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Jovem de 24 anos, vítima de colisão carro-moto, chega ao pronto-socorro com escala de Glasgow 6, anisocoria, vômitos em jato e bradicardia progressiva. O paciente encontra-se intubado pela equipe do SAMU e está com acesso venoso periférico calibroso. Considerando os critérios de gravidade do TCE, os sinais de hipertensão intracraniana e as condutas emergenciais da equipe de enfermagem para contenção secundária de dano neurológico, qual das intervenções é tecnicamente correta e respaldada?
Manter paciente em decúbito horizontal com restrição de estímulos visuais, iniciar furosemida EV e aplicar compressa fria occipital.
Posicionar a cabeceira a 30°, monitorar a pressão arterial média, manter oxigenação otimizada e preparar manitol sob prescrição para possível intervenção neuroprotetora.
Elevar o paciente a 90°, administrar glicose hipertônica sem prescrição e iniciar estimulação dolorosa para avaliação da resposta pupilar.
Aplicar corticoide EV em bolus único e realizar punção lombar diagnóstica para alívio da hipertensão intracraniana iminente.
Iniciar sedação profunda não prescrita para conter estímulos motores e promover o controle das vias aéreas sob ventilação manual intermitente.