Questões de Concurso sobre Urgência hipertensiva

 
 
Disciplina
Assunto 1
Banca
Instituição
Cargo
Ano
Carreira
Área de formação
Escolaridade
Dificuldade
 
Comentários:
Professores
Alunos
Meus Comentários
Vídeo
 
Minhas questões:
Resolvidas
Não resolvidas
Certas
Erradas
 
Tipo de questão:
Certo e errado
Múltipla escolha
Incluir questões:
Anuladas
Desatualizadas
 
Questões:
Todas as questões
 
Filtro simplificado
 
Questões
Todas as questões
 
243 questões encontradas
Questões por página
20
Mais recentes
 

Uma gestante de 34 semanas procura a maternidade relatando cefaleia persistente, dor em região epigástrica, visão borrada e edema de face. Durante a classificação de risco, o enfermeiro reconhece sinais sugestivos de agravamento da doença hipertensiva gestacional. Diante desse caso, assinale a alternativa CORRETA.


A

Cefaleia leve, edema de membros inferiores ao final do dia e ganho ponderal discreto confirmam isoladamente o diagnóstico clínico de eclâmpsia instalada.


B

Cefaleia intensa, alterações visuais, dor epigástrica e hipertensão são sinais de alerta que exigem avaliação imediata para prevenir complicações como a eclâmpsia.


C

Náuseas ocasionais, cansaço físico e sonolência após as refeições caracterizam sinais específicos de eclâmpsia, independentemente dos níveis pressóricos apresentados.


D

Contrações uterinas irregulares, lombalgia e aumento da frequência urinária representam manifestações clássicas de eclâmpsia durante o terceiro trimestre gestacional.

Durante consulta de pré-natal na Atenção Primária à Saúde, uma gestante com 30 semanas de gestação apresenta pressão arterial de 150 × 100 mmHg em duas aferições realizadas com intervalo adequado. Relata cefaleia persistente nas últimas 48 horas e edema em membros inferiores.

Assinale a alternativa correta considerando as recomendações para assistência pré-natal.


A

O edema de membros inferiores é achado fisiológico da gestação e exclui a possibilidade de síndrome hipertensiva gestacional.


B

A presença de hipertensão arterial após 20 semanas de gestação associada à cefaleia constitui sinal de alerta que demanda avaliação imediata e reclassificação do risco gestacional.


C

A estratificação de risco gestacional deve permanecer inalterada após a primeira consulta de pré-natal, independentemente do surgimento de intercorrências.


D

A pressão arterial elevada observada após a 20ª semana deve ser considerada fisiológica devido ao aumento do volume plasmático da gestação.


E

A investigação de sinais e sintomas relacionados às síndromes hipertensivas da gestação é atribuição exclusiva do médico, não fazendo parte da consulta de enfermagem.

Gestante de 34 anos, G3P2, comparece à maternidade com 35 semanas e 4 dias de gestação, encaminhada da Atenção Básica por apresentar elevação progressiva da pressão arterial, ganho ponderal excessivo nas últimas duas semanas e relato de escotomas visuais. Histórico obstétrico inclui parto prematuro anterior e restrição de crescimento intrauterino. Na admissão, a enfermagem realiza avaliação sistematizada e identifica: PA 162×108 mmHg em duas medidas, edema generalizado, dor epigástrica, reflexos osteotendinosos exaltados e proteinúria (+++). Durante o trabalho de parto induzido por indicação materna, evolui com crise convulsiva tônico-clônica generalizada, sendo administrado sulfato de magnésio. O recém-nascido nasce com 2.050 g, Apgar 5 no 1º minuto e 7 no 5º minuto, apresentando hipotonia e gemência expiratória. No puerpério imediato, a puérpera permanece sonolenta, com diurese diminuída e frequência respiratória de 11 irpm.


No âmbito da atuação da enfermagem materno-infantil e pediátrica nos períodos pré-natal, parto, puerpério e neonatal, no caso acima relatado, analise as alternativas e assinale a opção correta.


A

A crise convulsiva indica eclâmpsia, mas após o parto e uso do sulfato de magnésio, não há necessidade de monitorização rigorosa no puerpério, pois o risco materno é eliminado.


B

A redução da frequência respiratória no puerpério imediato é esperada em puérperas sob uso de sulfato de magnésio e dispensa vigilância contínua se a diurese estiver diminuída.


C

O recém-nascido deve ser classificado como pré-termo tardio e de risco, exigindo cuidados de enfermagem intensivos, incluindo controle térmico, monitorização respiratória e avaliação neurológica seriada.


D

A hipotonia neonatal está relacionada exclusivamente à prematuridade, não havendo relação com o uso materno de sulfato de magnésio durante o parto.


E

A assistência de enfermagem deve priorizar exclusivamente o recém-nascido, uma vez que as complicações maternas foram resolvidas com a interrupção da gestação.

Um paciente hipertenso utiliza enalapril por via oral. Durante uma aula sobre farmacocinética, o enfermeiro explicou que esse medicamento necessita sofrer transformação metabólica antes de exercer plenamente seu efeito terapêutico. Considerando os processos farmacocinéticos envolvidos na absorção e no metabolismo dos medicamentos administrados por via oral, bem como as características do enalapril, assinale a alternativa correta.


A

O enalapril é um pró-fármaco convertido em enalaprilato durante o metabolismo de primeira passagem.


B

O enalapril é um fármaco ativo que sofre metabolismo para formar compostos inativos.


C

O enalapril é um antagonista competitivo que necessita ativação renal.


D

O metabolismo de primeira passagem ocorre apenas após o medicamento atingir a circulação sistêmica.

Durante a verificação dos sinais vitais de um paciente adulto, a enfermeira constata que o manguito disponível para aferição da pressão arterial possui largura inferior ao tamanho recomendado para a circunferência de seu braço. A escolha inadequada do manguito para realizar o procedimento pode ocasionar


A

subestimação dos valores da pressão arterial.


B

nenhuma alteração nos valores obtidos.


C

redução da pressão diastólica.


D

superestimação dos valores da pressão arterial.


E

redução da pressão sistólica.

Durante a internação de gestante com diagnóstico de pré-eclâmpsia, o enfermeiro identifica elevação pressórica persistente, queixas neurológicas e alterações laboratoriais recentes. Tendo em vista os critérios clínicos e laboratoriais de gravidade descritos nas diretrizes nacionais para doença hipertensiva da gestação, a relação entre as manifestações neurológicas e o comprometimento renal, ambos indicativos de iminência de eclâmpsia e de necessidade de intervenção imediata, consiste em:


A

convulsão tônico-clônica generalizada ou cefaleia persistente associada à pressão arterial ≥ 160x110 mmHg, oligúria (< 500 mL/24h), proteinúria significativa e possível elevação de creatinina sérica, configurando disfunção orgânica materna


B

cefaleia leve eventual com pressão arterial de 140x90 mmHg, edema de membros inferiores e diurese preservada, mesmo na presença de proteinúria discreta


C

dor epigástrica isolada, aumento do débito urinário e ausência de alterações laboratoriais, ainda que haja oscilação pressórica transitória


D

edema generalizado com pressão arterial controlada, diurese acima de 1.000 mL/24h e exames laboratoriais dentro da normalidade

Assinale a alternativa que NÃO caracteriza condição clínica de emergência.


A

Parada cardiorrespiratória.


B

Assistolia.


C

Obstrução de vias aéreas.


D

Choque hemorrágico.


E

Puericultura.

Durante triagem em uma Unidade Básica de Saúde (UBS), um Técnico de Enfermagem avalia um paciente adulto com cefaleia intensa, náuseas e mal-estar. Os sinais vitais são: PA 182x116 mmHg, frequência cardíaca 104 bpm, frequência respiratória 22 irpm, temperatura axilar 36,7°C e saturação de O2 97%. Considerando os parâmetros fisiológicos e a segurança do paciente, assinale a alternativa CORRETA.


A

A pressão arterial registrada caracteriza alteração relevante e exige comunicação imediata ao Enfermeiro ou Médico para avaliação clínica.


B

A frequência cardíaca de 104 bpm e a PA 182x116 mmHg podem ser consideradas normais em contexto de dor, dispensando reavaliação.


C

A saturação de O2 normal descarta risco cardiovascular e permite liberar o paciente sem avaliação da equipe.


D

O Técnico de Enfermagem deve administrar anti-hipertensivo disponível na unidade antes de comunicar à equipe, para reduzir rapidamente a pressão arterial.

Uma enfermeira da Estratégia Saúde da Família realiza visita domiciliar a um homem de 72 anos, hipertenso, diabético, com insuficiência cardíaca e sequelas de AVC isquêmico ocorrido há seis meses. O paciente encontra-se restrito ao leito, utiliza fraldas, apresenta dependência para atividades básicas da vida diária e recebeu alta hospitalar há 15 dias após internação por descompensação clínica. Durante a visita, a enfermeira identifica: pressão arterial: 150 × 90 mmhg; glicemia capilar: 248 mg/dl; presença de hiperemia persistente em região sacral, sem perda da integridade da pele; uso concomitante de oito medicamentos prescritos por diferentes serviços; cuidadora relata dúvidas sobre horários das medicações e dificuldades para mobilização do paciente; não houve consulta de acompanhamento após a alta hospitalar. ao exame físico, o paciente encontra-se: consciente e orientado; afebril; saturação periférica de oxigênio de 96% em ar ambiente; sem dispneia, dor torácica ou sinais de desconforto respiratório; sem edema agudo ou outros sinais de instabilidade clínica.


Considerando os princípios da Atenção Primária à Saúde, da coordenação do cuidado e do Processo de Enfermagem, qual das alternativas representa a conduta prioritária da enfermeira?


A

Solicitar consulta médica para ajuste da terapia anti-hipertensiva e hipoglicemiante, uma vez que os níveis pressóricos e glicêmicos se encontram acima das metas terapêuticas.


B

Priorizar a investigação da hiperemia sacral, pois a prevenção de lesão por pressão apresenta maior impacto clínico imediato do que as demais necessidades identificadas.


C

Encaminhar o paciente para atendimento especializado em cardiologia e neurologia, considerando a coexistência de múltiplas condições crônicas e dependência funcional.


D

Instituir medidas preventivas para lesão por pressão, realizar conciliação medicamentosa, orientar a cuidadora, estratificar os riscos identificados e organizar o seguimento multiprofissional após a alta hospitalar.


E

Programar retorno à unidade para revisão da prescrição medicamentosa, uma vez que a polifarmácia constitui o principal fator de risco para reinternação hospitalar nesse contexto.

Em relação ao manejo das síndromes hipertensivas na gestação, a pré-eclâmpsia grave envolve hipertensão ≥160/110 mmHg, sinais de disfunção orgânica (cefaleia refratária, alterações visuais, oligúria, trombocitopenia, alterações hepáticas) e sua fisiopatologia está associada à disfunção endotelial sistêmica e à ativação da cascata inflamatória materna. Com base nos princípios atuais de manejo da pré-eclâmpsia grave, assinale a alternativa INCORRETA.


A

A pré-eclâmpsia pode ocorrer mesmo na ausência de proteinúria, se presentes sinais de gravidade.


B

O sulfato de magnésio é indicado para prevenção e tratamento de convulsões associadas à pré-eclâmpsia grave.


C

A interrupção da gestação continua sendo a única medida definitiva para resolução da doença.


D

O controle rigoroso da pressão arterial elimina o risco de progressão para eclampsia.

No contexto do manejo medicamentoso das crises hipertensivas em serviços de urgência e emergência, a escolha da via de administração e a velocidade de redução da pressão arterial devem considerar o tipo de crise e a presença de lesão aguda de órgão-alvo. Sendo assim, assinale a alternativa INCORRETA.


A

Na urgência hipertensiva, o tratamento inicial pode ser realizado com fármacos por via oral.


B

A nifedipina por via sublingual é recomendada por promover redução rápida e segura da pressão arterial.


C

A redução da pressão arterial deve ocorrer de forma gradual, especialmente nas primeiras horas.


D

O nitroprussiato de sódio pode ser empregado em emergências hipertensivas selecionadas, sob monitorização rigorosa.


E

A conduta terapêutica deve levar em consideração a existência de lesão aguda de órgão-alvo.

A Hipertensão Arterial Sistêmica é a mais frequente das doenças cardiovasculares. Adotar uma dieta saudável com menos sal, praticar exercícios físicos e tomar medicamentos pode ajudar a baixar a pressão arterial. São situações que caracterizam emergência hipertensiva, EXCETO:


A

Eclampsia.


B

Anticoagulação.


C

Infarto do miocárdio,


D

Edema agudo de pulmão.

Uma gestante de 31 anos, com 34 semanas de gestação, comparece à Unidade Básica de Saúde (UBS) relatando cefaleia intensa, escotomas visuais, edema progressivo e dor epigástrica. Durante avaliação realizada pelo Enfermeiro, apresenta PA de 170x110 mmHg, hiperreflexia e proteinúria positiva. Considerando os protocolos de atenção obstétrica analise as assertivas abaixo e julgue-as em Verdadeiras (V) ou Falsas (F):


( ) A ausência de trabalho de parto ativo permite seguimento ambulatorial sem necessidade de encaminhamento imediato.

( ) O quadro sugere pré-eclampsia grave, exigindo monitoramento clínico imediato, estabilização inicial e encaminhamento conforme classificação de risco obstétrico.

( ) Os sinais apresentados são inespecíficos da gestação e não indicam risco materno-fetal relevante.


Qual alternativa preenche, CORRETAMENTE, de cima para baixo, os parênteses acima?


A

V - V - F.


B

V - F - F.


C

V - V - V.


D

F - V - F.

Pré-natal em unidade básica. Gestante G2P1 com 30 semanas apresenta cefaleia, escotomas, dor epigástrica e edema recente. PA 164/108 mmHg, repetida após 15 minutos 160/106 mmHg, fita urinária 2+ para proteína e reflexos vivos.


Assinale a conduta alinhada às diretrizes do Ministério da Saúde para seguimento de baixo e alto risco.


A

Classificar como hipertensão gestacional, manter acompanhamento na atenção primária, orientar repouso relativo, solicitar exames de rotina e programar reavaliação ambulatorial em curto prazo com registro em caderneta.


B

Classificar como pré-eclâmpsia com sinais de gravidade, acionar referência de urgência para alto risco, iniciar protocolo com monitorização e preparo para transferência e registrar achados e horários no cartão e no prontuário.


C

Classificar como cefaleia tensional, liberar para domicílio com analgésico habitual, solicitar ultrassonografia de controle e instituir controle pressórico semanal na unidade com retorno agendado.


D

Classificar como hipertensão crônica descompensada, reajustar fármaco habitual conforme uso prévio, orientar medidas gerais no domicílio e marcar avaliação médica eletiva na própria unidade.


E

Classificar como pré-eclâmpsia sem gravidade, recomendar redução de sal, ampliar hidratação oral, manter seguimento de baixo risco e organizar visitas de rotina com orientações educativas.

Um homem de 54 anos, hipertenso e sedentário, apresenta colesterol total 260 mg/dL, LDL 180 mg/dL, HDL 38 mg/dL e triglicerídeos 210 mg/dL. Sem sintomas cardiovasculares, mas com histórico familiar de infarto precoce. Na Atenção Primária, é CORRETO afirmar que a conduta adequada do enfermeiro é


A

Encaminhar diretamente para cardiologista sem intervenções iniciais.


B

Orientar mudanças no estilo de vida e encaminhar avaliação médica.


C

Prescrever estatina imediatamente, sem encaminhamento médico necessário.


D

Considerar alteração laboratorial isolada, repetir exames depois.

Um usuário do Centro de Atenção Psicossocial (CAPS) da região busca a Unidade Básica de Saúde (UBS) para acolhimento, pois queixa-se de que sua pressão está alta devido a uma dor de cabeça em pontadas. Refere ouvir vozes de comando.


Frente a essa situação, o técnico de enfermagem que está realizando seu acolhimento deve


A

acionar o SAMU para que eles possam aferir a pressão arterial, alertar a equipe da situação de perigo por se tratar de uma emergência psiquiátrica.


B

proporcionar aferição da pressão arterial e sinais vitais, com escuta ativa e acionamento do profissional enfermeiro para avaliar.


C

evitar tocar o usuário pelo alto risco de surto e acionar o CAPS via telefone antes de cogitar verificar sinais vitais.


D

aplicar escala de avaliação das funções psíquicas de imediato, pois, por apresentar delírios, algumas de suas falas não devem ser consideradas como de praxe.


E

preparar contenção física e acionar equipe de emergência de enfermagem, só permanecendo junto na presença de um psiquiatra ou psicólogo.

Jovem de 24 anos, vítima de colisão carro-moto, chega ao pronto-socorro com escala de Glasgow 6, anisocoria, vômitos em jato e bradicardia progressiva. O paciente encontra-se intubado pela equipe do SAMU e está com acesso venoso periférico calibroso. Considerando os critérios de gravidade do TCE, os sinais de hipertensão intracraniana e as condutas emergenciais da equipe de enfermagem para contenção secundária de dano neurológico, qual das intervenções é tecnicamente correta e respaldada?


A

Manter paciente em decúbito horizontal com restrição de estímulos visuais, iniciar furosemida EV e aplicar compressa fria occipital.


B

Posicionar a cabeceira a 30°, monitorar a pressão arterial média, manter oxigenação otimizada e preparar manitol sob prescrição para possível intervenção neuroprotetora.


C

Elevar o paciente a 90°, administrar glicose hipertônica sem prescrição e iniciar estimulação dolorosa para avaliação da resposta pupilar.


D

Aplicar corticoide EV em bolus único e realizar punção lombar diagnóstica para alívio da hipertensão intracraniana iminente.


E

Iniciar sedação profunda não prescrita para conter estímulos motores e promover o controle das vias aéreas sob ventilação manual intermitente.

Um enfermeiro da Estratégia Saúde da Família acompanha um idoso de 72 anos, hipertenso, queixando-se de episódios súbitos de fraqueza em braço direito e dificuldade para falar, que duraram poucos minutos e se resolveram espontaneamente nas últimas 24 horas. No momento da avaliação, o paciente encontra-se assintomático, com pressão arterial de 170/100 mmHg, glicemia capilar de 142 mg/dL e sem déficits neurológicos ao exame físico. Considerando os problemas neurológicos e a conduta do enfermeiro na Atenção Primária, é CORRETO afirmar que a abordagem adequada é:


A

Tratar como episódio de hipoglicemia, recomendar ajuste dietético, reforçar uso regular da medicação anti-hipertensiva e agendar reavaliação em 7 dias.


B

Identificar quadro sugestivo de ataque isquêmico transitório, orientar encaminhamento imediato ao serviço especializado, reforçar controle de fatores de risco e sinais de alarme.


C

Considerar como tontura inespecífica do idoso, recomendar hidratação adequada, exercícios leves e monitoramento domiciliar com retorno ambulatorial em um mês.


D

Suspeitar de início de doença de Alzheimer, recomendar estimulação cognitiva precoce e prescrever medicação sintomática de acordo com protocolos de Atenção Básica.

Após encaminhar paciente com urgência hipertensiva ao hospital, o enfermeiro da Atenção Primária em Saúde (APS) planeja visita domiciliar de retorno. Qual abordagem educativa específica durante a visita domiciliar seria mais adequada para evitar novas crises hipertensivas?


A

Enfatizar apenas adesão ao medicamento, sem abordar mudanças no estilo de vida.


B

Reforçar que o paciente só deve voltar à UBS se sentir dor no peito, ignorando outros sintomas


C

Prescrever medicação extra pelo enfermeiro sem consulta médica e sem necessidade de acompanhamento regular.


D

Encaminhar para palestra genérica de saúde sem abordagem individualizada e sem necessidade de monitorização regular.


E

Realizar diálogo motivacional com paciente e familiares sobre dieta (redução sal), controle de peso, atividade física regular, monitorização domiciliar de pressão arterial e sinais de alarme.

Primigesta, 36 anos, com gestação gemelar de 32 semanas, procura o serviço de emergência relatando dor de cabeça, visão turva e edema em mãos e pés há dois dias. Ao exame, apresenta pressão arterial de 160/100 mmHg e glicemia capilar de 99 mg/dL. A condição de maior risco que a equipe de enfermagem deve suspeitar é:


A

Diabetes gestacional.


B

Pré-eclâmpsia.


C

Infecção urinária.


D

Trabalho de parto prematuro.


E

Abortamento.

   
Gerar simulado