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Gestante de 34 anos, G3P2, comparece à maternidade com 35 semanas e 4 dias de gestação, encaminhada da Atenção Básica por apresentar elevação progressiva da pressão arterial, ganho ponderal excessivo nas últimas duas semanas e relato de escotomas visuais. Histórico obstétrico inclui parto prematuro anterior e restrição de crescimento intrauterino. Na admissão, a enfermagem realiza avaliação sistematizada e identifica: PA 162×108 mmHg em duas medidas, edema generalizado, dor epigástrica, reflexos osteotendinosos exaltados e proteinúria (+++). Durante o trabalho de parto induzido por indicação materna, evolui com crise convulsiva tônico-clônica generalizada, sendo administrado sulfato de magnésio. O recém-nascido nasce com 2.050 g, Apgar 5 no 1º minuto e 7 no 5º minuto, apresentando hipotonia e gemência expiratória. No puerpério imediato, a puérpera permanece sonolenta, com diurese diminuída e frequência respiratória de 11 irpm.
No âmbito da atuação da enfermagem materno-infantil e pediátrica nos períodos pré-natal, parto, puerpério e neonatal, no caso acima relatado, analise as alternativas e assinale a opção correta.
A crise convulsiva indica eclâmpsia, mas após o parto e uso do sulfato de magnésio, não há necessidade de monitorização rigorosa no puerpério, pois o risco materno é eliminado.
A redução da frequência respiratória no puerpério imediato é esperada em puérperas sob uso de sulfato de magnésio e dispensa vigilância contínua se a diurese estiver diminuída.
O recém-nascido deve ser classificado como pré-termo tardio e de risco, exigindo cuidados de enfermagem intensivos, incluindo controle térmico, monitorização respiratória e avaliação neurológica seriada.
A hipotonia neonatal está relacionada exclusivamente à prematuridade, não havendo relação com o uso materno de sulfato de magnésio durante o parto.
A assistência de enfermagem deve priorizar exclusivamente o recém-nascido, uma vez que as complicações maternas foram resolvidas com a interrupção da gestação.
Durante a internação de gestante com diagnóstico de pré-eclâmpsia, o enfermeiro identifica elevação pressórica persistente, queixas neurológicas e alterações laboratoriais recentes. Tendo em vista os critérios clínicos e laboratoriais de gravidade descritos nas diretrizes nacionais para doença hipertensiva da gestação, a relação entre as manifestações neurológicas e o comprometimento renal, ambos indicativos de iminência de eclâmpsia e de necessidade de intervenção imediata, consiste em:
convulsão tônico-clônica generalizada ou cefaleia persistente associada à pressão arterial ≥ 160x110 mmHg, oligúria (< 500 mL/24h), proteinúria significativa e possível elevação de creatinina sérica, configurando disfunção orgânica materna
cefaleia leve eventual com pressão arterial de 140x90 mmHg, edema de membros inferiores e diurese preservada, mesmo na presença de proteinúria discreta
dor epigástrica isolada, aumento do débito urinário e ausência de alterações laboratoriais, ainda que haja oscilação pressórica transitória
edema generalizado com pressão arterial controlada, diurese acima de 1.000 mL/24h e exames laboratoriais dentro da normalidade
Em relação ao manejo das síndromes hipertensivas na gestação, a pré-eclâmpsia grave envolve hipertensão ≥160/110 mmHg, sinais de disfunção orgânica (cefaleia refratária, alterações visuais, oligúria, trombocitopenia, alterações hepáticas) e sua fisiopatologia está associada à disfunção endotelial sistêmica e à ativação da cascata inflamatória materna. Com base nos princípios atuais de manejo da pré-eclâmpsia grave, assinale a alternativa INCORRETA.
A pré-eclâmpsia pode ocorrer mesmo na ausência de proteinúria, se presentes sinais de gravidade.
O sulfato de magnésio é indicado para prevenção e tratamento de convulsões associadas à pré-eclâmpsia grave.
A interrupção da gestação continua sendo a única medida definitiva para resolução da doença.
O controle rigoroso da pressão arterial elimina o risco de progressão para eclampsia.
Assinale a alternativa que NÃO caracteriza condição clínica de emergência.
Parada cardiorrespiratória.
Assistolia.
Obstrução de vias aéreas.
Choque hemorrágico.
Puericultura.
Durante triagem em uma Unidade Básica de Saúde (UBS), um Técnico de Enfermagem avalia um paciente adulto com cefaleia intensa, náuseas e mal-estar. Os sinais vitais são: PA 182x116 mmHg, frequência cardíaca 104 bpm, frequência respiratória 22 irpm, temperatura axilar 36,7°C e saturação de O2 97%. Considerando os parâmetros fisiológicos e a segurança do paciente, assinale a alternativa CORRETA.
A pressão arterial registrada caracteriza alteração relevante e exige comunicação imediata ao Enfermeiro ou Médico para avaliação clínica.
A frequência cardíaca de 104 bpm e a PA 182x116 mmHg podem ser consideradas normais em contexto de dor, dispensando reavaliação.
A saturação de O2 normal descarta risco cardiovascular e permite liberar o paciente sem avaliação da equipe.
O Técnico de Enfermagem deve administrar anti-hipertensivo disponível na unidade antes de comunicar à equipe, para reduzir rapidamente a pressão arterial.


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Uma enfermeira da Estratégia Saúde da Família realiza visita domiciliar a um homem de 72 anos, hipertenso, diabético, com insuficiência cardíaca e sequelas de AVC isquêmico ocorrido há seis meses. O paciente encontra-se restrito ao leito, utiliza fraldas, apresenta dependência para atividades básicas da vida diária e recebeu alta hospitalar há 15 dias após internação por descompensação clínica. Durante a visita, a enfermeira identifica: pressão arterial: 150 × 90 mmhg; glicemia capilar: 248 mg/dl; presença de hiperemia persistente em região sacral, sem perda da integridade da pele; uso concomitante de oito medicamentos prescritos por diferentes serviços; cuidadora relata dúvidas sobre horários das medicações e dificuldades para mobilização do paciente; não houve consulta de acompanhamento após a alta hospitalar. ao exame físico, o paciente encontra-se: consciente e orientado; afebril; saturação periférica de oxigênio de 96% em ar ambiente; sem dispneia, dor torácica ou sinais de desconforto respiratório; sem edema agudo ou outros sinais de instabilidade clínica.
Considerando os princípios da Atenção Primária à Saúde, da coordenação do cuidado e do Processo de Enfermagem, qual das alternativas representa a conduta prioritária da enfermeira?
Solicitar consulta médica para ajuste da terapia anti-hipertensiva e hipoglicemiante, uma vez que os níveis pressóricos e glicêmicos se encontram acima das metas terapêuticas.
Priorizar a investigação da hiperemia sacral, pois a prevenção de lesão por pressão apresenta maior impacto clínico imediato do que as demais necessidades identificadas.
Encaminhar o paciente para atendimento especializado em cardiologia e neurologia, considerando a coexistência de múltiplas condições crônicas e dependência funcional.
Instituir medidas preventivas para lesão por pressão, realizar conciliação medicamentosa, orientar a cuidadora, estratificar os riscos identificados e organizar o seguimento multiprofissional após a alta hospitalar.
Programar retorno à unidade para revisão da prescrição medicamentosa, uma vez que a polifarmácia constitui o principal fator de risco para reinternação hospitalar nesse contexto.
No contexto do manejo medicamentoso das crises hipertensivas em serviços de urgência e emergência, a escolha da via de administração e a velocidade de redução da pressão arterial devem considerar o tipo de crise e a presença de lesão aguda de órgão-alvo. Sendo assim, assinale a alternativa INCORRETA.
Na urgência hipertensiva, o tratamento inicial pode ser realizado com fármacos por via oral.
A nifedipina por via sublingual é recomendada por promover redução rápida e segura da pressão arterial.
A redução da pressão arterial deve ocorrer de forma gradual, especialmente nas primeiras horas.
O nitroprussiato de sódio pode ser empregado em emergências hipertensivas selecionadas, sob monitorização rigorosa.
A conduta terapêutica deve levar em consideração a existência de lesão aguda de órgão-alvo.
A Hipertensão Arterial Sistêmica é a mais frequente das doenças cardiovasculares. Adotar uma dieta saudável com menos sal, praticar exercícios físicos e tomar medicamentos pode ajudar a baixar a pressão arterial. São situações que caracterizam emergência hipertensiva, EXCETO:
Eclampsia.
Anticoagulação.
Infarto do miocárdio,
Edema agudo de pulmão.
Uma gestante de 31 anos, com 34 semanas de gestação, comparece à Unidade Básica de Saúde (UBS) relatando cefaleia intensa, escotomas visuais, edema progressivo e dor epigástrica. Durante avaliação realizada pelo Enfermeiro, apresenta PA de 170x110 mmHg, hiperreflexia e proteinúria positiva. Considerando os protocolos de atenção obstétrica analise as assertivas abaixo e julgue-as em Verdadeiras (V) ou Falsas (F):
( ) A ausência de trabalho de parto ativo permite seguimento ambulatorial sem necessidade de encaminhamento imediato.
( ) O quadro sugere pré-eclampsia grave, exigindo monitoramento clínico imediato, estabilização inicial e encaminhamento conforme classificação de risco obstétrico.
( ) Os sinais apresentados são inespecíficos da gestação e não indicam risco materno-fetal relevante.
Qual alternativa preenche, CORRETAMENTE, de cima para baixo, os parênteses acima?
V - V - F.
V - F - F.
V - V - V.
F - V - F.
Pré-natal em unidade básica. Gestante G2P1 com 30 semanas apresenta cefaleia, escotomas, dor epigástrica e edema recente. PA 164/108 mmHg, repetida após 15 minutos 160/106 mmHg, fita urinária 2+ para proteína e reflexos vivos.
Assinale a conduta alinhada às diretrizes do Ministério da Saúde para seguimento de baixo e alto risco.
Classificar como hipertensão gestacional, manter acompanhamento na atenção primária, orientar repouso relativo, solicitar exames de rotina e programar reavaliação ambulatorial em curto prazo com registro em caderneta.
Classificar como pré-eclâmpsia com sinais de gravidade, acionar referência de urgência para alto risco, iniciar protocolo com monitorização e preparo para transferência e registrar achados e horários no cartão e no prontuário.
Classificar como cefaleia tensional, liberar para domicílio com analgésico habitual, solicitar ultrassonografia de controle e instituir controle pressórico semanal na unidade com retorno agendado.
Classificar como hipertensão crônica descompensada, reajustar fármaco habitual conforme uso prévio, orientar medidas gerais no domicílio e marcar avaliação médica eletiva na própria unidade.
Classificar como pré-eclâmpsia sem gravidade, recomendar redução de sal, ampliar hidratação oral, manter seguimento de baixo risco e organizar visitas de rotina com orientações educativas.


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Um homem de 54 anos, hipertenso e sedentário, apresenta colesterol total 260 mg/dL, LDL 180 mg/dL, HDL 38 mg/dL e triglicerídeos 210 mg/dL. Sem sintomas cardiovasculares, mas com histórico familiar de infarto precoce. Na Atenção Primária, é CORRETO afirmar que a conduta adequada do enfermeiro é
Encaminhar diretamente para cardiologista sem intervenções iniciais.
Orientar mudanças no estilo de vida e encaminhar avaliação médica.
Prescrever estatina imediatamente, sem encaminhamento médico necessário.
Considerar alteração laboratorial isolada, repetir exames depois.
Um usuário do Centro de Atenção Psicossocial (CAPS) da região busca a Unidade Básica de Saúde (UBS) para acolhimento, pois queixa-se de que sua pressão está alta devido a uma dor de cabeça em pontadas. Refere ouvir vozes de comando.
Frente a essa situação, o técnico de enfermagem que está realizando seu acolhimento deve
acionar o SAMU para que eles possam aferir a pressão arterial, alertar a equipe da situação de perigo por se tratar de uma emergência psiquiátrica.
proporcionar aferição da pressão arterial e sinais vitais, com escuta ativa e acionamento do profissional enfermeiro para avaliar.
evitar tocar o usuário pelo alto risco de surto e acionar o CAPS via telefone antes de cogitar verificar sinais vitais.
aplicar escala de avaliação das funções psíquicas de imediato, pois, por apresentar delírios, algumas de suas falas não devem ser consideradas como de praxe.
preparar contenção física e acionar equipe de emergência de enfermagem, só permanecendo junto na presença de um psiquiatra ou psicólogo.
Jovem de 24 anos, vítima de colisão carro-moto, chega ao pronto-socorro com escala de Glasgow 6, anisocoria, vômitos em jato e bradicardia progressiva. O paciente encontra-se intubado pela equipe do SAMU e está com acesso venoso periférico calibroso. Considerando os critérios de gravidade do TCE, os sinais de hipertensão intracraniana e as condutas emergenciais da equipe de enfermagem para contenção secundária de dano neurológico, qual das intervenções é tecnicamente correta e respaldada?
Manter paciente em decúbito horizontal com restrição de estímulos visuais, iniciar furosemida EV e aplicar compressa fria occipital.
Posicionar a cabeceira a 30°, monitorar a pressão arterial média, manter oxigenação otimizada e preparar manitol sob prescrição para possível intervenção neuroprotetora.
Elevar o paciente a 90°, administrar glicose hipertônica sem prescrição e iniciar estimulação dolorosa para avaliação da resposta pupilar.
Aplicar corticoide EV em bolus único e realizar punção lombar diagnóstica para alívio da hipertensão intracraniana iminente.
Iniciar sedação profunda não prescrita para conter estímulos motores e promover o controle das vias aéreas sob ventilação manual intermitente.
Um enfermeiro da Estratégia Saúde da Família acompanha um idoso de 72 anos, hipertenso, queixando-se de episódios súbitos de fraqueza em braço direito e dificuldade para falar, que duraram poucos minutos e se resolveram espontaneamente nas últimas 24 horas. No momento da avaliação, o paciente encontra-se assintomático, com pressão arterial de 170/100 mmHg, glicemia capilar de 142 mg/dL e sem déficits neurológicos ao exame físico. Considerando os problemas neurológicos e a conduta do enfermeiro na Atenção Primária, é CORRETO afirmar que a abordagem adequada é:
Tratar como episódio de hipoglicemia, recomendar ajuste dietético, reforçar uso regular da medicação anti-hipertensiva e agendar reavaliação em 7 dias.
Identificar quadro sugestivo de ataque isquêmico transitório, orientar encaminhamento imediato ao serviço especializado, reforçar controle de fatores de risco e sinais de alarme.
Considerar como tontura inespecífica do idoso, recomendar hidratação adequada, exercícios leves e monitoramento domiciliar com retorno ambulatorial em um mês.
Suspeitar de início de doença de Alzheimer, recomendar estimulação cognitiva precoce e prescrever medicação sintomática de acordo com protocolos de Atenção Básica.
Após encaminhar paciente com urgência hipertensiva ao hospital, o enfermeiro da Atenção Primária em Saúde (APS) planeja visita domiciliar de retorno. Qual abordagem educativa específica durante a visita domiciliar seria mais adequada para evitar novas crises hipertensivas?
Enfatizar apenas adesão ao medicamento, sem abordar mudanças no estilo de vida.
Reforçar que o paciente só deve voltar à UBS se sentir dor no peito, ignorando outros sintomas
Prescrever medicação extra pelo enfermeiro sem consulta médica e sem necessidade de acompanhamento regular.
Encaminhar para palestra genérica de saúde sem abordagem individualizada e sem necessidade de monitorização regular.
Realizar diálogo motivacional com paciente e familiares sobre dieta (redução sal), controle de peso, atividade física regular, monitorização domiciliar de pressão arterial e sinais de alarme.


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Primigesta, 36 anos, com gestação gemelar de 32 semanas, procura o serviço de emergência relatando dor de cabeça, visão turva e edema em mãos e pés há dois dias. Ao exame, apresenta pressão arterial de 160/100 mmHg e glicemia capilar de 99 mg/dL. A condição de maior risco que a equipe de enfermagem deve suspeitar é:
Diabetes gestacional.
Pré-eclâmpsia.
Infecção urinária.
Trabalho de parto prematuro.
Abortamento.
As síndromes hipertensivas são as principais causas diretas de morte materna no Brasil atualmente. Os sinais de alerta que sugerem pré-eclâmpsia grave e requerem encaminhamento da gestante com urgência à maternidade são:
PA < 140/90mmHg, diminuição da movimentação fetal e ganho ponderal inadequado
PA entre 140/90 e 160/110mmHg, assintomática e sem ganho de peso > 500g semanais
PA < 160/110mmHg, proteinúria negativa e ausência de sintomas de cefaleia, epigastralgia, escotomas e reflexos tendíneos aumentados
PA > 160/110mmHg ou PA > 140/90mmHg e proteinúria positiva e/ou sintomas de cefaleia, epigastralgia, escotomas e reflexos tendíneos aumentados
No setor de observação da UPA, diversas emergências cardiovasculares exigem condutas padronizadas. Analise as afirmativas.
I – Na hipertensão com lesão de órgão-alvo, deve-se promover redução gradual da pressão arterial e manter monitorização contínua em sala de emergência.
II – No infarto agudo do miocárdio com supra de ST, o técnico organiza ECG de 12 derivações e prepara acesso venoso calibroso imediato.
III – Em taquiarritmias instáveis, a assistência inclui monitorização, preparo para cardioversão sincronizada e checklist de segurança elétrica.
IV – Na insuficiência cardíaca com estertores difusos, a condução inclui oxigenoterapia titulada, posição sentada e controle rigoroso da diurese.
V – Na síncope com provável origem cardiogênica, a equipe realiza estratificação de risco com ECG e observa o paciente com monitorização contínua por período adequado.
Estão corretas as afirmativas:
I, II e III, apenas.
I, II e IV, apenas.
III e V, apenas.
I, II, III, IV e V.
Ainda considerando a situação clínica da sra MHJ, o resultado de enfermagem e a intervenção de enfermagem correlacionada ao Diagnóstico de Enfermagem prioritário são:
Controle da Dor e Controle de dor: Aguda
Estado Respiratório: Ventilação e Assistência Ventilatória
Mobilidade e Posicionamento
Gravidade da infecção e Controle de Infecção
Um paciente chega à unidade com pressão arterial de 190/120 mmHg, queixando-se de forte dor de cabeça e visão turva. Segundo o Protocolo Clínico e Diretrizes Terapêuticas da Hipertensão Arterial Sistêmica 2025 (PCDT-HAS-2025), como o técnico de enfermagem deve proceder?
Solicitar que o paciente descanse por 60 minutos e repetir a aferição no consultório.
Reconhecer possível emergência hipertensiva e acionar imediatamente o enfermeiro e o médico da equipe.
Administrar medicamentos anti-hipertensivos disponíveis para reduzir rapidamente a pressão.
Orientar retorno ambulatorial para reavaliação em 24 horas.
Encaminhar o paciente para casa, recomendando repouso e hidratação.