
No atendimento inicial a pacientes com dor torácica em serviços de urgência e emergência, o técnico em enfermagem deve reconhecer sinais de gravidade e comunicar prontamente a equipe de enfermagem, conforme os protocolos institucionais de classificação de risco. Nessa situação, a conduta adequada do técnico em enfermagem deve ser:
comunicar imediatamente ao enfermeiro quando a dor sugerir origem isquêmica.
classificar como baixa prioridade quando o paciente for jovem e sem fatores de risco.
reduzir a prioridade quando a dor for atípica em mulheres.
dispensar avaliação imediata quando a dor melhorar ao repouso.
Um homem de 35 anos é trazido ao serviço de emergência após acidente automobilístico de alta velocidade. Durante a avaliação primária, o enfermeiro observa que o paciente apresenta dispneia intensa, dor torácica à inspiração, taquicardia, diminuição do murmúrio vesicular no hemitórax direito e desvio da traqueia para o lado esquerdo. O paciente também apresenta distensão das veias jugulares e queda progressiva da saturação de oxigênio. Diante desse quadro clínico, qual é a conduta prioritária e o diagnóstico mais provável?
Pneumotórax hipertensivo; realizar descompressão torácica imediata com agulha no hemitórax afetado.
Contusão pulmonar; administrar analgesia e aguardar estabilização clínica antes de qualquer intervenção.
Hemotórax maciço; realizar apenas reposição volêmica imediata sem necessidade de intervenção torácica.
Tamponamento cardíaco; iniciar imediatamente massagem cardíaca externa.
Fratura simples de costela; realizar imobilização torácica e analgesia.
Vítima de acidente automobilístico foi admitida na emergência com trauma torácico fechado. Apresenta dispneia acentuada, cianose, desvio de traqueia à esquerda, hipotensão e ausência de murmúrio vesicular à direita, com suspeita de pneumotórax hipertensivo. Qual a intervenção imediata de suporte, enquanto aguarda a drenagem torácica.
Realização de uma cricotireoidostomia de urgência.
Intubação orotraqueal com pressão positiva elevada.
Toracostomia com agulha no quinto espaço intercostal.
Colocação de um curativo oclusivo de três pontas no local do trauma.


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No Atendimento ao paciente politraumatizado, a abordagem de uma vítima/pessoa acometida requer uma avaliação rápida, completa e sistematizada das lesões/agravos, seguida de instituição de medidas terapêuticas para o suporte de vida, para que se tenham maiores sobrevidas. O tempo é essencial, é a peça fundamental. Sendo assim, marque a alternativa CORRETA em um atendimento ao politraumatizado:
Os fluidos intravenosos devem ser superaquecidos antes de administrados, e o ambiente deve ser mantido aquecido. O mais importante é garantir a temperatura corporal da vítima/do doente.
Na etapa da circulação, realiza-se na avaliação primária e secundária o diagnóstico de choque, classificando-o e tratando-o de acordo com a necessidade e as perdas sanguíneas.
Na etapa da exposição, a vítima deve ser parcialmente despida para facilitar o exame e avaliação completos.
Escala de Ramsey é o instrumento mais utilizado para avaliação da consciência, pois ajuda a monitorar o progresso ou a deterioração durante o tratamento.
Na etapa da respiração, o pescoço e o tórax do paciente devem ser expostos para avaliar adequadamente a distensão das veias jugulares, posição da traqueia e movimentação da parede torácica. A ausculta, inspeção, palpação e percussão do tórax devem ser realizadas.
Paciente masculino, 42 anos, vítima de queda de estrutura metálica, é admitido com dor torácica intensa à direita, taquipneia, jugulares colabadas, ausência de murmúrio vesicular, macicez à percussão e sinais de hipoperfusão. A oximetria mostra 86% com O₂ a 10 L/min e a PA está em 80×50 mmHg. Considerando os critérios diagnósticos para hemotórax maciço, os protocolos de estabilização torácica e os limites técnico-legais da atuação de enfermagem em ambiente de trauma, qual deve ser a conduta prioritária e legalmente segura?
Iniciar reposição volêmica agressiva com cristaloides, manter oxigênio em alto fluxo e acionar imediatamente o cirurgião de trauma para drenagem torácica.
Administrar morfina EV, iniciar máscara de Venturi a 100% e mobilizar o paciente para decúbito lateral esquerdo, a fim de melhorar a ventilação residual.
Solicitar gasometria arterial, aplicar compressa quente no hemitórax e iniciar infusão lenta de solução hipertônica.
Realizar toracocentese com punção aspiração direta sob técnica estéril, seguindo os protocolos de emergência da enfermagem em urgência torácica.
Estimular tosse produtiva, realizar aspiração orotraqueal contínua e manter o paciente em repouso absoluto até decisão cirúrgica formal.
Sobre trauma torácico analise as afirmativas abaixo e dê valores Verdadeiro (V) ou Falso (F).
( ) Obstrução das vias aéreas, lesão da árvore traqueobrônquica e tórax instável oferecem risco de vida iminente na avaliação primária segundo American College of Surgeons de 2018.
( ) Na técnica de ultrassonografia abdominal focada em trauma (FAST) há possibilidade de avaliação da cavidade torácica para a investigação de pneumotórax, tornando a detecção desta condição mais rápida e posterior tratamento mais eficiente.
( ) O tórax instável, uma lesão da parede torácica caracterizado por lesão em duas ou mais costelas, em dois ou mais locais, provoca um movimento paradoxal da parede torácica durante a ventilação.
( ) No pneumotórax hipertensivo, o desvio mediastinal leva a colapso cardiovascular e, portanto, sendo uma condição de elevada mortalidade.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta de cima para baixo.
F - V - V - F
V - F - F - V
F - V - V - V
V - F - F - F
Durante o atendimento inicial a um paciente politraumatizado em sala de emergência, o técnico de enfermagem observa sinais de dificuldade respiratória e suspeita de pneumotórax.
Assinale a iniciativa que, dentro das atribuições do técnico de enfermagem, melhor contribui para a estabilização do quadro.
Aplicar compressão no hemitórax possivelmente afetado e inserir, por conta própria, um cateter de alívio intercostal ao perceber queda na saturação, antecipando a conduta da equipe médica.
Aplicar compressas mornas na região torácica, visando aliviar a dor e promover relaxamento da musculatura respiratória.
Auxiliar na manutenção da permeabilidade das vias aéreas, monitorar os parâmetros vitais e sinalizar alterações à equipe imediatamente.
Estimular deambulação precoce, objetivando reduzir complicações circulatórias e melhorar a função respiratória.
O trauma é uma das principais causas de morbidade e mortalidade em todo o mundo, resultando em milhões de mortes e hospitalizações a cada ano. O atendimento ao paciente politraumatizado é uma das abordagens mais decisivas no manejo inicial, possibilitando oferecer melhores chances para a recuperação do paciente. Sobre o assunto, assinale a alternativa correta.
Os torniquetes são mais utilizados para hemorragia de extremidade, mas podem também ser aplicados distantes e proximalmente à ferida.
A avaliação neurológica é importante para embasar o comprometimento neurológico da vítima. Essa avaliação se dá por meio da escala de coma de Glasgow: um valor menor significa vítima menos grave ou nenhuma gravidade e um valor maior, vítima com maior gravidade.
Quando ocorre pneumotórax simples em uma vítima de acidente automobilístico, o diagnóstico é dado através de vazamento de ar para o espaço pleural por um sistema de “válvula unidirecional”. Esse sistema de válvula faz com que o ar entre para a cavidade torácica sem a possibilidade de sair, colapsando completamente o pulmão do lado afetado.
Considera-se trauma direto aqueles que apresentam lesões mais difusas na caixa torácica, mal delimitadas e, se a compressão for prolongada, podem exibir asfixia traumática, apresentando cianose cérvico-facial e hemorragia subconjuntival.
A pressão manual direta é a marca registrada do controle da hemorragia. Se disponíveis, curativos hemostáticos, curativos de pressão, dispositivos de pressão mecânica e torniquetes podem aumentar a eficácia da pressão manual direta ou evitar a necessidade de pressão manual direta contínua.


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Paciente com ferimento por arma branca em hemitórax esquerdo apresenta dispneia progressiva, cianose, jugulares ingurgitadas, ausência de murmúrio vesicular unilateral e SpO₂ de 78% mesmo com oxigenoterapia. Diante da suspeita de pneumotórax hipertensivo e da impossibilidade de intervenção invasiva direta pelo enfermeiro, qual conduta inicial é tecnicamente indicada, conforme os protocolos de trauma torácico e os limites legais da prática profissional?
Realizar toracotomia imediata com drenagem improvisada sob técnica estéril, utilizando materiais do arsenal cirúrgico da unidade.
Fornecer oxigênio em alto fluxo, elevar cabeceira, manter monitoramento contínuo e acionar equipe médica para descompressão imediata.
Proceder com descompressão torácica com agulha no segundo espaço intercostal, em linha hemiclavicular, conforme técnica de urgência.
Encaminhar paciente diretamente à imagem diagnóstica, postergando condutas até confirmação clínica do pneumotórax.
Aplicar curativo compressivo no local da lesão, manter vigilância clínica contínua e aguardar chegada da equipe cirúrgica para avaliação definitiva.
Após um trauma torácico, um paciente apresentou um rápido acúmulo de sangue no espaço pleural. Esta situação descreve um quadro de:
Hemotórax.
Pneumotórax.
Tamponamento Cardíaco.
Pneumonia.
Derrame pleural cardiogênico.
Atualmente no Brasil, uma constante no atendimento da atenção primária está relacionada à queixa de dor torácica. A dor torácica é um evento agudo com diferentes etiologias, cercado por mitos e que merece especial atenção da equipe de saúde. Considerando que nem todos os episódios de dor torácica envolvem acometimento do sistema cardiovascular, outras causas que podem estar relacionadas são:
I- Gastrointestinais.
II- Pulmonares.
III- Musculoesqueléticas.
IV- Reumáticas.
V- Psicogênicas.
É CORRETO o que se afirma em:
I, II, III, IV e V.
II, III e V apenas.
II, III e IV apenas.
I, II e III apenas.
II e V apenas
Um paciente masculino de 50 anos é admitido após sofrer um acidente automobilístico de alta velocidade. Ele apresenta dor torácica intensa, dispneia, e crepitações ao toque na parede torácica. A oximetria de pulso mostra 85% de saturação de oxigênio, e a ausculta revela murmúrio vesicular ausente no lado direito. Considerando esta situação, avalie as condutas mais adequadas e selecione a alternativa correta.
1. A inserção imediata de dreno torácico (toracostomia) é indicada para aliviar o pneumotórax hipertensivo, especialmente considerando a oximetria baixa e a ausência de murmúrio vesicular, sem necessidade de radiografia de tórax prévia em emergências (ATLS, 2023).
2. A realização de radiografia de tórax deve preceder qualquer intervenção sempre que possível, exceto em casos de pneumotórax hipertensivo suspeito, onde a descompressão imediata tem prioridade para salvar a vida do paciente (NEJM, 2023).
3. A monitorização contínua da saturação de oxigênio e a administração de oxigênio suplementar são essenciais para estabilizar o paciente enquanto outras intervenções definitivas estão sendo preparadas, especialmente com sinais de hipoxemia grave (PHTLS, 2022).
4. A analgesia controlada por opioides deve ser administrada com cautela, especialmente em pacientes com comprometimento respiratório, pois pode exacerbar a depressão respiratória e piorar a hipoxemia (ATS, 2023).
5. A toracotomia de emergência deve ser considerada se o dreno torácico não resolver rapidamente os sinais de choque ou insuficiência respiratória, especialmente em casos de pneumotórax hipertensivo ou hemotórax massivo (ATLS, 2023).
Alternativas:
Apenas os itens 1, 3 e 4 são verdadeiros.
Apenas os itens 2, 3 e 5 são verdadeiros.
Apenas os itens 1, 2 e 4 são verdadeiros.
Apenas os itens 1, 3 e 5 são verdadeiros.
Apenas os itens 2, 4 e 5 são verdadeiros.
A parada cardíaca associada ao trauma possui características específicas que influenciam a abordagem terapêutica. Avalie as afirmativas abaixo e selecione a alternativa correta.
1. A realização de toracotomia de emergência é uma medida que pode ser considerada em pacientes com trauma torácico penetrante e parada cardíaca, desde que realizada dentro de 10 minutos após o colapso cardiovascular, especialmente quando há suspeita de tamponamento cardíaco ou lesão de grandes vasos (ATLS, 2023).
2. A administração de adrenalina deve ser evitada inicialmente em parada cardíaca associada ao trauma, pois, ao aumentar a pressão arterial, pode exacerbar a hemorragia, especialmente em traumas penetrantes ou abdominais com sangramento ativo (AHA, 2023).
3. A ventilação mecânica deve ser utilizada com pressão positiva mínima, uma vez que a pressão excessiva pode reduzir o retorno venoso e causar colapso circulatório adicional em pacientes com hemorragia torácica ou abdominais significativas (ATLS, 2023).
4. O uso de tamponamento pericárdico percutâneo deve ser considerado em casos de suspeita de tamponamento cardíaco, especialmente em ambientes de pronto-socorro, onde a intervenção rápida pode salvar vidas antes da intervenção cirúrgica definitiva (NEJM, 2023).
5. A reanimação volêmica agressiva com cristaloides deve ser evitada em traumas abdominais com hemorragia significativa, uma vez que a reposição rápida de volume pode aumentar a pressão arterial e piorar o sangramento, devendo-se optar por uma estratégia de reposição volêmica permissiva até o controle cirúrgico (ATLS, 2023).
Alternativas:
Apenas os itens 1, 3 e 5 são verdadeiros.
Apenas os itens 2, 4 e 5 são verdadeiros.
Apenas os itens 1, 4 e 5 são verdadeiros.
Apenas os itens 2, 3 e 4 são verdadeiros.
Apenas os itens 1, 2 e 4 são verdadeiros.


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A contusão pulmonar é uma lesão grave que pode ocorrer após um trauma torácico, como acidentes de carro, quedas ou agressões físicas. Essa condição pode causar problemas respiratórios, dor no peito, hemorragias e outras complicações. Em relação ao suporte à função respiratória em traumas, assinale a alternativa correta.
A intubação endotraqueal é sempre a primeira intervenção recomendada para pacientes com trauma torácico.
A avaliação rápida da via aérea e a estabilização cervical são passos cruciais na abordagem inicial do paciente traumatizado.
A ventilação com pressão positiva deve ser evitada em pacientes com suspeita de pneumotórax.
A cricotireoidostomia é uma intervenção de primeira linha em todos os pacientes com obstrução das vias aéreas superiores.
A oxigenoterapia suplementar é recomendada para todos os pacientes traumatizados, independentemente dos níveis de saturação de oxigênio.
“Lesão de tórax caracterizada por dor torácica sem ferimento visível, dispneia, taquicardia, hipotensão, desvio de traqueia para o lado oposto à lesão, ausência de murmúrio vesicular do lado afetado, distensão de jugulares e timpanismo à percussão do lado afetado”.
O trecho acima traz a definição de:
Pneumotórax hipertensivo.
Hemotórax.
Quilotórax.
Edema agudo de pulmão.
Derrame pleural.
Thalita era uma jovem promissora na ginástica artística. Com anos de dedicação e treinamento intenso, sonhava em representar o Brasil nas Olimpíadas. Durante um treino de alta intensidade, um acidente inesperado mudou sua vida para sempre. Ao tentar uma nova acrobacia, Thalita perdeu o equilíbrio e caiu de forma violenta, sofrendo um forte impacto na coluna vertebral. O diagnóstico foi devastador: traumatismo raquimedular. A lesão na coluna vertebral causou danos à medula espinhal, comprometendo suas funções motoras e sensitivas abaixo do ponto da lesão. O que antes era sinônimo de agilidade e força, agora era incerteza e medo do futuro. A jovem ginasta, que um dia sonhava com a leveza da dança, agora enfrenta os desafios de uma nova realidade, buscando se adaptar e encontrar forças para seguir em frente.
Sobre o traumatismo raquimedular sofrido por Thalita, aponte a alternativa incorreta:
A gravidade das sequelas depende da extensão dos danos aos tecidos afetados durante o acidente.
A lesão de Thalita, como muitas outras causadas por traumas, pode ter consequências tanto transitórias quanto irreversíveis.
A superação de um traumatismo raquimedular é um processo longo e desafiador, que requer não apenas tratamento médico, mas também apoio emocional e psicológico.
O tratamento conservador das fraturas da coluna é uma opção para Thalita. Requer imobilização da cabeça e da região cervical até que os tecidos e os ossos tenham cicatrizado, é utilizado quando as vértebras se estabilizam após a realização de cirurgia.
Durante a avaliação de um paciente com suspeita de pneumotórax aberto devido a um trauma torácico, qual ação de enfermagem é prioritária para estabilização imediata do paciente?
Aplicação de um curativo de três pontos sobre o local da lesão.
Administração de oxigênio suplementar a 15 litros por minuto.
Realização de uma punção torácica de emergência.
Elevação da cabeceira do paciente para melhorar a respiração.
Colocação do paciente em posição de Trendelenburg.
Considerando-se o trauma torácico, assinalar a alternativa que preenche a lacuna abaixo CORRETAMENTE.
A maioria dos traumas torácicos tem repercussão no sistema respiratório, causando problemas ventilatórios e/ou na difusão dos gases. As principais consequências disso são hipóxia, hipercapnia e acidose proveniente ____________________.
da troboembolia pulmonar
da isquemia portal
da insuficiência respiratória
do choque hemorrágico